Rosa Roque vence PNCA na música

  • Professora Rosa Roque
Luanda - A mentora do agrupamento Gingas do Maculusso, Rosa Roque, venceu o Prémio Nacional de Cultura e Artes (PNCA), 2020, na categoria de música.

Segundo o júri do prémio promovido pelo Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente, presidido por José Octávio Serra Van-Dúnem, originária de Malanje, Rosa Roque é uma compositora de pena fina que recria a história, diversos aspectos costumistas, o jogo – no sentido de brincadeira, de gozo e de chacota – entre a razão, a memória musical e a reflexão estética, mas, sobretudo, como uma festa do canto, da música e da dança.

A trajectória musical de Rosa Roque, lê-se na nota explicativa, navega constantemente entre a herança do folclore e a música urbana, entre o português e o Kimbundu, entre vários tipos de ritmos e universos sonoros calibrados nas Áfricas francofóna e anglofóna que a tornaram, por mérito próprio, na professora que ajudou a revolucionar a música angolana dos últimos trinta anos.

“Coração, a alma, a ambição e pragmatismo foram os instrumentos que Rosa Ermelinda Roque Pegado utilizou de modo constante e sereno, permitindo a concretização do Projecto Avilupa Kuimbila e do agrupamento musical As Gingas do Maculusso, tendo ambos funcionado como uma escola para inúmeros artistas e cantores angolanos”, reforça o júri.

Rosa Ermelinda Roque dos Santos nasceu a 4 de Março de 1953 na província de Malanje. Conta com distinções e reconhecimentos pelo seu trabalho, destacando-se o Diploma de Mérito Nacional para a Música; Diploma Baluarte da Música Angolana da União dos Artistas e Compositores Angolanos e a Distinção de Mérito da província de Malange.

O PNCA é a mais importante distinção do Estado Angolano neste sector, tendo como principal objectivo incentivar a criação artística e cultural, bem como a investigação científica no domínio das ciências humanas e sociais.

É atribuído nas categorias de literatura, artes plásticas, dança, música, teatro, cinema e audiovisuais, investigação em ciências humanas e sociais, festividades culturais populares e jornalismo cultural.

O prémio constitui uma homenagem e incentivo ao génio criador dos angolanos, de modo a perpetuar entre os cidadãos ideias tendentes à compreensão das múltiplas formas de criação artística e diversidade das manifestações linguísticas e culturais do povo e da Nação.

Segundo o júri do prémio promovido pelo Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente, presidido por José Octávio Serra Van-Dúnem, originária de Malanje, Rosa Roque é uma compositora de pena fina que recria a história, diversos aspectos costumistas, o jogo – no sentido de brincadeira, de gozo e de chacota – entre a razão, a memória musical e a reflexão estética, mas, sobretudo, como uma festa do canto, da música e da dança.

A trajectória musical de Rosa Roque, lê-se na nota explicativa, navega constantemente entre a herança do folclore e a música urbana, entre o português e o Kimbundu, entre vários tipos de ritmos e universos sonoros calibrados nas Áfricas francofóna e anglofóna que a tornaram, por mérito próprio, na professora que ajudou a revolucionar a música angolana dos últimos trinta anos.

“Coração, a alma, a ambição e pragmatismo foram os instrumentos que Rosa Ermelinda Roque Pegado utilizou de modo constante e sereno, permitindo a concretização do Projecto Avilupa Kuimbila e do agrupamento musical As Gingas do Maculusso, tendo ambos funcionado como uma escola para inúmeros artistas e cantores angolanos”, reforça o júri.

Rosa Ermelinda Roque dos Santos nasceu a 4 de Março de 1953 na província de Malanje. Conta com distinções e reconhecimentos pelo seu trabalho, destacando-se o Diploma de Mérito Nacional para a Música; Diploma Baluarte da Música Angolana da União dos Artistas e Compositores Angolanos e a Distinção de Mérito da província de Malange.

O PNCA é a mais importante distinção do Estado Angolano neste sector, tendo como principal objectivo incentivar a criação artística e cultural, bem como a investigação científica no domínio das ciências humanas e sociais.

É atribuído nas categorias de literatura, artes plásticas, dança, música, teatro, cinema e audiovisuais, investigação em ciências humanas e sociais, festividades culturais populares e jornalismo cultural.

O prémio constitui uma homenagem e incentivo ao génio criador dos angolanos, de modo a perpetuar entre os cidadãos ideias tendentes à compreensão das múltiplas formas de criação artística e diversidade das manifestações linguísticas e culturais do povo e da Nação.