Afeganistão: Sobe para 13 número de militares dos EUA mortos nos ataques

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Um décimo terceiro soldado dos EUA morreu de ferimentos sofridos no ataque nas imediações do aeroporto, anunciou o porta-voz do Comando Central dos Estados Unidos, o major Bill Urban, citado pela agência France Presse.

 

"O número de feridos é agora 18", acrescentou, o que representa uma atualização face aos 12 óbitos e 15 feridos anteriormente registados.

Um responsável do Ministério da Saúde do governo afegão afirmou à BBC que o número de feridos é de, pelo menos 140, e que há pelo menos 60 mortos resultantes dos ataques, mas ainda sem confirmação oficial.

O presidente dos EUA, Joe Biden, prometeu hoje "caçar e fazer pagar" os autores do duplo atentado bombista e do ataque armado junto ao aeroporto da capital do Afeganistão, atribuído ao grupo extremista Estado Islâmico (EI).

"Não esqueceremos, não perdoaremos e vamos caçar-vos e fazer-vos pagar", disse Joe Biden, depois de um momento emocionado em que relembrou a morte do filho, ele próprio um antigo combatente militar.

Num discurso transmitido ao final da tarde em Washington, Biden afirmou que os ataques desta tarde eram esperados, mas disse que isso não vai alterar a estratégia definida para a saída dos EUA do Afeganistão e acrescentou que é provável que estejam a ser preparados mais ataques terroristas.

Versões dos acontecimentos

Os dois ataques da tarde de quinta-feira foram reivindicados pelo ramo afegão do grupo "jihadista" Estado Islâmico (EI), que no Afeganistão é considerado inimigo dos talibãs.

Num comunicado divulgado pela sua agência de propaganda, Amaq, o grupo Estado Islâmico da Província de Khorasan (ISKP, na sigla em inglês) afirma que um dos seus combatentes franqueou "todas as fortificações de segurança" e se colocou a menos de "cinco metros de militares norte-americanos", tendo então detonado o seu cinto de explosivos.

O comunicado só menciona um bombista suicida e apenas uma bomba.

O Pentágono, contudo, reportou a ocorrência de dois atentados-suicida seguidos de um tiroteio, advertindo ainda para a existência de "uma série de ameaças ativas" contra o aeroporto de Cabul, que vão de um possível ataque com foguetes a um atentado com um veículo armadilhado.

Saída de Cabul inalterada

OS EUA mantêm a intenção de retirar todos os cidadãos norte-americanos e aliados afegãos até terça-feira, 31 de Agosto, mas o presidente norte-americano acrescenta que a intenção de ajudar estes cidadãos a sair do país para lá da data mantêm-se, e que haverá maneira de os ajudar a abandonar o Afeganistão, terminando uma presença de 20 anos.

Para além das duas explosões junto ao aeroporto e perto de um hotel nas imediações do local, uma terceira explosão ouvida em Cabul, perto da meia-noite de quinta-feira não correspondeu a qualquer ataque, mas à destruição de material pelos militares dos EUA no aeroporto, disse o porta-voz dos talibã.


A terceira explosão na capital afegã foi ouvida por muitos cidadãos e jornalistas locais, que logo partilharam nas redes sociais, e ocorreu poucas horas depois do duplo ataque bombista no aeroporto internacional de Cabul, não havendo pormenores sobre a magnitude da última explosão.

"O número de feridos é agora 18", acrescentou, o que representa uma atualização face aos 12 óbitos e 15 feridos anteriormente registados.

Um responsável do Ministério da Saúde do governo afegão afirmou à BBC que o número de feridos é de, pelo menos 140, e que há pelo menos 60 mortos resultantes dos ataques, mas ainda sem confirmação oficial.

O presidente dos EUA, Joe Biden, prometeu hoje "caçar e fazer pagar" os autores do duplo atentado bombista e do ataque armado junto ao aeroporto da capital do Afeganistão, atribuído ao grupo extremista Estado Islâmico (EI).

"Não esqueceremos, não perdoaremos e vamos caçar-vos e fazer-vos pagar", disse Joe Biden, depois de um momento emocionado em que relembrou a morte do filho, ele próprio um antigo combatente militar.

