Processo de recolha de acervo arquivístico condicionado

  • Alexandra Aparício, Directora do Arquivo Nacional de Angola
Luanda – O processo de recolha do acervo arquivístico angolano, espalhado em instituições estrangeiras, está parado devido a constrangimentos financeiros e pandémicos, disse, esta quinta-feira, a directora do Arquivo Nacional de Angola, Alexandra Aparício.

A responsável, que falava à imprensa à margem da mesa redonda sobre “emponderar os arquivos”, explicou que, infelizmente, o processo iniciado em 2014, sofreu um interregno fruto das dificuldades impostas pelo actual momento em que se encontra o mundo.

Alexandra Aparício acredita que o processo poderá retomar tão logo estejam criadas as condições financeiras e levantadas as restrições impostas pela pandemia da Covid-19.

Segundo a directora, ao longo destes anos foram identificadas instituições estrangeiras, fruto da acção de uma equipa técnica formada especialmente para o levantamento destes arquivos.

Noutra vertente, Alexandra Aparício apontou a necessidade urgente da criação de arquivos aos vários níveis dos órgãos de soberania do Estado, das autarquias locais, instituições produtoras de documentos, com espaços apropriados para guardar, tratar  e conservar os arquivos quer sejam correntes ou intermédios com meios humanos e técnicos.

"Todos devem criar áreas para arquivos, de acordo com o estabelecido na Lei Geral dos Arquivos, para dar corpo ao Sistema Nacional de Arquivos (SINAR), obedecendo aos procedimentos arquivísticos”, reforçou .

Alexandra Aparício considera importante assegurar a preservação digital e a manutenção dos originais que não devem ser eliminados.

O  Arquivo Nacional de Angola, com cinco pisos, alberga 69 salas de arquivo, três de exposições e nove de formação, 39 escritórios, dois laboratórios, dois auditórios, entre outras dependências.

O Arquivo Nacional de Angola é um instituto público dotado de personalidade jurídica, autonomia administrativa, financeira e patrimonial, que tem como missão coordenar a política arquivística nacional e avaliar, recolher, classificar, conservar e divulgar os documentos de valor arquivístico e histórico.

A responsável, que falava à imprensa à margem da mesa redonda sobre “emponderar os arquivos”, explicou que, infelizmente, o processo iniciado em 2014, sofreu um interregno fruto das dificuldades impostas pelo actual momento em que se encontra o mundo.

Alexandra Aparício acredita que o processo poderá retomar tão logo estejam criadas as condições financeiras e levantadas as restrições impostas pela pandemia da Covid-19.

Segundo a directora, ao longo destes anos foram identificadas instituições estrangeiras, fruto da acção de uma equipa técnica formada especialmente para o levantamento destes arquivos.

Noutra vertente, Alexandra Aparício apontou a necessidade urgente da criação de arquivos aos vários níveis dos órgãos de soberania do Estado, das autarquias locais, instituições produtoras de documentos, com espaços apropriados para guardar, tratar  e conservar os arquivos quer sejam correntes ou intermédios com meios humanos e técnicos.

"Todos devem criar áreas para arquivos, de acordo com o estabelecido na Lei Geral dos Arquivos, para dar corpo ao Sistema Nacional de Arquivos (SINAR), obedecendo aos procedimentos arquivísticos”, reforçou .

Alexandra Aparício considera importante assegurar a preservação digital e a manutenção dos originais que não devem ser eliminados.

O  Arquivo Nacional de Angola, com cinco pisos, alberga 69 salas de arquivo, três de exposições e nove de formação, 39 escritórios, dois laboratórios, dois auditórios, entre outras dependências.

O Arquivo Nacional de Angola é um instituto público dotado de personalidade jurídica, autonomia administrativa, financeira e patrimonial, que tem como missão coordenar a política arquivística nacional e avaliar, recolher, classificar, conservar e divulgar os documentos de valor arquivístico e histórico.