Reaberta biblioteca do estabelecimento penitenciário da Damba

  • Biblioteca da cadeia central do Cuanza Norte
Malanje- A biblioteca do Estabelecimento Penitenciário da Damba, no município de Mucari, desactivada há oito anos, foi reaberta hoje, sábado, após o seu apetrechamento pela ONG UFOLO (Centro de Estudos para a Boa Governação), no quadro do seu projecto denominado “Ler na Prisão”.

A referida biblioteca tem capacidade para dois mil livros, mas numa primeira fase foi apetrechada com 162 exemplares, entre científicos, literários e outros, angariados pela organização.

Segundo o coordenador académico da organização, José Luís Mendonça, a iniciativa visa promover o desenvolvimento integral dos reclusos, para que sejam socialmente úteis após o cumprimento das respectivas penas.

Fez saber que, a par de bibliotecas nos estabelecimentos penitenciários, a ONG pretende criar gabinetes jurídicos, para apoiar a população penal, assim como promover formações técnico-profissionai­s aos detentos e outros projectos lúdicos.

O responsável encorajou a criação de cooperativas profissionais nas cadeias, visando o auto-sustento dos reclusos.

Por sua vez, o delegado provincial do Ministério do Interior (MININT), Timóteo Hilário, destacou a importância do projecto “Ler na Prisão”, sublinhando que a situação de privação de liberdade a que estão sujeitos os reclusos, não pode inviabilizar o seu desenvolvimento cognitivo.

Disse ser pretensão do Ministério estender este projecto à Comarca de Malanje, nos próximos tempos.

A par da Damba, que conta actualmente com 916 reclusos, o projecto “Ler na Prisão” já foi implementado na unidade penitenciária da província do Cuanza Norte.

Fundado pelo jornalista e activista Rafael Marques, o Centro de Estudos para a Boa Governação é uma organização não governamental sem fins lucrativos, apartidária e organizada com base nos princípios democráticos, nos termos da Lei.

UFOLO, que em Kimbundu significa liberdade, tem como objecto social a realização de actividades em prol da cidadania e da dignidade da pessoa humana, bem como do desenvolvimento económico e social de Angola.


 

 

 

A referida biblioteca tem capacidade para dois mil livros, mas numa primeira fase foi apetrechada com 162 exemplares, entre científicos, literários e outros, angariados pela organização.

Segundo o coordenador académico da organização, José Luís Mendonça, a iniciativa visa promover o desenvolvimento integral dos reclusos, para que sejam socialmente úteis após o cumprimento das respectivas penas.

Fez saber que, a par de bibliotecas nos estabelecimentos penitenciários, a ONG pretende criar gabinetes jurídicos, para apoiar a população penal, assim como promover formações técnico-profissionai­s aos detentos e outros projectos lúdicos.

O responsável encorajou a criação de cooperativas profissionais nas cadeias, visando o auto-sustento dos reclusos.

Por sua vez, o delegado provincial do Ministério do Interior (MININT), Timóteo Hilário, destacou a importância do projecto “Ler na Prisão”, sublinhando que a situação de privação de liberdade a que estão sujeitos os reclusos, não pode inviabilizar o seu desenvolvimento cognitivo.

Disse ser pretensão do Ministério estender este projecto à Comarca de Malanje, nos próximos tempos.

A par da Damba, que conta actualmente com 916 reclusos, o projecto “Ler na Prisão” já foi implementado na unidade penitenciária da província do Cuanza Norte.

Fundado pelo jornalista e activista Rafael Marques, o Centro de Estudos para a Boa Governação é uma organização não governamental sem fins lucrativos, apartidária e organizada com base nos princípios democráticos, nos termos da Lei.

UFOLO, que em Kimbundu significa liberdade, tem como objecto social a realização de actividades em prol da cidadania e da dignidade da pessoa humana, bem como do desenvolvimento económico e social de Angola.