Comité de gestão trabalha para restauração do Kulumbimbi

  • Ruinas da antiga Sé Catedral Kulumbimbi
Mbanza Kongo – O Comité de Gestão Participativa do Centro Histórico de Mbanza Kongo, província do Zaire, está a trabalhar para a restauração, nos próximos dias, dos vestígios do antigo reino do Kongo, com destaque para a antiga Sé Catedral Kulumbimbi.

Ao falar à ANGOP, o gestor do Centro Histórico de Mbanza Kongo, Biluka Nsakala Nsenga, sublinhou que desde a classificação como Património Mundial, a conservação dos vestígios melhorou substancialmente, não obstante existirem alguns monumentos a necessitarem de trabalhos de restauro.

Entre os vestígios históricos que clamam por uma intervenção urgente, Biluka Nsakala Nsenga apontou a Sé Catedral Kulumbimbi, cuja estrutura apresenta fissuras na parte exterior e interior.

Informou que contatos têm sido feitos com alguns países detentores de especialistas em restauração para que num futuro breve comecem os trabalhos de reparação das ruínas da primeira igreja cristã construída na África sub-saariana em 1491.

“O Centro Histórico de Mbanza Kongo e o Ministério da Cultura estão a envidar esforços para que, num futuro breve, iniciem os trabalhos de restauração do Kulumbimbi”, reiterou.

Biluka Nsenga assegurou, por outro lado, que os vestígios encontrados aquando das escavações arqueológicas, no âmbito do projecto “Mbanza Kongo, cidade a desenterrar para preservar”, estão bem conservados e serão depositados no futuro museu do Reino do Kongo a ser construído nesta cidade.

“O actual museu dos Reis do Kongo não está em condições de absorver os objectos que foram recolhidos na altura das escavações arqueológicas”, sublinhou.

O responsável do Centro Histórico de Mbanza Kongo elogiou o comportamento da população local na conservação e preservação dos monumentos e sítios históricos da região.

Mbanza Kongo foi elevada a Património Mundial a 8 de Julho de 2017. O Centro Histórico de Mbanza Kongo ocupa uma área de 89.29 hectares, ao passo que a zona tampão estende-se por uma área de 622, 16 hectares.

 

Ao falar à ANGOP, o gestor do Centro Histórico de Mbanza Kongo, Biluka Nsakala Nsenga, sublinhou que desde a classificação como Património Mundial, a conservação dos vestígios melhorou substancialmente, não obstante existirem alguns monumentos a necessitarem de trabalhos de restauro.

Entre os vestígios históricos que clamam por uma intervenção urgente, Biluka Nsakala Nsenga apontou a Sé Catedral Kulumbimbi, cuja estrutura apresenta fissuras na parte exterior e interior.

Informou que contatos têm sido feitos com alguns países detentores de especialistas em restauração para que num futuro breve comecem os trabalhos de reparação das ruínas da primeira igreja cristã construída na África sub-saariana em 1491.

“O Centro Histórico de Mbanza Kongo e o Ministério da Cultura estão a envidar esforços para que, num futuro breve, iniciem os trabalhos de restauração do Kulumbimbi”, reiterou.

Biluka Nsenga assegurou, por outro lado, que os vestígios encontrados aquando das escavações arqueológicas, no âmbito do projecto “Mbanza Kongo, cidade a desenterrar para preservar”, estão bem conservados e serão depositados no futuro museu do Reino do Kongo a ser construído nesta cidade.

“O actual museu dos Reis do Kongo não está em condições de absorver os objectos que foram recolhidos na altura das escavações arqueológicas”, sublinhou.

O responsável do Centro Histórico de Mbanza Kongo elogiou o comportamento da população local na conservação e preservação dos monumentos e sítios históricos da região.

Mbanza Kongo foi elevada a Património Mundial a 8 de Julho de 2017. O Centro Histórico de Mbanza Kongo ocupa uma área de 89.29 hectares, ao passo que a zona tampão estende-se por uma área de 622, 16 hectares.