Cultura actualiza plano de gestão de Mbanza Kongo

  • Ruínas da antiga Sé Catedral (Kulumbimi)
Mbanza Kongo - O plano de gestão do Centro Histórico de Mbanza Kongo, província do Zaire, está a ser actualizado pelo Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente, em parceria com a Organização das Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

O facto foi anunciado esta terça-feira, em Mbanza Kongo, pela secretária de Estado da Cultura, Maria da Piedade de Jesus, que iniciou uma visita de trabalho de três dias à cidade Património Mundial.

Em declarações à imprensa, a responsável disse que o actual plano de gestão, em vigor desde 2016, expirou em 2020, pelo que urge a necessidade de se traçar um novo, para o período 2022-2026.

O actual plano de gestão da capital do antigo Reino do Kongo tem sido executado por um comité, criado à luz do Decreto Presidencial 178/2015, de 18 de Setembro.

O objectivo do referido plano é desenvolver acções que visem a conservação e preservação do património histórico-cultural local, assim como a divulgação do seu valor excepcional.

Maria da Piedade de Jesus enfatizou ainda a necessidade de se consolidar as estruturas das ruínas da antiga Sé Catedral (Kulumbimi), Património Histórico Nacional, ameaçadas por fissuras.

Para o efeito, adiantou, o Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente vai  procurar um ponto de convergência com o governo local, para se encontrar uma empresa especializada em restauração de bens culturais.

Em relação ao Festival Internacional da Cultura Kongo (FestiKongo), previsto para Julho deste ano, explicou que se vai realizar num contexto particular, devido à Covid-19, com a realização de um workshop internacional, por vídeo-conferência, em que, entre os convidados, se destacam países cujos territórios integravam o antigo Reino do Kongo, nomeadamente República Democrática do Congo, Congo e Gabão.

Sobre o Museu dos Reis do Kongo, disse que a ideia da sua requalificação e melhoria da exposição mantém-se, acção a ser executada em parceria com a Embaixada de França em Angola, por intermédio da Aliança Francesa.

O Centro Histórico de Mbanza Kongo, inscrito na lista do Património Mundial da UNESCO a 08 de Julho de 2017, ocupa uma área de 89,29 hectares, ao passo que a zona tampão estende-se numa área de 622,16 hectares.

O facto foi anunciado esta terça-feira, em Mbanza Kongo, pela secretária de Estado da Cultura, Maria da Piedade de Jesus, que iniciou uma visita de trabalho de três dias à cidade Património Mundial.

Em declarações à imprensa, a responsável disse que o actual plano de gestão, em vigor desde 2016, expirou em 2020, pelo que urge a necessidade de se traçar um novo, para o período 2022-2026.

O actual plano de gestão da capital do antigo Reino do Kongo tem sido executado por um comité, criado à luz do Decreto Presidencial 178/2015, de 18 de Setembro.

O objectivo do referido plano é desenvolver acções que visem a conservação e preservação do património histórico-cultural local, assim como a divulgação do seu valor excepcional.

Maria da Piedade de Jesus enfatizou ainda a necessidade de se consolidar as estruturas das ruínas da antiga Sé Catedral (Kulumbimi), Património Histórico Nacional, ameaçadas por fissuras.

Para o efeito, adiantou, o Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente vai  procurar um ponto de convergência com o governo local, para se encontrar uma empresa especializada em restauração de bens culturais.

Em relação ao Festival Internacional da Cultura Kongo (FestiKongo), previsto para Julho deste ano, explicou que se vai realizar num contexto particular, devido à Covid-19, com a realização de um workshop internacional, por vídeo-conferência, em que, entre os convidados, se destacam países cujos territórios integravam o antigo Reino do Kongo, nomeadamente República Democrática do Congo, Congo e Gabão.

Sobre o Museu dos Reis do Kongo, disse que a ideia da sua requalificação e melhoria da exposição mantém-se, acção a ser executada em parceria com a Embaixada de França em Angola, por intermédio da Aliança Francesa.

O Centro Histórico de Mbanza Kongo, inscrito na lista do Património Mundial da UNESCO a 08 de Julho de 2017, ocupa uma área de 89,29 hectares, ao passo que a zona tampão estende-se numa área de 622,16 hectares.