UEA: 45 anos ao serviço da cultura angolana

  • Fachada da União dos Escritores angolanos U E A
Luanda – A União dos Escritores Angolanos (UEA) assinala, nesta quinta-feira, 45 anos na vanguarda pela promoção e defesa da cultura angolana.

 

A mais antiga associação do país, fundada um mês depois da proclamação da independência nacional a 11 de Novembro de 1975, destaca-se, ao longo da sua existência, pela promoção dos ideais e da identidade cultural angolana, com acções (palestras, edição e publicação de obras literárias, entre outras) em prol da afirmação das artes e da cultura de Angola.

A viver uma crise sem precedentes, resultante dos cortes das fontes de financiamento para a produção editorial, pagamento de salários dos funcionários e a cobertura dos gastos administrativos, agravada pelas consequências da Covid-19, a instituição procura, actualmente, sob direcção de David Capeleguela reerguer-se e reassumir o seu papel de catalisador da letras e da cultura nacional.

Na sua grelha de programas, destaca-se, entre outras, a Maka a Quarta-feira, evento que se realiza todas as quarta-feira em torno de debates, conferências sobre o quotidiano angolano, em geral, lançamentos de obras literárias, discográficas.   

A UEA, do ponto de vista da produção editorial, teve o seu "período de ouro” na década de 80, quando as tiragens dos livros dos seus membros atingiam a casa das dezenas de milhares de exemplares.

Desde 1975 alguns dos membros da associação de escritores produziram obras fundamentais para a compreensão - através da imaginação e do sonho - da realidade e da história do país e para a fixação da memória colectiva e a invenção e edificação da angolanidade.

Fundada por 32 escritores, estatutariamente designados de “Membros Fundadores, a 10 de Dezembro de 1975, é uma instituição de utilidade pública e com sede na cidade de Luanda.

O poeta Agostinho Neto, 1º Presidente de Angola, foi o Primeiro Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

A instituição comporta vários espaços divididos em Biblioteca, dois Jangos ”Biblioteca”, um Cyber Café com 16 postos, o Sector editorial, um Auditório para 150 pessoas, um Jango Bar, a Sala VIP “Uahenga Xitu”, espaço nobre de trabalho dos seus filiados.

 

A mais antiga associação do país, fundada um mês depois da proclamação da independência nacional a 11 de Novembro de 1975, destaca-se, ao longo da sua existência, pela promoção dos ideais e da identidade cultural angolana, com acções (palestras, edição e publicação de obras literárias, entre outras) em prol da afirmação das artes e da cultura de Angola.

A viver uma crise sem precedentes, resultante dos cortes das fontes de financiamento para a produção editorial, pagamento de salários dos funcionários e a cobertura dos gastos administrativos, agravada pelas consequências da Covid-19, a instituição procura, actualmente, sob direcção de David Capeleguela reerguer-se e reassumir o seu papel de catalisador da letras e da cultura nacional.

Na sua grelha de programas, destaca-se, entre outras, a Maka a Quarta-feira, evento que se realiza todas as quarta-feira em torno de debates, conferências sobre o quotidiano angolano, em geral, lançamentos de obras literárias, discográficas.   

A UEA, do ponto de vista da produção editorial, teve o seu "período de ouro” na década de 80, quando as tiragens dos livros dos seus membros atingiam a casa das dezenas de milhares de exemplares.

Desde 1975 alguns dos membros da associação de escritores produziram obras fundamentais para a compreensão - através da imaginação e do sonho - da realidade e da história do país e para a fixação da memória colectiva e a invenção e edificação da angolanidade.

Fundada por 32 escritores, estatutariamente designados de “Membros Fundadores, a 10 de Dezembro de 1975, é uma instituição de utilidade pública e com sede na cidade de Luanda.

O poeta Agostinho Neto, 1º Presidente de Angola, foi o Primeiro Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

A instituição comporta vários espaços divididos em Biblioteca, dois Jangos ”Biblioteca”, um Cyber Café com 16 postos, o Sector editorial, um Auditório para 150 pessoas, um Jango Bar, a Sala VIP “Uahenga Xitu”, espaço nobre de trabalho dos seus filiados.