Afeganistão: EUA retiram 10.400 pessoas em 24 horas entre domingo e hoje

  • EUA: Vista Frontal do Edifício da Casa Branca
Washington - Os Estados Unidos retiraram 10.400 pessoas do Afeganistão em 24 horas entre domingo e hoje, elevando para 37.000 o número de pessoas retiradas daquele país desde 14 de agosto, segundo fonte da Casa Branca.

Os últimos números da retirada sugerem que o Pentágono finalmente superou a sua meta de retirar de 5.000 a 9.000 pessoas por dia do Afeganistão, após vários dias a um ritmo mais lento.

Das 03:00 de domingo em Washington até ao mesmo horário de hoje, "aproximadamente 10.400 pessoas" embarcaram em 28 aeronaves militares dos Estados Unidos, incluindo 25 aeronaves C-17s e três C-130, segundo a mesma fonte da Casa Branca, que pediu para não ser identificadas por não estar autorizada a fazer declarações públicas.

No mesmo período, um total de 61 aeronaves da coligação internacional que lutou na guerra do Afeganistão tirou outras 5.900 pessoas do país, disse a mesma fonte.

Os últimos 10.400 retirados elevam para 37.000 o número de pessoas que os Estados Unidos removeram ou ajudaram a deixar o Afeganistão desde 14 de agosto, véspera da tomada de Cabul pelo grupo extremista talibã, número que sobe para 42.000 se contabilizados as pessoas retiradas desde o final de Julho, disse a fonte.

A Casa Branca não especificou, nas suas atualizações regulares sobre o número de retirados, quantos deles são norte-americanos e quantos são afegãos.

Milhares de pessoas aglomeram-se na entrada do Aeroporto Internacional Hamid Karzai, em Cabul, com o objetivo de embarcar num dos aviões para deixar o país, no meio ao caos vivido após a tomada da capital pelos talibãs há uma semana.

Os Estados Unidos chegaram a acordos com vários países, incluindo Alemanha, Qatar, Espanha e Bahrein, para hospedar temporariamente afegãos, requerentes de vistos especiais e afegãos em risco em trânsito para o seu território em bases militares.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse no domingo que não descarta a prorrogação do prazo de 31 de agosto para as retiradas no aeroporto de Cabul, embora tenha enfatizado que a sua "esperança" é não ter de fazê-lo.

Durante um evento na Casa Branca, Biden acrescentou que as tropas norte-americanas ampliaram o perímetro do aeroporto para garantir a segurança das pessoas que aguardam poder deixar o país.

Além disso, neste domingo, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, solicitou a ajuda de várias companhias aéreas comerciais dos Estados Unidos nos esforços de retirada do Afeganistão.

Em nota, o Pentágono anunciou que as companhias aéreas American Airlines, Atlas Air, Delta Airlines, Omni Air, Hawaiian Airlines e United Airlines participarão com 18 aeronaves, embora tenha destacado que não voarão para Cabul e vão se concentrar "no movimento de passageiros de bases temporárias seguras e centros de trânsito temporários".

A entrada das forças talibãs em Cabul, em 15 de Agosto, pôs fim a uma campanha militar de duas décadas liderada pelos Estados Unidos e apoiada pelos seus aliados, incluindo Portugal.

As forças de segurança afegãs, treinadas pelos militares estrangeiros, colapsaram antes da entrada dos talibãs na cidade de Cabul.

Milhares de afegãos, em Cabul, querem fugir do país e muitos tentam chegar ao aeroporto internacional da capital afegã, onde a situação continua caótica.

Os últimos números da retirada sugerem que o Pentágono finalmente superou a sua meta de retirar de 5.000 a 9.000 pessoas por dia do Afeganistão, após vários dias a um ritmo mais lento.

Das 03:00 de domingo em Washington até ao mesmo horário de hoje, "aproximadamente 10.400 pessoas" embarcaram em 28 aeronaves militares dos Estados Unidos, incluindo 25 aeronaves C-17s e três C-130, segundo a mesma fonte da Casa Branca, que pediu para não ser identificadas por não estar autorizada a fazer declarações públicas.

No mesmo período, um total de 61 aeronaves da coligação internacional que lutou na guerra do Afeganistão tirou outras 5.900 pessoas do país, disse a mesma fonte.

Os últimos 10.400 retirados elevam para 37.000 o número de pessoas que os Estados Unidos removeram ou ajudaram a deixar o Afeganistão desde 14 de agosto, véspera da tomada de Cabul pelo grupo extremista talibã, número que sobe para 42.000 se contabilizados as pessoas retiradas desde o final de Julho, disse a fonte.

A Casa Branca não especificou, nas suas atualizações regulares sobre o número de retirados, quantos deles são norte-americanos e quantos são afegãos.

Milhares de pessoas aglomeram-se na entrada do Aeroporto Internacional Hamid Karzai, em Cabul, com o objetivo de embarcar num dos aviões para deixar o país, no meio ao caos vivido após a tomada da capital pelos talibãs há uma semana.

Os Estados Unidos chegaram a acordos com vários países, incluindo Alemanha, Qatar, Espanha e Bahrein, para hospedar temporariamente afegãos, requerentes de vistos especiais e afegãos em risco em trânsito para o seu território em bases militares.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse no domingo que não descarta a prorrogação do prazo de 31 de agosto para as retiradas no aeroporto de Cabul, embora tenha enfatizado que a sua "esperança" é não ter de fazê-lo.

Durante um evento na Casa Branca, Biden acrescentou que as tropas norte-americanas ampliaram o perímetro do aeroporto para garantir a segurança das pessoas que aguardam poder deixar o país.

Além disso, neste domingo, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, solicitou a ajuda de várias companhias aéreas comerciais dos Estados Unidos nos esforços de retirada do Afeganistão.

Em nota, o Pentágono anunciou que as companhias aéreas American Airlines, Atlas Air, Delta Airlines, Omni Air, Hawaiian Airlines e United Airlines participarão com 18 aeronaves, embora tenha destacado que não voarão para Cabul e vão se concentrar "no movimento de passageiros de bases temporárias seguras e centros de trânsito temporários".

A entrada das forças talibãs em Cabul, em 15 de Agosto, pôs fim a uma campanha militar de duas décadas liderada pelos Estados Unidos e apoiada pelos seus aliados, incluindo Portugal.

As forças de segurança afegãs, treinadas pelos militares estrangeiros, colapsaram antes da entrada dos talibãs na cidade de Cabul.

Milhares de afegãos, em Cabul, querem fugir do país e muitos tentam chegar ao aeroporto internacional da capital afegã, onde a situação continua caótica.