Plano turístico para Mbanza Kongo concluído em Julho

  • Cidade de Mbanza Kongo
Mbanza Kongo – O plano com as potencialidades turísticas e os principais eixos para o desenvolvimento do turismo no Centro Histórico de Mbanza Kongo, província do Zaire, estará concluído até Julho deste ano.

De acordo com o responsável pela área de promoção e valorização do património do Comité de Gestão Participativa, Luntadila Lunguana, o plano vai conter o cronograma das acções que visam valorizar e rentabilizar o potencial turístico.

Na opinião do técnico da cultura do Zaire, as potencialidades turísticas da localidade continuam intactas, num estado natural ou primitivo que requer alguns acertos para que seja apresentado e colocado ao dispor dos amantes do turismo científico ou cultural, fundamentalmente.

O documento, informou, está a ser elaborado por técnicos do Comité de Gestão Participativa do Centro Histórico em colaboração com o Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente e deverá incluir algumas contribuições da sociedade civil local.



O lançamento, segundo a fonte que falava esta terça-feira à ANGOP, deverá ocorrer por ocasião do terceiro aniversário da elevação desta cidade a Património Cultural da Humanidade, a assinalar-se a 8 de Julho.

Descreveu como potenciais sítios ou locais turísticos, que deverão fazer parte do plano, as 12 fontes naturais de água que circundam a cidade de Mbanza Kongo, os sítios Sungilu, Mpindi a Tadi, Tady Dya Bukikwa, túmulo de dona Mpolo.

Figuram também da lista, o museu dos Reis do Kongo, as ruínas da antiga Sé Catedral (Kulumbumbi), a casa do secretário do rei, o cemitério dos Reis do Kongo, a actual Sé Catedral e o templo da Igreja Evangélica Baptista em Angola (IEBA).

Os locais acima referenciados estão classificados como patrimónios nacionais pelo Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente.

Mbanza Kongo conta já com roteiro, mapa e guia turístico, lançado em Setembro de 2019 pelo então Ministério do Turismo.



Em Janeiro de 2020 foi a vez do sector do Ordenamento do Território e Habitação apresentar a proposta do regulamento e do plano urbanístico do centro histórico de Mbanza Kongo.

Este último documento contém 11 capítulos e 66 artigos e sua elaboração obedeceu as recomendações feitas pela UNESCO aquando da inscrição de Mbanza Kongo na lista do Património Mundial.

O regulamento vai dotar a este sítio histórico e a zona tampão de um instrumento de gestão e orientação técnica de salvaguarda do património e define as normas e os princípios relativos a transformação do espaço urbano edificado e a edificar.



O folheto contém ainda normas sobre usos, mobilidade e medidas de preservação do património histórico.

O Centro Histórico de Mbanza Kongo ocupa uma área de 89,29 hectares e a zona tampão com  622,16 hectares.

De acordo com o responsável pela área de promoção e valorização do património do Comité de Gestão Participativa, Luntadila Lunguana, o plano vai conter o cronograma das acções que visam valorizar e rentabilizar o potencial turístico.

Na opinião do técnico da cultura do Zaire, as potencialidades turísticas da localidade continuam intactas, num estado natural ou primitivo que requer alguns acertos para que seja apresentado e colocado ao dispor dos amantes do turismo científico ou cultural, fundamentalmente.

O documento, informou, está a ser elaborado por técnicos do Comité de Gestão Participativa do Centro Histórico em colaboração com o Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente e deverá incluir algumas contribuições da sociedade civil local.



O lançamento, segundo a fonte que falava esta terça-feira à ANGOP, deverá ocorrer por ocasião do terceiro aniversário da elevação desta cidade a Património Cultural da Humanidade, a assinalar-se a 8 de Julho.

Descreveu como potenciais sítios ou locais turísticos, que deverão fazer parte do plano, as 12 fontes naturais de água que circundam a cidade de Mbanza Kongo, os sítios Sungilu, Mpindi a Tadi, Tady Dya Bukikwa, túmulo de dona Mpolo.

Figuram também da lista, o museu dos Reis do Kongo, as ruínas da antiga Sé Catedral (Kulumbumbi), a casa do secretário do rei, o cemitério dos Reis do Kongo, a actual Sé Catedral e o templo da Igreja Evangélica Baptista em Angola (IEBA).

Os locais acima referenciados estão classificados como patrimónios nacionais pelo Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente.

Mbanza Kongo conta já com roteiro, mapa e guia turístico, lançado em Setembro de 2019 pelo então Ministério do Turismo.



Em Janeiro de 2020 foi a vez do sector do Ordenamento do Território e Habitação apresentar a proposta do regulamento e do plano urbanístico do centro histórico de Mbanza Kongo.

Este último documento contém 11 capítulos e 66 artigos e sua elaboração obedeceu as recomendações feitas pela UNESCO aquando da inscrição de Mbanza Kongo na lista do Património Mundial.

O regulamento vai dotar a este sítio histórico e a zona tampão de um instrumento de gestão e orientação técnica de salvaguarda do património e define as normas e os princípios relativos a transformação do espaço urbano edificado e a edificar.



O folheto contém ainda normas sobre usos, mobilidade e medidas de preservação do património histórico.

O Centro Histórico de Mbanza Kongo ocupa uma área de 89,29 hectares e a zona tampão com  622,16 hectares.