Rua dos mercadores representa percurso histórico angolano

  • Vista parcial da Rua dos Mercadores, em Luanda.
Luanda - A Rua dos Mercadores, localizada no Bairro dos Coqueiros, representa o percurso histórico angolano, considerou, esta quarta-feira, o guia de turismo, Carlos Bumba.

O especialista, que falava numa mesa redonda destinada a promover uma reflexão sobre a “Rua dos Mercadores – Memórias Partilhadas”, destacou o facto de atravessar vários séculos (XVII a XXI).

Relativamente a mesa redonda, Carlos Bumba  sublinha que a ideia é a partilha do esplendor cultural, a dor e criar memória, uma vez que a rua albergava multiplicidade de comércio, desde a borracha, marfim, cera, missangas e o vinho, sendo o expoente máximo o comércio de escravos.

“Os edifícios em si são herança judaico-cristã,  em que a parte de cima é residência e a de baixo é comércio. Mas também haviam quintalões onde eram armazenados os escravos, facilitando assim o comércio devido a proximidade do Porto de Luanda”, referiu.

Neste sentido, o guia de turismo diz ser importante que se fale sobre a rua, por ser a segunda mais antiga de Luanda, depois da rua que começa na Fortaleza (Museu de História Militar), passando pela Cidade Alta até ao Hospital Maria Pia.

A rua foi ainda a primeira a nível da baixa de Luanda, tendo sido construída entre sobrados.

Para a actual geração, Carlos  Bumba destaca o facto de a rua guardar vestígios do maior genocídio da história da humanidade, a áurea da cultura angolana, contadas nos grafites, considerando ser necessário perceber que o património cultural deve ser preservado e conservado.

Já a professora Cristina Pinto, representante da Associação Kalu, um dos objectivos do organismo é a preservação da história.

Cristina Pinto avança que, com a reabilitação e sensibilização da população e os governantes, se tem uma rua onde as pessoas podem estar, passear à pé e praticar actividades culturais.

A professora refere ser, no entanto, necessário mais iluminação, pois, por estar na baixa da cidade, é uma zona privilegiada para relaxar e descontrair.

O especialista, que falava numa mesa redonda destinada a promover uma reflexão sobre a “Rua dos Mercadores – Memórias Partilhadas”, destacou o facto de atravessar vários séculos (XVII a XXI).

Relativamente a mesa redonda, Carlos Bumba  sublinha que a ideia é a partilha do esplendor cultural, a dor e criar memória, uma vez que a rua albergava multiplicidade de comércio, desde a borracha, marfim, cera, missangas e o vinho, sendo o expoente máximo o comércio de escravos.

“Os edifícios em si são herança judaico-cristã,  em que a parte de cima é residência e a de baixo é comércio. Mas também haviam quintalões onde eram armazenados os escravos, facilitando assim o comércio devido a proximidade do Porto de Luanda”, referiu.

Neste sentido, o guia de turismo diz ser importante que se fale sobre a rua, por ser a segunda mais antiga de Luanda, depois da rua que começa na Fortaleza (Museu de História Militar), passando pela Cidade Alta até ao Hospital Maria Pia.

A rua foi ainda a primeira a nível da baixa de Luanda, tendo sido construída entre sobrados.

Para a actual geração, Carlos  Bumba destaca o facto de a rua guardar vestígios do maior genocídio da história da humanidade, a áurea da cultura angolana, contadas nos grafites, considerando ser necessário perceber que o património cultural deve ser preservado e conservado.

Já a professora Cristina Pinto, representante da Associação Kalu, um dos objectivos do organismo é a preservação da história.

Cristina Pinto avança que, com a reabilitação e sensibilização da população e os governantes, se tem uma rua onde as pessoas podem estar, passear à pé e praticar actividades culturais.

A professora refere ser, no entanto, necessário mais iluminação, pois, por estar na baixa da cidade, é uma zona privilegiada para relaxar e descontrair.