Banco Central da China declara ilegais todas as transações com criptomoedas

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Pequim - O Banco Central da China decidiu, nesta sexta-feira (24), que todas as transações financeiras com criptomoedas são ilegais, uma nova medida regulatória contra este tipo de comércio.

"As actividades comerciais vinculadas a moedas virtuais são actividades financeiras ilegais", anunciou o BC da China em comunicado, acrescentando que "coloca em grave perigo os activos das pessoas".

A cotação das criptomoedas, incluindo o bitcoin, registou grandes flutuações nos últimos meses. Isso se deu, em parte, às regulamentações chinesas, que pretendem prevenir a especulação financeira e o branqueamento de capitais.

Após o anúncio da medida chinesa, o bitcoin registou queda imediata de 6%. Às 10h55 GMT retrocedia 5,5%, a 42.256 dólares, de acordo com os dados compilados pela agência Bloomberg.

No seu comunicado desta sexta-feira, a instituição bancária adverte que aqueles que não respeitarem as normas serão "investigados por responsabilidade penal, de acordo com a lei".

A decisão proíbe todas as actividades financeiras vinculadas com criptomoedas, como o comércio com criptomoedas, a venda de "tokens", transações que envolvem derivados de criptomoedas e "arrecadação de fundos ilegais".

O Banco Central da China afirmou que, nos últimos anos, "o comércio e a especulação com bitcoin e outras moedas virtuais se estenderam, alterando a ordem económica e financeira, aumentando o branqueamento de cpitais, a arrecadação de fundos ilegais, os esquemas de pirâmides e outras actividades criminosas e ilegais".

"Isto deixava em grave perigo a segurança dos activos das pessoas", completou.

Embora a criação e a comercialização de criptomoedas sejam ilegais na China desde 2019, as novas medidas anunciadas este ano por Pequim advertiram os bancos para desacelerar este tipos de transações e a fechar grande parte da vasta rede de bitcoins no país asiático.

O comunicado desta sexta-feira do BC é, sem dúvida, o sinal mais forte, até o momento, por parte do governo chinês para deter este recurso digital.

O bitcoin, a moeda digital mais importante do mundo, e outras criptomoedas não podem ser rastreadas pelo Banco Central de um país, o que dificulta a sua regulamentação.

Os analistas opinam que a China teme a proliferação de investimentos ilícitos e a arrecadação de fundos de criptomoedas na segunda maior economia do planeta, que também tem regras rígidas sobre a saída de capital.

Esta ofensiva contra as criptomoedas também abre as portas para que a China introduza a sua própria moeda digital, o que já está em processo, o que permitiria ao governo central controlar as transações.

As autoridades chinesas informaram em Junho que mais de mil pessoas foram detidas por lucrar com actividades criminosas para comprar criptomoedas.

Várias províncias importantes do país já haviam proibido a operação criptomoedas desde o início do ano.

Os valores do bitcoin caíram em Maio após uma advertência de Pequim aos investidores contra o comércio especulativo de criptomoedas.

Em total oposição, El Salvador se tornou a 07 de Setembro o primeiro país a instaurar o bitcoin como uma moeda de curso legal, assim como o dólar, divisa que vigora na economia do país da América Central há 20 anos.

Dez dias depois, 1,1 milhões de salvadorenhos tinham o sistema "Chivo", com o qual podem fazer transações em bitcoins.

O dispositivo é uma carteira electrónica que salvadorenhos dentro e fora do país podem baixar no celular para fazer transações nesta criptomoeda.

"As actividades comerciais vinculadas a moedas virtuais são actividades financeiras ilegais", anunciou o BC da China em comunicado, acrescentando que "coloca em grave perigo os activos das pessoas".

A cotação das criptomoedas, incluindo o bitcoin, registou grandes flutuações nos últimos meses. Isso se deu, em parte, às regulamentações chinesas, que pretendem prevenir a especulação financeira e o branqueamento de capitais.

Após o anúncio da medida chinesa, o bitcoin registou queda imediata de 6%. Às 10h55 GMT retrocedia 5,5%, a 42.256 dólares, de acordo com os dados compilados pela agência Bloomberg.

No seu comunicado desta sexta-feira, a instituição bancária adverte que aqueles que não respeitarem as normas serão "investigados por responsabilidade penal, de acordo com a lei".

A decisão proíbe todas as actividades financeiras vinculadas com criptomoedas, como o comércio com criptomoedas, a venda de "tokens", transações que envolvem derivados de criptomoedas e "arrecadação de fundos ilegais".

O Banco Central da China afirmou que, nos últimos anos, "o comércio e a especulação com bitcoin e outras moedas virtuais se estenderam, alterando a ordem económica e financeira, aumentando o branqueamento de cpitais, a arrecadação de fundos ilegais, os esquemas de pirâmides e outras actividades criminosas e ilegais".

"Isto deixava em grave perigo a segurança dos activos das pessoas", completou.

Embora a criação e a comercialização de criptomoedas sejam ilegais na China desde 2019, as novas medidas anunciadas este ano por Pequim advertiram os bancos para desacelerar este tipos de transações e a fechar grande parte da vasta rede de bitcoins no país asiático.

O comunicado desta sexta-feira do BC é, sem dúvida, o sinal mais forte, até o momento, por parte do governo chinês para deter este recurso digital.

O bitcoin, a moeda digital mais importante do mundo, e outras criptomoedas não podem ser rastreadas pelo Banco Central de um país, o que dificulta a sua regulamentação.

Os analistas opinam que a China teme a proliferação de investimentos ilícitos e a arrecadação de fundos de criptomoedas na segunda maior economia do planeta, que também tem regras rígidas sobre a saída de capital.

Esta ofensiva contra as criptomoedas também abre as portas para que a China introduza a sua própria moeda digital, o que já está em processo, o que permitiria ao governo central controlar as transações.

As autoridades chinesas informaram em Junho que mais de mil pessoas foram detidas por lucrar com actividades criminosas para comprar criptomoedas.

Várias províncias importantes do país já haviam proibido a operação criptomoedas desde o início do ano.

Os valores do bitcoin caíram em Maio após uma advertência de Pequim aos investidores contra o comércio especulativo de criptomoedas.

Em total oposição, El Salvador se tornou a 07 de Setembro o primeiro país a instaurar o bitcoin como uma moeda de curso legal, assim como o dólar, divisa que vigora na economia do país da América Central há 20 anos.

Dez dias depois, 1,1 milhões de salvadorenhos tinham o sistema "Chivo", com o qual podem fazer transações em bitcoins.

O dispositivo é uma carteira electrónica que salvadorenhos dentro e fora do país podem baixar no celular para fazer transações nesta criptomoeda.