Torneio Kandengue Escritor apenas com menções honrosas

  • Alexandre Costa, Secretário permanente da CNU-Angola, entrega de certificado de participação
Luanda - O júri da primeira edição do torneio Kandengue Escritor atribuiu, nesta sexta-feira, em Luanda, menções honrosas aos finalistas, por concluir não haver vencedor.

Segundo o presidente do júri, Orlando André Lundoloqui, ficou evidente nas propostas apresentadas a ausência de leitura extra-escolar e a escassez de processos didácticos na exploração morfo-sintáctica, fonética e semântica dos manuais de Língua Portuguesa.

Acrescentou que não há substância linguística que permita atribuir os prémios previstos às redacções dos concorrentes por escassez de competência linguística e de uma criatividade redactorial, e por não haver uma aproximação do tema “o livro como cultura de paz” à vida real de cada um, no dia dedicado mundialmente ao Livro e aos Direitos de Autor.

Participaram do torneio 34 textos, dos quais oito foram seleccionados de alunos das escolas do I e II ciclos das províncias de Luanda, Cuanzas Norte e Sul e Malanje.

O concurso foi lançado em Fevereiro deste ano com o objectivo de dinamizar o Projecto Biblioteca Manual, estimular o prazer pela leitura e escrita, promover o contacto entre os escritores e os estudantes, dotar os estudantes de conhecimento sobre os direitos de autor, avaliar a percepção e expandir o conceito da cultura de paz nas escolas.

Para o secretário de Estado para o Ensino Pré-escolar e Primário, Pacheco Francisco, como projecto piloto, os constrangimentos se fazem sentir, porém é pretensão do pelouro desenhar uma segunda edição mais inclusiva na busca permanente do melhor para os alunos do país.

Salientou que o Ministério da Educação está a trabalhar para a obtenção de sinergias que visam aumentar o nível de exigências e todo o sistema de ensino e acções como o torneio kandengue escritor estimulam a leitura, bem como a melhoria da escrita em Língua portuguesa.

O projecto é destinado aos estudantes com idades compreendidas entre os 12 e 17 anos pertencentes a rede das escolas associadas (Rede- PEA) à Unesco e conta com a colaboração da União dos Escritores Angolanos (UEA), Fundação Arte e Cultura, Brigada Jovem de Literatura de Angola e o Instituto Nacional da Criança.

Os participantes desenvolveram um texto, contendo no máximo 700 palavras, sobre temas variados e entre os critérios de avaliação estavam o cumprimento das regras básicas de língua portuguesa, criatividade, originalidade, entrosamento com a realidade cultural angolana e legibilidade para os textos em manuscrito.

O torneio teve como tema “O papel do livro da promoção da cultura de paz”.

Segundo o presidente do júri, Orlando André Lundoloqui, ficou evidente nas propostas apresentadas a ausência de leitura extra-escolar e a escassez de processos didácticos na exploração morfo-sintáctica, fonética e semântica dos manuais de Língua Portuguesa.

Acrescentou que não há substância linguística que permita atribuir os prémios previstos às redacções dos concorrentes por escassez de competência linguística e de uma criatividade redactorial, e por não haver uma aproximação do tema “o livro como cultura de paz” à vida real de cada um, no dia dedicado mundialmente ao Livro e aos Direitos de Autor.

Participaram do torneio 34 textos, dos quais oito foram seleccionados de alunos das escolas do I e II ciclos das províncias de Luanda, Cuanzas Norte e Sul e Malanje.

O concurso foi lançado em Fevereiro deste ano com o objectivo de dinamizar o Projecto Biblioteca Manual, estimular o prazer pela leitura e escrita, promover o contacto entre os escritores e os estudantes, dotar os estudantes de conhecimento sobre os direitos de autor, avaliar a percepção e expandir o conceito da cultura de paz nas escolas.

Para o secretário de Estado para o Ensino Pré-escolar e Primário, Pacheco Francisco, como projecto piloto, os constrangimentos se fazem sentir, porém é pretensão do pelouro desenhar uma segunda edição mais inclusiva na busca permanente do melhor para os alunos do país.

Salientou que o Ministério da Educação está a trabalhar para a obtenção de sinergias que visam aumentar o nível de exigências e todo o sistema de ensino e acções como o torneio kandengue escritor estimulam a leitura, bem como a melhoria da escrita em Língua portuguesa.

O projecto é destinado aos estudantes com idades compreendidas entre os 12 e 17 anos pertencentes a rede das escolas associadas (Rede- PEA) à Unesco e conta com a colaboração da União dos Escritores Angolanos (UEA), Fundação Arte e Cultura, Brigada Jovem de Literatura de Angola e o Instituto Nacional da Criança.

Os participantes desenvolveram um texto, contendo no máximo 700 palavras, sobre temas variados e entre os critérios de avaliação estavam o cumprimento das regras básicas de língua portuguesa, criatividade, originalidade, entrosamento com a realidade cultural angolana e legibilidade para os textos em manuscrito.

O torneio teve como tema “O papel do livro da promoção da cultura de paz”.