“Sona” elevada a património cultural imaterial nacional

  • "Sona" Arte etnomatemática de contar história através de desenhos
Dundo – A arte etnomatemática de contar histórias através de desenhos na areia, denominada “Sona”, símbolo da cultura tchokwe, foi elevada, este mês, a categoria de património cultural imaterial. pelo Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente, anunciou hoje, quarta-feira, o reitor da Universidade Lueji A'nkonde, Carlos Yoba.

A decisão do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente foi anunicada, esta quarta-feira, pelo reitor da Universidade Lueji A'nkonde, Carlos Yoba.

A elevação desta arte resulta das recomendações da primeira Conferência Internacional sobre o Ensino de Matemática em Angola, promovida em 2019, na província da Lunda Norte, pela Escola Superior Pedagógica, unidade orgânica afecta a Universidade Lueji A'nkonde.

Sona, que significa escrita na areia, era uma forma de comunicação dos ancestrais da região leste do país, predominada pelo povo Tchokwe, que escreviam mensagens por gravuras em paredes de casas, árvores e no chão (areia) nas aldeias, para serem decifradas pelos demais membros da comunidade.

Estas gravuras (Sona), de difícil entendimento, encontram-se, actualmente, no Museu Dundo, e num livro que aborda a cultura bantu e já foi retratada numa longa-metragem “Os deuses da água”, numa co-produção entre a Argentina e Angola, em 2013.

Pesquisas feitas recentemente indicam a existência, na altura da gravação da longa-metragem, de apenas um ancião, funcionário do Museu do Dundo, que ainda praticava o Sona e que foi um dos actores locais do filme.

Actualmente, existem mais de 10 obras científicas, publicadas em várias partes do mundo, a retratarem o Sona e nenhuma em Angola.

Carlos Yoba disse que a elevação desta arte a património nacional, resultou de um esforço conjunto com o governo da Lunda Norte e representa um passo importante para, futuramente, ser elevada a património mundial.

Disse tratar-se de jogos matemáticos que os mais velhos utilizam na região, para transmitir conhecimentos e experiências e que pode ser útil na melhoria do processo de ensino e aprendizagem da matemática em Angola.

Acrescentou que o estudo do Sona transcende as fronteiras nacionais e é investigada por especialistas africanos, europeus e americanos, considerando ser urgente a sua inserção no currículo do ensino da Matemática em Angola, porque garante uma formação multicultural para todas as franjas.

A decisão do Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente foi anunicada, esta quarta-feira, pelo reitor da Universidade Lueji A'nkonde, Carlos Yoba.

A elevação desta arte resulta das recomendações da primeira Conferência Internacional sobre o Ensino de Matemática em Angola, promovida em 2019, na província da Lunda Norte, pela Escola Superior Pedagógica, unidade orgânica afecta a Universidade Lueji A'nkonde.

Sona, que significa escrita na areia, era uma forma de comunicação dos ancestrais da região leste do país, predominada pelo povo Tchokwe, que escreviam mensagens por gravuras em paredes de casas, árvores e no chão (areia) nas aldeias, para serem decifradas pelos demais membros da comunidade.

Estas gravuras (Sona), de difícil entendimento, encontram-se, actualmente, no Museu Dundo, e num livro que aborda a cultura bantu e já foi retratada numa longa-metragem “Os deuses da água”, numa co-produção entre a Argentina e Angola, em 2013.

Pesquisas feitas recentemente indicam a existência, na altura da gravação da longa-metragem, de apenas um ancião, funcionário do Museu do Dundo, que ainda praticava o Sona e que foi um dos actores locais do filme.

Actualmente, existem mais de 10 obras científicas, publicadas em várias partes do mundo, a retratarem o Sona e nenhuma em Angola.

Carlos Yoba disse que a elevação desta arte a património nacional, resultou de um esforço conjunto com o governo da Lunda Norte e representa um passo importante para, futuramente, ser elevada a património mundial.

Disse tratar-se de jogos matemáticos que os mais velhos utilizam na região, para transmitir conhecimentos e experiências e que pode ser útil na melhoria do processo de ensino e aprendizagem da matemática em Angola.

Acrescentou que o estudo do Sona transcende as fronteiras nacionais e é investigada por especialistas africanos, europeus e americanos, considerando ser urgente a sua inserção no currículo do ensino da Matemática em Angola, porque garante uma formação multicultural para todas as franjas.