Afeganistão: Sete afegãos morrem no caos do aeroporto de Cabul

Cabul - Sete civis afegãos morreram esmagados na multidão perto do aeroporto internacional de Cabul, no meio do caos dos que tentam fugir da tomada de poder pelos talibãs, revelaram forças militares britânicas.

O Ministério da Defesa do país, em comunicado hoje, domingo, divulgado, informou que "as condições no terreno continuam extremamente desafiadoras", e que está a ser feito "tudo o que é possível para gerir a situação da forma mais segura possível".

O aeroporto tem sido o ponto de encontro de milhares de pessoas que tentam fugir aos talibãs, que invadiram Cabul há uma semana depois de um avanço relâmpago tomou o país.

No boletim publicado sábado no site, a Embaixada dos Estados Unidos no Afeganistão tinha instado os cidadãos norte-americanos no Afeganistão a evitar deslocar-se ao aeroporto de Cabul, devido a "potenciais ameaças à segurança", e um funcionário da Casa Branca, citado pela agência France-Presse (AFP), informou que o Presidente norte-americano, Joe Biden, discutiu nessa manhã o tema com funcionários da administração.

"Aconselhamos os cidadãos americanos a não viajarem para o aeroporto e a evitarem os portões do aeroporto neste momento, a menos que recebam instruções individuais de um funcionário do governo dos EUA", escreveu a embaixada.

O porta-voz do Pentágono, John Kirby, recusou dar mais informações sobre a natureza das ameaças, dizendo apenas que a situação na capital afegã é se de atacar as forças norte-americanas e os seus interesses no Afeganistão e a cortar todos os laços com a Al-Qaeda.

Os talibãs conquistaram Cabul no dia 15 de Agosto, culminando uma ofensiva iniciada em Maio, quando começou a retirada das forças militares norte-americanas e da OTAN.

As forças internacionais estavam no país desde 2001, no âmbito da ofensiva liderada pelos Estados Unidos contra o regime extremista (1996-2001), que acolhia no seu território o líder da Al-Qaida, Osama bin Laden, principal responsável pelos atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001.

A tomada da capital põe fim a uma presença militar estrangeira de 20 anos no Afeganistão, dos Estados Unidos e dos seus aliados na NATO, incluindo Portugal.

O Ministério da Defesa do país, em comunicado hoje, domingo, divulgado, informou que "as condições no terreno continuam extremamente desafiadoras", e que está a ser feito "tudo o que é possível para gerir a situação da forma mais segura possível".

O aeroporto tem sido o ponto de encontro de milhares de pessoas que tentam fugir aos talibãs, que invadiram Cabul há uma semana depois de um avanço relâmpago tomou o país.

No boletim publicado sábado no site, a Embaixada dos Estados Unidos no Afeganistão tinha instado os cidadãos norte-americanos no Afeganistão a evitar deslocar-se ao aeroporto de Cabul, devido a "potenciais ameaças à segurança", e um funcionário da Casa Branca, citado pela agência France-Presse (AFP), informou que o Presidente norte-americano, Joe Biden, discutiu nessa manhã o tema com funcionários da administração.

"Aconselhamos os cidadãos americanos a não viajarem para o aeroporto e a evitarem os portões do aeroporto neste momento, a menos que recebam instruções individuais de um funcionário do governo dos EUA", escreveu a embaixada.

O porta-voz do Pentágono, John Kirby, recusou dar mais informações sobre a natureza das ameaças, dizendo apenas que a situação na capital afegã é se de atacar as forças norte-americanas e os seus interesses no Afeganistão e a cortar todos os laços com a Al-Qaeda.

Os talibãs conquistaram Cabul no dia 15 de Agosto, culminando uma ofensiva iniciada em Maio, quando começou a retirada das forças militares norte-americanas e da OTAN.

As forças internacionais estavam no país desde 2001, no âmbito da ofensiva liderada pelos Estados Unidos contra o regime extremista (1996-2001), que acolhia no seu território o líder da Al-Qaida, Osama bin Laden, principal responsável pelos atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001.

A tomada da capital põe fim a uma presença militar estrangeira de 20 anos no Afeganistão, dos Estados Unidos e dos seus aliados na NATO, incluindo Portugal.