Vestígios do Centro Histórico de Mbanza Kongo patentes na RDC

  • Ruínas da antiga Sé Catedral "Kulumbimbi"
Mbanza Kongo – Vestígios do Centro Histórico de Mbanza Kongo, província do Zaire, encontram-se patentes, desde o dia 28 de Abril deste ano, no museu Simon Kimbangu, localizado em Kamba, República Democrática do Congo (RDC).

Entre o material exposto em galeria naquele que é considerado um dos maiores museus da RDC e que diariamente recebe cerca de dois mil visitantes, destacam-se peças do Museu dos Reis do Kongo, da Sé Catedral Kulumbimbi, da árvore Yala Nkuwu e mapas geográficos do antigo reino do Kongo.

Em declarações esta segunda-feira à ANGOP, o gestor do Centro Histórico de Mbanza Kongo, Biluka Nsakala Nsenga, explicou que a deslocação de alguns membros desta instituição a sede internacional da Igreja Kimbanguista (Kamba) visa cumprir com as recomendações da UNESCO sobre a colaboração entre os países que integravam o antigo Reino do Kongo.

“Para divulgar cada vez mais o património mundial, fomos ao Kamba, sede internacional da igreja Kimbaguista, para levar o material sobre os atributos que fizeram com que Mbanza Kongo fosse classificado Património Mundial da Humanidade”, explicou.

A apresentação do material do Centro Histórico de Mbanza Kongo, disse, aconteceu numa altura em que milhares de fiéis da Igreja Kimbanguista encontravam-se em Kamba a comemorar os 68 anos da morte da Dona Muila, esposa do profeta Simão Kimbangu, fundador desta denominação religiosa.

“O material que levamos não é para uma exposição itinerante, mas sim é para ser exposto naquele grande museu construído em Kamba”, destacou.

Biluka Nsenga disse que esta acção será contínua em outros países que integravam o antigo Reino do Kongo, como o Gabão e a República do Congo.

Mbanza Kongo foi elevada a Património Mundial a 8 de Julho de 2017. O Centro Histórico de Mbanza Kongo ocupa uma área de 89.29 hectares, ao passo que a zona tampão estende-se por uma área de 622,16 hectares.

Criado à luz do Decreto Presidencial 178/2015, de 18 de Setembro, o Centro Histórico de Mbanza Kongo tem como objectivo desenvolver acções que visam a conservação e preservação do património histórico-cultural local, assim como a divulgação do seu valor excepcional.

 

Entre o material exposto em galeria naquele que é considerado um dos maiores museus da RDC e que diariamente recebe cerca de dois mil visitantes, destacam-se peças do Museu dos Reis do Kongo, da Sé Catedral Kulumbimbi, da árvore Yala Nkuwu e mapas geográficos do antigo reino do Kongo.

Em declarações esta segunda-feira à ANGOP, o gestor do Centro Histórico de Mbanza Kongo, Biluka Nsakala Nsenga, explicou que a deslocação de alguns membros desta instituição a sede internacional da Igreja Kimbanguista (Kamba) visa cumprir com as recomendações da UNESCO sobre a colaboração entre os países que integravam o antigo Reino do Kongo.

“Para divulgar cada vez mais o património mundial, fomos ao Kamba, sede internacional da igreja Kimbaguista, para levar o material sobre os atributos que fizeram com que Mbanza Kongo fosse classificado Património Mundial da Humanidade”, explicou.

A apresentação do material do Centro Histórico de Mbanza Kongo, disse, aconteceu numa altura em que milhares de fiéis da Igreja Kimbanguista encontravam-se em Kamba a comemorar os 68 anos da morte da Dona Muila, esposa do profeta Simão Kimbangu, fundador desta denominação religiosa.

“O material que levamos não é para uma exposição itinerante, mas sim é para ser exposto naquele grande museu construído em Kamba”, destacou.

Biluka Nsenga disse que esta acção será contínua em outros países que integravam o antigo Reino do Kongo, como o Gabão e a República do Congo.

Mbanza Kongo foi elevada a Património Mundial a 8 de Julho de 2017. O Centro Histórico de Mbanza Kongo ocupa uma área de 89.29 hectares, ao passo que a zona tampão estende-se por uma área de 622,16 hectares.

Criado à luz do Decreto Presidencial 178/2015, de 18 de Setembro, o Centro Histórico de Mbanza Kongo tem como objectivo desenvolver acções que visam a conservação e preservação do património histórico-cultural local, assim como a divulgação do seu valor excepcional.