Restos mortais de Tino Fortes repousam no cemitério de Alverca

  • Malogrado cantor, Tino Fortes
Lisboa (Da Correspondente)- Os restos mortais do músico angolano Tino Fortes foram, nesta segunda-feira, a enterrar no cemitério de Alverca, em Lisboa.

O artista morreu dia quatro do corrente mês, vítima de doença.

A cerimónia, que apesar das restrições impostas pela Covid-19, contou com a presença de familiares e amigos.

Presenciou a cerimónia o adido cultural da Embaixada de Angola, Luandino Carvalho.

João Constantino Pires Coelho Fortes, de nome artístico Tino Fortes, nasceu aos 20 de Julho de 1969 na cidade de Luanda.

Compositor e cantor, foi um dos músicos de destaque aquando do surgimento do género musical Kizomba, no início dos anos 90.

Lançou o  álbum "Está na moda" em 1992 e "Minha Folga Surgiu" em 1993, sendo o sucesso "Ai mano Zé" o tema que mais o notabilizou.

Tino Fortes deixa mulher e sete filhos.

O artista morreu dia quatro do corrente mês, vítima de doença.

A cerimónia, que apesar das restrições impostas pela Covid-19, contou com a presença de familiares e amigos.

Presenciou a cerimónia o adido cultural da Embaixada de Angola, Luandino Carvalho.

João Constantino Pires Coelho Fortes, de nome artístico Tino Fortes, nasceu aos 20 de Julho de 1969 na cidade de Luanda.

Compositor e cantor, foi um dos músicos de destaque aquando do surgimento do género musical Kizomba, no início dos anos 90.

Lançou o  álbum "Está na moda" em 1992 e "Minha Folga Surgiu" em 1993, sendo o sucesso "Ai mano Zé" o tema que mais o notabilizou.

Tino Fortes deixa mulher e sete filhos.