Paulo Kapela consagrado nas artes plásticas

  • Artista Paulo Kapela
Luanda - O artista plástico Paulo Kapela é o vencedor do Prémio Nacional de Cultura e Artes (PNCA), edição 2020, na categoria de artes visuais e plásticas.

De acordo com a nota explicativa do júri do prémio promovido pelo Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente, presidido por José Octávio Serra Van-Dúnem, artista multifacético, Paulo Kapela tem um lugar de excepção no contexto artístico angolano e cuja trajectória se confunde com a história recente de Angola.

Adianta que através de uma prática artística eclética, misturando objectos e referências aparentemente díspares e discordantes, Kapela tornou-se, no seu lendário estúdio-casa no edifício da UNAP, um mestre para toda uma geração de artistas mais jovens, a quem sem dúvidas influenciou.

Kapela expõe internacionalmente desde 1995, tendo participado em exposições importantes tais como África Remix que viajou por diversos países, Check-List Luanda Pop (na 52ª Bienal de Veneza), na Luanda Smooth and Rave em França, No Fly Zone em Lisboa, na 2ª Trienal de Luanda, e nos últimos anos, expôs individualmente em Luanda nas galerias Tamar Golan, ELA e no Centro Camões.

Kapela venceu o prémio CICIBA em 2003 e a sua obra está presente em diversas colecções nacionais e internacionais.

Nascido no Uíge, Paulo Kapela percorre o mundo com a sua arte desde 1995.

O PNCA é a mais importante distinção do Estado Angolano neste sector, tendo como principal objectivo incentivar a criação artística e cultural, bem como a investigação científica no domínio das ciências humanas e sociais.

É atribuído nas categorias de literatura, artes plásticas, dança, música, teatro, cinema e audiovisuais, investigação em ciências humanas e sociais, festividades culturais populares e jornalismo cultural.

O prémio constitui uma homenagem e incentivo ao génio criador dos angolanos, de modo a perpetuar entre os cidadãos ideias tendentes à compreensão das múltiplas formas de criação artística e diversidade das manifestações linguísticas e culturais do povo e da Nação.

De acordo com a nota explicativa do júri do prémio promovido pelo Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente, presidido por José Octávio Serra Van-Dúnem, artista multifacético, Paulo Kapela tem um lugar de excepção no contexto artístico angolano e cuja trajectória se confunde com a história recente de Angola.

Adianta que através de uma prática artística eclética, misturando objectos e referências aparentemente díspares e discordantes, Kapela tornou-se, no seu lendário estúdio-casa no edifício da UNAP, um mestre para toda uma geração de artistas mais jovens, a quem sem dúvidas influenciou.

Kapela expõe internacionalmente desde 1995, tendo participado em exposições importantes tais como África Remix que viajou por diversos países, Check-List Luanda Pop (na 52ª Bienal de Veneza), na Luanda Smooth and Rave em França, No Fly Zone em Lisboa, na 2ª Trienal de Luanda, e nos últimos anos, expôs individualmente em Luanda nas galerias Tamar Golan, ELA e no Centro Camões.

Kapela venceu o prémio CICIBA em 2003 e a sua obra está presente em diversas colecções nacionais e internacionais.

Nascido no Uíge, Paulo Kapela percorre o mundo com a sua arte desde 1995.

O PNCA é a mais importante distinção do Estado Angolano neste sector, tendo como principal objectivo incentivar a criação artística e cultural, bem como a investigação científica no domínio das ciências humanas e sociais.

É atribuído nas categorias de literatura, artes plásticas, dança, música, teatro, cinema e audiovisuais, investigação em ciências humanas e sociais, festividades culturais populares e jornalismo cultural.

O prémio constitui uma homenagem e incentivo ao génio criador dos angolanos, de modo a perpetuar entre os cidadãos ideias tendentes à compreensão das múltiplas formas de criação artística e diversidade das manifestações linguísticas e culturais do povo e da Nação.