Num discurso transmitido ao final da tarde em Washington, Biden afirmou que os ataques desta tarde eram esperados, mas disse que isso não vai alterar a estratégia definida para a saída dos EUA do Afeganistão e acrescentou que é provável que estejam a ser preparados mais ataques terroristas.

Versões dos acontecimentos

Os dois ataques da tarde de quinta-feira foram reivindicados pelo ramo afegão do grupo "jihadista" Estado Islâmico (EI), que no Afeganistão é considerado inimigo dos talibãs.

Num comunicado divulgado pela sua agência de propaganda, Amaq, o grupo Estado Islâmico da Província de Khorasan (ISKP, na sigla em inglês) afirma que um dos seus combatentes franqueou "todas as fortificações de segurança" e se colocou a menos de "cinco metros de militares norte-americanos", tendo então detonado o seu cinto de explosivos.

O comunicado só menciona um bombista suicida e apenas uma bomba.

O Pentágono, contudo, reportou a ocorrência de dois atentados-suicida seguidos de um tiroteio, advertindo ainda para a existência de "uma série de ameaças ativas" contra o aeroporto de Cabul, que vão de um possível ataque com foguetes a um atentado com um veículo armadilhado.

Saída de Cabul inalterada

OS EUA mantêm a intenção de retirar todos os cidadãos norte-americanos e aliados afegãos até terça-feira, 31 de Agosto, mas o presidente norte-americano acrescenta que a intenção de ajudar estes cidadãos a sair do país para lá da data mantêm-se, e que haverá maneira de os ajudar a abandonar o Afeganistão, terminando uma presença de 20 anos.

Para além das duas explosões junto ao aeroporto e perto de um hotel nas imediações do local, uma terceira explosão ouvida em Cabul, perto da meia-noite de quinta-feira não correspondeu a qualquer ataque, mas à destruição de material pelos militares dos EUA no aeroporto, disse o porta-voz dos talibã.


A terceira explosão na capital afegã foi ouvida por muitos cidadãos e jornalistas locais, que logo partilharam nas redes sociais, e ocorreu poucas horas depois do duplo ataque bombista no aeroporto internacional de Cabul, não havendo pormenores sobre a magnitude da última explosão.
 

 

"O número de feridos é agora 18", acrescentou, o que representa uma atualização face aos 12 óbitos e 15 feridos anteriormente registados.

Um responsável do Ministério da Saúde do governo afegão afirmou à BBC que o número de feridos é de, pelo menos 140, e que há pelo menos 60 mortos resultantes dos ataques, mas ainda sem confirmação oficial.

O presidente dos EUA, Joe Biden, prometeu hoje "caçar e fazer pagar" os autores do duplo atentado bombista e do ataque armado junto ao aeroporto da capital do Afeganistão, atribuído ao grupo extremista Estado Islâmico (EI).

"Não esqueceremos, não perdoaremos e vamos caçar-vos e fazer-vos pagar", disse Joe Biden, depois de um momento emocionado em que relembrou a morte do filho, ele próprio um antigo combatente militar.

Num discurso transmitido ao final da tarde em Washington, Biden afirmou que os ataques desta tarde eram esperados, mas disse que isso não vai alterar a estratégia definida para a saída dos EUA do Afeganistão e acrescentou que é provável que estejam a ser preparados mais ataques terroristas.

Versões dos acontecimentos

Os dois ataques da tarde de quinta-feira foram reivindicados pelo ramo afegão do grupo "jihadista" Estado Islâmico (EI), que no Afeganistão é considerado inimigo dos talibãs.

Num comunicado divulgado pela sua agência de propaganda, Amaq, o grupo Estado Islâmico da Província de Khorasan (ISKP, na sigla em inglês) afirma que um dos seus combatentes franqueou "todas as fortificações de segurança" e se colocou a menos de "cinco metros de militares norte-americanos", tendo então detonado o seu cinto de explosivos.

O comunicado só menciona um bombista suicida e apenas uma bomba.

O Pentágono, contudo, reportou a ocorrência de dois atentados-suicida seguidos de um tiroteio, advertindo ainda para a existência de "uma série de ameaças ativas" contra o aeroporto de Cabul, que vão de um possível ataque com foguetes a um atentado com um veículo armadilhado.

