Portugal: Arquitecto angolano quer mais divulgação de obras na diáspora

Lisboa (Da Correspondente )- O arquitecto angolano Júlio Quaresma afirmou, nesta terça-feira, em Lisboa, que a produção artística angolana carece de maior divulgação na diáspora e sobretudo do suporte das autoridades.

Júlio Quaresma falava à ANGOP a propósito da inauguração do monumento "Obelisco", no Parque dos Poetas, em Oeiras (Lisboa), no quadro do programa comemorativo do Dia da Libertação de Portugal, assinalado a 25 de Abril.                   

Para o especialista, a cultura, como um todo, para sobreviver deve ser alimentada, é uma evidência para todas as formas de expressão cultural.

Júlio Quaresma salientou ser necessária que se divulgue, cada vez mais, a cultura angolana, com vista a contribuir para o engrandecimento do país.

Em relação ao monumento "Obelisco", o autor do projecto da Catedral da Muxima, disse que  surge numa altura em que Oeiras se candidata a Capital Europeia em 2027.              

A obra  tem mais de 25 metros de altura e situa-se numa área de 25 hectares.

Sobre o Projecto da Catedral da Muxima, o arquitecto informou  estar a aguardar que se iniciem as obras para brindar também os angolanos com uma obra de grande dimensão.

"Uma obra cuja maquete está, inclusive, no Museu do Vaticano", acrescentou.

Considera ser uma obra, não só importante pela sua grandeza, mas sobretudo pela sua preocupação e dimensão social, pois, para além da arquitectura e urbanismo, envolverá intervenções como a escultura e pintura.

Enquanto angolano, salientou, qualquer intervenção que corresponda a uma mais-valia para o povo angolano é de extrema importância.

Em relação a aceitação do seu trabalho no mercado artístico europeu em geral e em particular em Portugal, realçou que, no âmbito da escultura e da pintura, tem mais intervenções fora do que dentro de Portugal.

Recentemente, diz ter ganho dois concursos para as esculturas da cidade do futebol e fez a peça escultórica representativa da poetisa Alda Lara, para o Parque dos Poetas.

Ressalta que o facto de ter obras de pintura e escultura em alguns museus europeus e não só, é sinónimo de alguma aceitação, mas o mais importante é que esse facto possa significar uma abertura para o posicionamento de outros artistas angolanos. 

Dirigindo-se aos futuros arquitectos, enfatizou que a fama consiste em 90% de suor e 10% de sorte e, por isso, é necessário trabalhar-se muito.

"Perseguir um sonho pode ser difícil, mas o sonho comanda a vida e a única coisa que me permito dizer, é que nunca desistam de lutar pelo vosso direito a sonhar", salientou.

Júlio Quaresma falava à ANGOP a propósito da inauguração do monumento "Obelisco", no Parque dos Poetas, em Oeiras (Lisboa), no quadro do programa comemorativo do Dia da Libertação de Portugal, assinalado a 25 de Abril.                   

Para o especialista, a cultura, como um todo, para sobreviver deve ser alimentada, é uma evidência para todas as formas de expressão cultural.

Júlio Quaresma salientou ser necessária que se divulgue, cada vez mais, a cultura angolana, com vista a contribuir para o engrandecimento do país.

Em relação ao monumento "Obelisco", o autor do projecto da Catedral da Muxima, disse que  surge numa altura em que Oeiras se candidata a Capital Europeia em 2027.              

A obra  tem mais de 25 metros de altura e situa-se numa área de 25 hectares.

Sobre o Projecto da Catedral da Muxima, o arquitecto informou  estar a aguardar que se iniciem as obras para brindar também os angolanos com uma obra de grande dimensão.

"Uma obra cuja maquete está, inclusive, no Museu do Vaticano", acrescentou.

Considera ser uma obra, não só importante pela sua grandeza, mas sobretudo pela sua preocupação e dimensão social, pois, para além da arquitectura e urbanismo, envolverá intervenções como a escultura e pintura.

Enquanto angolano, salientou, qualquer intervenção que corresponda a uma mais-valia para o povo angolano é de extrema importância.

Em relação a aceitação do seu trabalho no mercado artístico europeu em geral e em particular em Portugal, realçou que, no âmbito da escultura e da pintura, tem mais intervenções fora do que dentro de Portugal.

Recentemente, diz ter ganho dois concursos para as esculturas da cidade do futebol e fez a peça escultórica representativa da poetisa Alda Lara, para o Parque dos Poetas.

Ressalta que o facto de ter obras de pintura e escultura em alguns museus europeus e não só, é sinónimo de alguma aceitação, mas o mais importante é que esse facto possa significar uma abertura para o posicionamento de outros artistas angolanos. 

Dirigindo-se aos futuros arquitectos, enfatizou que a fama consiste em 90% de suor e 10% de sorte e, por isso, é necessário trabalhar-se muito.

"Perseguir um sonho pode ser difícil, mas o sonho comanda a vida e a única coisa que me permito dizer, é que nunca desistam de lutar pelo vosso direito a sonhar", salientou.