Historiador defende monumento em homenagem a Kimpa Vita

  • Historiador Patrício Baatiskama
Mbanza Kongo – O historiador Patrício Batsikama defendeu, esta quinta-feira, em Mbanza Kongo, província do Zaire, a construção de um monumento em homenagem a profetisa Kimpa Vita.

Conhecida como a mãe da unidade africana, Kimpa Vita (1683-1705) tentou unificar o Reino do Kongo, através do seu movimento antonianista (movimento católico bakongo sincrético formado no Reino do Kongo entre 1704 e 1708), mas acabou por ser condenada à morte pelo então regime colonial.

O também antropólogo defendeu esta posição durante a abordagem do tema “A vida e obra da profetiza Kimpa Vita”, na abertura das actividades alusivas ao 4º aniversário da elevação da cidade de Mbanza Kongo a Património Mundial, que se assinala no próximo dia 8 de Julho.

Sugeriu que o monumento deve basear-se na faculdade da teologia africana para associar o conhecimento científico e do aproveitamento da razão individual.

Considerou o espírito de diálogo que deu a origem ao messianismo e que libertou a África Central como um dos maiores legados de Kimpa Vita.

Patrício Batsikama defendeu também a necessidade de se reunir os artistas plásticos, pintores, escultores e outras figuras para se redefinir a imagem da profetiza, erguendo um monumento à dimensão da Kimpa Vita.

Para o académico, toda homenagem a Kimpa Vita deve estar ligada ao conhecimento, já que esta figura preocupava-se, acima de tudo, com a formação do homem africano.

Considerou Mbanza Kongo como um lugar de luz e ponto de excelência intelectual, tendo, para isso, encorajado a juventude a dedicar-se à formação académica, para continuar a resgatar os valores culturais que esta cidade ostenta.

O acto de abertura do programa das celebrações do 4º aniversário da elevação da cidade de Mbanza Kongo a Património Mundial foi orientado pela vice-governadora do Zaire para o sector social, político e económico, Fernanda Deolinda Guerra.

Entre outras actividades, o programa inscreve um culto ecuménico de acção de graças, uma exposição fotográfica sobre o reino do Kongo e visitas guiadas aos sítios e monumentos históricos da cidade património.

Conhecida como a mãe da unidade africana, Kimpa Vita (1683-1705) tentou unificar o Reino do Kongo, através do seu movimento antonianista (movimento católico bakongo sincrético formado no Reino do Kongo entre 1704 e 1708), mas acabou por ser condenada à morte pelo então regime colonial.

O também antropólogo defendeu esta posição durante a abordagem do tema “A vida e obra da profetiza Kimpa Vita”, na abertura das actividades alusivas ao 4º aniversário da elevação da cidade de Mbanza Kongo a Património Mundial, que se assinala no próximo dia 8 de Julho.

Sugeriu que o monumento deve basear-se na faculdade da teologia africana para associar o conhecimento científico e do aproveitamento da razão individual.

Considerou o espírito de diálogo que deu a origem ao messianismo e que libertou a África Central como um dos maiores legados de Kimpa Vita.

Patrício Batsikama defendeu também a necessidade de se reunir os artistas plásticos, pintores, escultores e outras figuras para se redefinir a imagem da profetiza, erguendo um monumento à dimensão da Kimpa Vita.

Para o académico, toda homenagem a Kimpa Vita deve estar ligada ao conhecimento, já que esta figura preocupava-se, acima de tudo, com a formação do homem africano.

Considerou Mbanza Kongo como um lugar de luz e ponto de excelência intelectual, tendo, para isso, encorajado a juventude a dedicar-se à formação académica, para continuar a resgatar os valores culturais que esta cidade ostenta.

O acto de abertura do programa das celebrações do 4º aniversário da elevação da cidade de Mbanza Kongo a Património Mundial foi orientado pela vice-governadora do Zaire para o sector social, político e económico, Fernanda Deolinda Guerra.

Entre outras actividades, o programa inscreve um culto ecuménico de acção de graças, uma exposição fotográfica sobre o reino do Kongo e visitas guiadas aos sítios e monumentos históricos da cidade património.