Responsável destaca feitos da Kimpa Vita

Mbanza Kongo – A directora do gabinete provincial do Zaire da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos, Nzuzi Makiese, destacou, esta sexta-feira, em Mbanza Kongo, os feitos da profetisa Kimpa Vita para a unificação do antigo Reino do Kongo.

A responsável fez essas considerações num culto de acção de graças que juntou fiéis de diversas denominações, em homenagem aos 315 anos da morte da profetisa Kimpa Vita.

De acordo com a directora, os feitos desta figura africana que se bateu na libertação do povo africano do jugo colonial contribuíram também na fundamentação para a elevação da cidade de Mbanza Kongo a Património Mundial da Humanidade.

“É uma profetisa conhecida como mãe da unidade africana, guerreira e líder político do então reino do Kongo, que tudo fez para unificar esse povo”, destacou a responsável.

De acordo com a responsável, a história da Kimpa Vita espelha, de forma inequívoca, que a província do Zaire detém uma cultura e história invejável que deve ser transmitida de geração a geração.

Para Nzuzi Makiese, só o facto de o governo angolano atribuir o nome da Kimpa Vita a uma universidade pública do país demonstra a influência e o poder que esta figura granjeava no antigo Reino do Kongo.

Esta é a primeira homenagem que o governo da província do Zaire presta a Kimpa Vita, que morreu, aos 22 anos, no ano de 1706.

Antes do culto ecuménico, foi realizada uma marcha nas principais artérias da cidade de Mbanza Kongo com a participação de centenas de fiéis provenientes de diversos pontos do país e da vizinha República Democrática do Congo (RDC).

A responsável fez essas considerações num culto de acção de graças que juntou fiéis de diversas denominações, em homenagem aos 315 anos da morte da profetisa Kimpa Vita.

De acordo com a directora, os feitos desta figura africana que se bateu na libertação do povo africano do jugo colonial contribuíram também na fundamentação para a elevação da cidade de Mbanza Kongo a Património Mundial da Humanidade.

“É uma profetisa conhecida como mãe da unidade africana, guerreira e líder político do então reino do Kongo, que tudo fez para unificar esse povo”, destacou a responsável.

De acordo com a responsável, a história da Kimpa Vita espelha, de forma inequívoca, que a província do Zaire detém uma cultura e história invejável que deve ser transmitida de geração a geração.

Para Nzuzi Makiese, só o facto de o governo angolano atribuir o nome da Kimpa Vita a uma universidade pública do país demonstra a influência e o poder que esta figura granjeava no antigo Reino do Kongo.

Esta é a primeira homenagem que o governo da província do Zaire presta a Kimpa Vita, que morreu, aos 22 anos, no ano de 1706.

Antes do culto ecuménico, foi realizada uma marcha nas principais artérias da cidade de Mbanza Kongo com a participação de centenas de fiéis provenientes de diversos pontos do país e da vizinha República Democrática do Congo (RDC).