Prática de artesanato constitui terapia das reclusas

  • Alidia Muela, chefe da cadeia feminina do peu peu
Ondjiva - A prática de artesanato e promoção de feiras de artesanato constituem maior incentivo das reclusas do estabelecimento prisional do Peu-Peu, na província do Cunene.

Ao longo dos anos as reclusas dedicam-se a produzir peças artesanais como cestarias, esteiras, balaios, cabaças, tapetes e chinelos, muitas das quais de inegável valor artístico.

Falando à Angop, a propósito da exposição de artes e ofícios, que decorre de 20 a 31 do corrente mês na região, a chefe da cadeia feminina do Peu Peu, 2º subchefe Alidia Muela , disse que os produtos são o resultado de um trabalho que espelha os desejos e anseios das reclusas.

Sublinhou que o trabalho é desenvolvido como terapia ocupacional das reclusas, de modo a facilitar a sua reintegração.

De acordo com a responsável, o artesanato, enquanto arte manual utilitária e artística, tem uma larga expressão na variedade das prisioneiras, o que justifica a valorização criativa e reprodutiva das mesmas.

Fez saber que os trabalhos foram elaborados com os materiais fornecidos pela instituição, com destaque para reciclados de sacos de ráfia, palmeiras, cuja comercialização dos produtos e do benefício das reclusas.

Sobre as condições carcerárias das mesmas, Alidia Muela disse que desde Janeiro as mesmas beneficiam de uma nova infra-estrutura, construída de raiz com condições mínimas que garantam melhor acomodação das reclusas.

Com este novo edifício com capacidade de 50 reclusos, o estado das senhoras melhorou bastante, pois anteriormente, estavam junto dos homens o que dificultava o processo reeducativo e o asseguramento.

A cadeia feminina controla 22 reclusas e duas crianças menores internadas com as mães , na qual os homicídios, ofensas corporais e furtos constituem os principais crimes.

A feira enquadra-se na jornada Março-Mulher e no 42º aniversário dos Serviços Prisionais, assinalados a 20 de Março.

 

Ao longo dos anos as reclusas dedicam-se a produzir peças artesanais como cestarias, esteiras, balaios, cabaças, tapetes e chinelos, muitas das quais de inegável valor artístico.

Falando à Angop, a propósito da exposição de artes e ofícios, que decorre de 20 a 31 do corrente mês na região, a chefe da cadeia feminina do Peu Peu, 2º subchefe Alidia Muela , disse que os produtos são o resultado de um trabalho que espelha os desejos e anseios das reclusas.

Sublinhou que o trabalho é desenvolvido como terapia ocupacional das reclusas, de modo a facilitar a sua reintegração.

De acordo com a responsável, o artesanato, enquanto arte manual utilitária e artística, tem uma larga expressão na variedade das prisioneiras, o que justifica a valorização criativa e reprodutiva das mesmas.

Fez saber que os trabalhos foram elaborados com os materiais fornecidos pela instituição, com destaque para reciclados de sacos de ráfia, palmeiras, cuja comercialização dos produtos e do benefício das reclusas.

Sobre as condições carcerárias das mesmas, Alidia Muela disse que desde Janeiro as mesmas beneficiam de uma nova infra-estrutura, construída de raiz com condições mínimas que garantam melhor acomodação das reclusas.

Com este novo edifício com capacidade de 50 reclusos, o estado das senhoras melhorou bastante, pois anteriormente, estavam junto dos homens o que dificultava o processo reeducativo e o asseguramento.

A cadeia feminina controla 22 reclusas e duas crianças menores internadas com as mães , na qual os homicídios, ofensas corporais e furtos constituem os principais crimes.

A feira enquadra-se na jornada Março-Mulher e no 42º aniversário dos Serviços Prisionais, assinalados a 20 de Março.