Início da construção do novo Museu em Mbanza Kongo sem data

  • Museu Dos Reis Do Kongo
Mbanza Kongo- O Governo ainda não definiu uma data para o início da construção do novo Museu em Mbanza Kongo, província do Zaire, conforme recomendação da UNESCO.

A construção de um novo museu é uma das recomendações da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) aquando da inscrição do Centro Histórico de Mbanza Kongo na lista do Património Mundial, a 08 de Julho de 2017.

Segundo a secretária de Estado da Cultura, Maria da Piedade de Jesus, que falava, nesta quarta-feira, à imprensa, existe já uma planta do futuro museu, elaborada pelo governo provincial do Zaire, que deverá ser apresentada aos países cujos territórios faziam parte do antigo Reino do Kongo.

“As autoridades da província deverão trabalhar com peritos da República Democrática do Congo, Congo Brazzaville e do Gabão para eventuais contributos sobre a estrutura arquitectónica do novo museu”, esclareceu.

Maria da Piedade de Jesus explicou que o projecto está sem cobertura no Orçamento Geral do Estado (OGE) deste ano, manifestando também dúvidas que possa constar do programa para o ano 2022.

Avançou a ideia de reformar o actual Museu dos Reis do Kongo, que passará pelo restauro de algumas peças e a reestruturação da exposição existente, mas sem definir data para o arranque dos trabalhos.

A responsável informou, por outro lado, que o estatuto orgânico do Museu ( de especialidade) dos Reis do Kongo será definido em breve, pelo Instituto Nacional do Património Cultural.

O edifício do Museu dos Reis do Kongo foi, no passado, uma residência real construída em 1903, até à última sucessão do trono ocorrida na década de 1960, tendo sido transformada em Museu dos Reis do Kongo após a Independência Nacional.

O espaço permaneceu encerrado durante anos devido ao conflito armado. Foi reaberto em 2007, depois de  beneficiar de obras de restauro e ampliação, passando desta feita a de-signar-se Museu dos Reis do Kongo. O edifício está classificado como Património Cultural Nacional.

Conta com 92 peças expostas e 16 em regime de reserva, cujo acervo está repartido por quatro principais grupos, de acordo com a sua importância.

O primeiro  corresponde as peças que retratam aspectos históricos, geográficos e políticos, concretamente retratos, mapas sobre o território que abarcava o Reino do Kongo e respectivos reis que passaram pelo trono, bem como o carimbo.

O segundo espelha a organização sócio-económica do Reino do Kongo, nomeadamente o testemunho do domínio da tecnologia de fundição de metais, entre os quais o ferro.

O terceiro grupo inclui peças que testemunham o culto ancestral, como música e comunicação à distância, enquanto o quarto retrata a abertura do Reino do Kongo ao mundo ocidental.

A construção de um novo museu é uma das recomendações da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) aquando da inscrição do Centro Histórico de Mbanza Kongo na lista do Património Mundial, a 08 de Julho de 2017.

Segundo a secretária de Estado da Cultura, Maria da Piedade de Jesus, que falava, nesta quarta-feira, à imprensa, existe já uma planta do futuro museu, elaborada pelo governo provincial do Zaire, que deverá ser apresentada aos países cujos territórios faziam parte do antigo Reino do Kongo.

“As autoridades da província deverão trabalhar com peritos da República Democrática do Congo, Congo Brazzaville e do Gabão para eventuais contributos sobre a estrutura arquitectónica do novo museu”, esclareceu.

Maria da Piedade de Jesus explicou que o projecto está sem cobertura no Orçamento Geral do Estado (OGE) deste ano, manifestando também dúvidas que possa constar do programa para o ano 2022.

Avançou a ideia de reformar o actual Museu dos Reis do Kongo, que passará pelo restauro de algumas peças e a reestruturação da exposição existente, mas sem definir data para o arranque dos trabalhos.

A responsável informou, por outro lado, que o estatuto orgânico do Museu ( de especialidade) dos Reis do Kongo será definido em breve, pelo Instituto Nacional do Património Cultural.

O edifício do Museu dos Reis do Kongo foi, no passado, uma residência real construída em 1903, até à última sucessão do trono ocorrida na década de 1960, tendo sido transformada em Museu dos Reis do Kongo após a Independência Nacional.

O espaço permaneceu encerrado durante anos devido ao conflito armado. Foi reaberto em 2007, depois de  beneficiar de obras de restauro e ampliação, passando desta feita a de-signar-se Museu dos Reis do Kongo. O edifício está classificado como Património Cultural Nacional.

Conta com 92 peças expostas e 16 em regime de reserva, cujo acervo está repartido por quatro principais grupos, de acordo com a sua importância.

O primeiro  corresponde as peças que retratam aspectos históricos, geográficos e políticos, concretamente retratos, mapas sobre o território que abarcava o Reino do Kongo e respectivos reis que passaram pelo trono, bem como o carimbo.

O segundo espelha a organização sócio-económica do Reino do Kongo, nomeadamente o testemunho do domínio da tecnologia de fundição de metais, entre os quais o ferro.

O terceiro grupo inclui peças que testemunham o culto ancestral, como música e comunicação à distância, enquanto o quarto retrata a abertura do Reino do Kongo ao mundo ocidental.