Reflexões de Neto continuam intemporais

  • Ministro da Cultura e Turismo, Jomo Fortunato
Luanda - O ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, disse esta sexta-feira, em Luanda, que as reflexões do primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, continuam intemporais, pelo que devem servir de modelo para a gestão da “coisa cultural”.

O governante falava à imprensa após o acto de deposição de flores no sarcófago do antigo presidente, no âmbito do Dia Nacional da Cultura (8 de Janeiro), que hoje se assinala.   

Defendeu a necessidade de se reeditar alguns escritos de Agostinho Neto para serem estudados nas universidades do país, referindo um dos seus discursos proferido em 1979, no qual frisa que “a cultura não pode se inscrever no chauvinismo”.

“Nós podemos gerir culturalmente o país, se interpretarmos textualmente o que disse Agostinho Neto na altura”, sublinhou.

Para além do ministro, depositou também flores a governadora provincial de Luanda, Joana Lina.

O 8 de Janeiro foi instituído Dia Nacional da Cultura em 1986.

 

O governante falava à imprensa após o acto de deposição de flores no sarcófago do antigo presidente, no âmbito do Dia Nacional da Cultura (8 de Janeiro), que hoje se assinala.   

Defendeu a necessidade de se reeditar alguns escritos de Agostinho Neto para serem estudados nas universidades do país, referindo um dos seus discursos proferido em 1979, no qual frisa que “a cultura não pode se inscrever no chauvinismo”.

“Nós podemos gerir culturalmente o país, se interpretarmos textualmente o que disse Agostinho Neto na altura”, sublinhou.

Para além do ministro, depositou também flores a governadora provincial de Luanda, Joana Lina.

O 8 de Janeiro foi instituído Dia Nacional da Cultura em 1986.