UA analisa Bienal de Luanda para a Cultura de Paz

  • Secretária de Estado das Relações Exteriores, Esmeralda da Silva Mendonça
Addis-Abeba – A União Africana (UA) avaliou, esta quinta-feira, a organização da 2ª edição da Bienal de Luanda - Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz.

Durante a 39ª sessão ordinária do Conselho Executivo da UA, a proposta angolana foi apresentada, pela secretária de Estado das Relações Exteriores, Esmeralda Mendonça.

A 2ª edição da Bienal de Luanda, cuja realização estava prevista para este mês, foi adiada devido à circunstâncias imprevistas, mantendo-se em curso a preparação do evento.

Angola reiterou, recentemente, o seu empenho na realização da iniciativa que reúne, de dois em dois anos, actores e parceiros de um movimento pan-africano envolvido na prevenção da violência e de conflitos para a consolidação da paz e estabilidade no continente.

Na agenda de trabalhos do Conselho Executivo constou também a análise dos relatórios dos respectivos comités, incluíndo os Ad-hoc, a eleição de dois comissários da UA, do presidente e vice-presidente da Universidade Pan-Africana (UPA), de quatro membros da Comissão Africana dos Direitos Humanos e dos Povos (CADHP) e de quatro membros do Conselho Executivo da organização continental sobre a corrupção.

A 39ª sessão do Conselho Executivo da UA encerra sexta-feira,15, dia em que se aguarda pela intervenção final de Angola, a ser efectuada pela secretária de Estado das Relações Exteriores, Esmeralda Mendonça, que chefia uma delegação que integra o embaixador angolano na Etiópia e Representante junto da União Africana, Francisco José da Cruz, e outros funcionários diplomáticos.

Durante a 39ª sessão ordinária do Conselho Executivo da UA, a proposta angolana foi apresentada, pela secretária de Estado das Relações Exteriores, Esmeralda Mendonça.

A 2ª edição da Bienal de Luanda, cuja realização estava prevista para este mês, foi adiada devido à circunstâncias imprevistas, mantendo-se em curso a preparação do evento.

Angola reiterou, recentemente, o seu empenho na realização da iniciativa que reúne, de dois em dois anos, actores e parceiros de um movimento pan-africano envolvido na prevenção da violência e de conflitos para a consolidação da paz e estabilidade no continente.

Na agenda de trabalhos do Conselho Executivo constou também a análise dos relatórios dos respectivos comités, incluíndo os Ad-hoc, a eleição de dois comissários da UA, do presidente e vice-presidente da Universidade Pan-Africana (UPA), de quatro membros da Comissão Africana dos Direitos Humanos e dos Povos (CADHP) e de quatro membros do Conselho Executivo da organização continental sobre a corrupção.

A 39ª sessão do Conselho Executivo da UA encerra sexta-feira,15, dia em que se aguarda pela intervenção final de Angola, a ser efectuada pela secretária de Estado das Relações Exteriores, Esmeralda Mendonça, que chefia uma delegação que integra o embaixador angolano na Etiópia e Representante junto da União Africana, Francisco José da Cruz, e outros funcionários diplomáticos.