Rei da Costa lança novo CD em Saurimo

  • Rei da Costa, ex-integrante do agrupamento Sassa Tchokwe Internacional
Saurimo – O músico Rei da Costa, co-fundador do agrupamento musical Sassa Tchokwe Internacional, colocou, esta sexta-feira, em Saurimo (Lunda Sul), à dospisção do público a sua mais recente obra discográfica “Khosso Lia Buaza”.

A obra com 16 músicas, cujas temas são interpretados em Tchokwe, foi gravada na Lunda Sul, Luanda e masterizado na África do Sul.

Em declarações à Angop, Rei da Costa afirmou que o disco será comercializado, igualmente, nas províncias da Lunda Norte, Moxico, Bié, Malanje e Luanda, numa primeira fase.

Segundo o músico, apostou em temas cujas mensagens retratam o quotidiano das famílias angolanas, o resgate dos valores morais e éticos, preservação dos bens culturais, conselhos úteis para os jovens, com maior incidência ao empreendedorismo e criatividade no mundo comercial, para fomentar o auto emprego.

Instado sobre avaliação que faz da música folclórica, fez saber que caminha bem e é bastante consumida, faltando apenas apoios por parte do governo e dos organizadores de eventos, para facilitar a sua divulgação.

Ilunga Mabanza da Costa "Rei da Costa" nasceu no município do Cuilo (Lunda Norte) em 1956. Começou a dar os passos na música com nove anos de idade, num grupo coral da igreja protestante.

Com o agrupamento Sassa Tchokwe gravou "Lunda A Sokoloke", "Garimpeiro", "Soni Mandvunbu", "Txisela", "Sinergia", "Muno Ukalu Kuyuka", "Celestino Kahona", "David Txifumani", "Kufua Txa Muat Yav" e "Palancas Negras".

Separado desde 1999 do agrupamento musical Sassa Tchokwe Internacional, gravou uma dezena de álbuns, sendo o último intitulado “Chance Jami”, em 2020.

A obra com 16 músicas, cujas temas são interpretados em Tchokwe, foi gravada na Lunda Sul, Luanda e masterizado na África do Sul.

Em declarações à Angop, Rei da Costa afirmou que o disco será comercializado, igualmente, nas províncias da Lunda Norte, Moxico, Bié, Malanje e Luanda, numa primeira fase.

Segundo o músico, apostou em temas cujas mensagens retratam o quotidiano das famílias angolanas, o resgate dos valores morais e éticos, preservação dos bens culturais, conselhos úteis para os jovens, com maior incidência ao empreendedorismo e criatividade no mundo comercial, para fomentar o auto emprego.

Instado sobre avaliação que faz da música folclórica, fez saber que caminha bem e é bastante consumida, faltando apenas apoios por parte do governo e dos organizadores de eventos, para facilitar a sua divulgação.

Ilunga Mabanza da Costa "Rei da Costa" nasceu no município do Cuilo (Lunda Norte) em 1956. Começou a dar os passos na música com nove anos de idade, num grupo coral da igreja protestante.

Com o agrupamento Sassa Tchokwe gravou "Lunda A Sokoloke", "Garimpeiro", "Soni Mandvunbu", "Txisela", "Sinergia", "Muno Ukalu Kuyuka", "Celestino Kahona", "David Txifumani", "Kufua Txa Muat Yav" e "Palancas Negras".

Separado desde 1999 do agrupamento musical Sassa Tchokwe Internacional, gravou uma dezena de álbuns, sendo o último intitulado “Chance Jami”, em 2020.