Saída de Cabul inalterada

OS EUA mantêm a intenção de retirar todos os cidadãos norte-americanos e aliados afegãos até terça-feira, 31 de Agosto, mas o presidente norte-americano acrescenta que a intenção de ajudar estes cidadãos a sair do país para lá da data mantêm-se, e que haverá maneira de os ajudar a abandonar o Afeganistão, terminando uma presença de 20 anos.

Para além das duas explosões junto ao aeroporto e perto de um hotel nas imediações do local, uma terceira explosão ouvida em Cabul, perto da meia-noite de quinta-feira não correspondeu a qualquer ataque, mas à destruição de material pelos militares dos EUA no aeroporto, disse o porta-voz dos talibã.


A terceira explosão na capital afegã foi ouvida por muitos cidadãos e jornalistas locais, que logo partilharam nas redes sociais, e ocorreu poucas horas depois do duplo ataque bombista no aeroporto internacional de Cabul, não havendo pormenores sobre a magnitude da última explosão.

"O número de feridos é agora 18", acrescentou, o que representa uma atualização face aos 12 óbitos e 15 feridos anteriormente registados.

Um responsável do Ministério da Saúde do governo afegão afirmou à BBC que o número de feridos é de, pelo menos 140, e que há pelo menos 60 mortos resultantes dos ataques, mas ainda sem confirmação oficial.

O presidente dos EUA, Joe Biden, prometeu hoje "caçar e fazer pagar" os autores do duplo atentado bombista e do ataque armado junto ao aeroporto da capital do Afeganistão, atribuído ao grupo extremista Estado Islâmico (EI).

"Não esqueceremos, não perdoaremos e vamos caçar-vos e fazer-vos pagar", disse Joe Biden, depois de um momento emocionado em que relembrou a morte do filho, ele próprio um antigo combatente militar.

Num discurso transmitido ao final da tarde em Washington, Biden afirmou que os ataques desta tarde eram esperados, mas disse que isso não vai alterar a estratégia definida para a saída dos EUA do Afeganistão e acrescentou que é provável que estejam a ser preparados mais ataques terroristas.

Versões dos acontecimentos

Os dois ataques da tarde de quinta-feira foram reivindicados pelo ramo afegão do grupo "jihadista" Estado Islâmico (EI), que no Afeganistão é considerado inimigo dos talibãs.

Num comunicado divulgado pela sua agência de propaganda, Amaq, o grupo Estado Islâmico da Província de Khorasan (ISKP, na sigla em inglês) afirma que um dos seus combatentes franqueou "todas as fortificações de segurança" e se colocou a menos de "cinco metros de militares norte-americanos", tendo então detonado o seu cinto de explosivos.

O comunicado só menciona um bombista suicida e apenas uma bomba.

O Pentágono, contudo, reportou a ocorrência de dois atentados-suicida seguidos de um tiroteio, advertindo ainda para a existência de "uma série de ameaças ativas" contra o aeroporto de Cabul, que vão de um possível ataque com foguetes a um atentado com um veículo armadilhado.

Saída de Cabul inalterada

OS EUA mantêm a intenção de retirar todos os cidadãos norte-americanos e aliados afegãos até terça-feira, 31 de Agosto, mas o presidente norte-americano acrescenta que a intenção de ajudar estes cidadãos a sair do país para lá da data mantêm-se, e que haverá maneira de os ajudar a abandonar o Afeganistão, terminando uma presença de 20 anos.

Para além das duas explosões junto ao aeroporto e perto de um hotel nas imediações do local, uma terceira explosão ouvida em Cabul, perto da meia-noite de quinta-feira não correspondeu a qualquer ataque, mas à destruição de material pelos militares dos EUA no aeroporto, disse o porta-voz dos talibã.


A terceira explosão na capital afegã foi ouvida por muitos cidadãos e jornalistas locais, que logo partilharam nas redes sociais, e ocorreu poucas horas depois do duplo ataque bombista no aeroporto internacional de Cabul, não havendo pormenores sobre a magnitude da última explosão.