Historiador defende construção de santuário no Porto do Pinda

  • Margem do rio Zaire
Soyo – O historiador angolano Monteiro Guilherme defendeu, esta quinta-feira, no Soyo, província do Zaire, a construção de um santuário no Porto do Pinda, local onde foram baptizados os primeiros cristãos católicos ao sul da África subsaariana.

Em declarações à ANGOP para falar sobre as potencialidades históricas e culturais da região, o académico lembrou que o local foi também, em 1491, ponto de partida de escravos para o resto do mundo, durante a época colonial.

Segundo o responsavel, a edificação de empreendimentos em locais históricos da província contribuira no relançamento do turismo cultural e a subsequente geração de riqueza e emprego para a juventude.

Para o efeito, o docente universitário defende mais investimentos em infra-estruturas rodoviárias, portuárias e hoteleiras capazes de atraírem mais turistas nacionais e estrangeiros.

Apontou também como principal cartaz de atracção de turistas na região, a  Ilha da Ponta do Padrão, onde em 1482, o navegador português Diogo Cão desembarcou pela primeira vez e teve o primeiro contacto com os autóctones do antigo Reino do Kongo.

Acrescentou que, no mesmo local, há outros atractivos que os interessados podem desfrutar, com destaque para o Padrão de São Jorge, eriuigo por Diogo Cão depois de pisou, pela primeira vez, a terra do reino do Kongo, bem como a mística Pata da Maria, um espaço de cerca de 20 metros quadrados, onde, misteriosamente, não cresce capim há séculos.

“Esses e outros sítios históricos que constituem o nosso mosaico histórico-cultural se forem bem explorados e rentabilizados podem contribuir na diversificação da nossa economia”, realçou.

Defendeu, a propósito, a elaboração de um plano integrado com o envolvimento dos sectores da Cultura, Turismo e Educação, incluindo o sector privado.

 

Em declarações à ANGOP para falar sobre as potencialidades históricas e culturais da região, o académico lembrou que o local foi também, em 1491, ponto de partida de escravos para o resto do mundo, durante a época colonial.

Segundo o responsavel, a edificação de empreendimentos em locais históricos da província contribuira no relançamento do turismo cultural e a subsequente geração de riqueza e emprego para a juventude.

Para o efeito, o docente universitário defende mais investimentos em infra-estruturas rodoviárias, portuárias e hoteleiras capazes de atraírem mais turistas nacionais e estrangeiros.

Apontou também como principal cartaz de atracção de turistas na região, a  Ilha da Ponta do Padrão, onde em 1482, o navegador português Diogo Cão desembarcou pela primeira vez e teve o primeiro contacto com os autóctones do antigo Reino do Kongo.

Acrescentou que, no mesmo local, há outros atractivos que os interessados podem desfrutar, com destaque para o Padrão de São Jorge, eriuigo por Diogo Cão depois de pisou, pela primeira vez, a terra do reino do Kongo, bem como a mística Pata da Maria, um espaço de cerca de 20 metros quadrados, onde, misteriosamente, não cresce capim há séculos.

“Esses e outros sítios históricos que constituem o nosso mosaico histórico-cultural se forem bem explorados e rentabilizados podem contribuir na diversificação da nossa economia”, realçou.

Defendeu, a propósito, a elaboração de um plano integrado com o envolvimento dos sectores da Cultura, Turismo e Educação, incluindo o sector privado.