Poemas musicados de Neto marcam Gala do Herói Nacional

Luanda - Os artistas Dom Caetano, Lídio Gomes, Fernando Jessy, obadias Correia, Kamane Silva, Gonga, Glória da Lú, Júlio Gil e Lóide animaram, na noite desta quinta-feira, a gala do Herói Nacional com a interpretação de poemas musicados de António Agostinho Neto.

Numa promoção do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente (MCTA), o evento, que teve lugar no Memorial Dr António Agostinho Neto, teve os seus momentos áureos com a interpretação de canções extraídas das obras “Sagrada Esperança” e “Renúncia Impossível”.

Lídio Gomes, com “Nguxi” e “África”, foi o primeiro a pisar o palco do Memorial António Agostinho Neto, seguindo-se por Fernando Jessy com os temas “Assim clamava esgotado” e “kinaxixi”, Obadias Correia com “Renúncia Impossível”, Kamane Silva com “Nguxi” e “Adeus a hora da largada” fizeram, igualmente, as delicias do público presente no evento.

Na sequência da gala em homenagem ao poeta Maior, Gonga participou na festa com “Confiança”, e Quitandeira”, Glória da Lú “Boa noite” e “Velho negro”, Júlio Gil “Mussunda amigo” e “Caminho do mato”, Lóide “Mistério” e “Ópio”, enquanto de Dom Caetano encerrou a noite com “Adeus a hora da largada”.

A propósito, o secretário-geral do MPLA, Paulo Pombolo, disse que recordar Agostinho Neto é revisitar as ricas páginas do processo de emancipação política em que Neto foi a figura mais importante.

Salientou que recordar a figura de Neto deve ser todos os dias através da postura, comportamento face aos grandes desígnios da nação, tendo saudado o iniciativa do MCTA.  

Para o político, por ter personificado a luta do país, os seus conselhos devem ser divulgados através dos programas de ensino.

Já o ministro Jomo Fortunato, disse ser necessário se privilegiar a obra do fundador da nação, por ser um poeta intemporal e visionário, pelo que considera que o trabalho deve ser contínuo nessa perspectiva de revalorização da vida e obra de Agostinho Neto.

Por sua o secretário de Estado para a Juventude, João Fernandes, salientou que deve se manter vivo o legado histórico de Neto, por este ter uma dimensão que ultrapassa o país, África e o mundo.

Aconselhou que os seus valores devem ser seguidos e perpetuar o seu legado baseado em valores morais, patrióticos e cívicos.

Numa promoção do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente (MCTA), o evento, que teve lugar no Memorial Dr António Agostinho Neto, teve os seus momentos áureos com a interpretação de canções extraídas das obras “Sagrada Esperança” e “Renúncia Impossível”.

Lídio Gomes, com “Nguxi” e “África”, foi o primeiro a pisar o palco do Memorial António Agostinho Neto, seguindo-se por Fernando Jessy com os temas “Assim clamava esgotado” e “kinaxixi”, Obadias Correia com “Renúncia Impossível”, Kamane Silva com “Nguxi” e “Adeus a hora da largada” fizeram, igualmente, as delicias do público presente no evento.

Na sequência da gala em homenagem ao poeta Maior, Gonga participou na festa com “Confiança”, e Quitandeira”, Glória da Lú “Boa noite” e “Velho negro”, Júlio Gil “Mussunda amigo” e “Caminho do mato”, Lóide “Mistério” e “Ópio”, enquanto de Dom Caetano encerrou a noite com “Adeus a hora da largada”.

A propósito, o secretário-geral do MPLA, Paulo Pombolo, disse que recordar Agostinho Neto é revisitar as ricas páginas do processo de emancipação política em que Neto foi a figura mais importante.

Salientou que recordar a figura de Neto deve ser todos os dias através da postura, comportamento face aos grandes desígnios da nação, tendo saudado o iniciativa do MCTA.  

Para o político, por ter personificado a luta do país, os seus conselhos devem ser divulgados através dos programas de ensino.

Já o ministro Jomo Fortunato, disse ser necessário se privilegiar a obra do fundador da nação, por ser um poeta intemporal e visionário, pelo que considera que o trabalho deve ser contínuo nessa perspectiva de revalorização da vida e obra de Agostinho Neto.

Por sua o secretário de Estado para a Juventude, João Fernandes, salientou que deve se manter vivo o legado histórico de Neto, por este ter uma dimensão que ultrapassa o país, África e o mundo.

Aconselhou que os seus valores devem ser seguidos e perpetuar o seu legado baseado em valores morais, patrióticos e cívicos.