Angola reafirma cumprimento das orientações da UNESCO

  • Cidade de Mbanza Kongo
Mbanza Kongo – O Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente afirmou, esta sexta-feira, em Mbanza Kongo, não haver risco de um eventual afastamento do Centro Histórico do antigo Reino do Kongo da lista da UNESCO, por alegado incumprimento das recomendações.

O Centro Histórico de Mbanza Kongo é Património Cultural da Humanidade da UNESCO desde o dia 8 de Julho de 2017.

De acordo com o director-adjunto do Instituto Nacional do Património Cultural, Emmanuel Caboco, em declarações à ANGOP, nunca se levantou essa questão, frisando que as pessoas que aventam esta hipótese estão fora de qualquer conhecimento da esfera oficial.

Sublinhou que o sector da Cultura, ponto focal em Angola junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Cultura e Ciência (UNESCO), nunca foi, em nenhum momento, notificado em relação ao assunto.

Asseverou que Mbanza Kongo, desde a sua inscrição, nunca foi sujeita a qualquer avaliação pela UNESCO, anunciando, para breve, uma missão deste organismo internacional para a revisão e actualização do plano de gestão do centro histórico.

"As várias recomendações da UNESCO, aquando da elevação a Património Mundial, estão a ser aplicadas de forma gradual pelas estruturas centrais do governo angolano, tendo em conta o cenário da crise financeira internacional e à pandemia da Covid-19", disse.

O destaque recai para a construção de um novo aeroporto, fora da zona classificada, museu, a requalificação das 12 fontes de água que circundam a cidade e que constituem pontos históricos, assim como a retirada de antenas metálicas de telecomunicações do centro da urbe.

As antenas metálicas foram já removidas, enquanto se trabalha para dar-se cumprimento a outras tarefas pelas autoridades competentes.

Mbanza Kongo assinalou, quinta-feira, 8 de Julho, o quarto aniversário da sua ascensão a património mundial, com um workshop sobre o passado histórico, os caminhos para o desenvolvimento do turismo, assim como as medidas para a promoção e preservação do património histórico e cultural.

O Centro Histórico de Mbanza Kongo é Património Cultural da Humanidade da UNESCO desde o dia 8 de Julho de 2017.

De acordo com o director-adjunto do Instituto Nacional do Património Cultural, Emmanuel Caboco, em declarações à ANGOP, nunca se levantou essa questão, frisando que as pessoas que aventam esta hipótese estão fora de qualquer conhecimento da esfera oficial.

Sublinhou que o sector da Cultura, ponto focal em Angola junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Cultura e Ciência (UNESCO), nunca foi, em nenhum momento, notificado em relação ao assunto.

Asseverou que Mbanza Kongo, desde a sua inscrição, nunca foi sujeita a qualquer avaliação pela UNESCO, anunciando, para breve, uma missão deste organismo internacional para a revisão e actualização do plano de gestão do centro histórico.

"As várias recomendações da UNESCO, aquando da elevação a Património Mundial, estão a ser aplicadas de forma gradual pelas estruturas centrais do governo angolano, tendo em conta o cenário da crise financeira internacional e à pandemia da Covid-19", disse.

O destaque recai para a construção de um novo aeroporto, fora da zona classificada, museu, a requalificação das 12 fontes de água que circundam a cidade e que constituem pontos históricos, assim como a retirada de antenas metálicas de telecomunicações do centro da urbe.

As antenas metálicas foram já removidas, enquanto se trabalha para dar-se cumprimento a outras tarefas pelas autoridades competentes.

Mbanza Kongo assinalou, quinta-feira, 8 de Julho, o quarto aniversário da sua ascensão a património mundial, com um workshop sobre o passado histórico, os caminhos para o desenvolvimento do turismo, assim como as medidas para a promoção e preservação do património histórico e cultural.