Biblioteca presidencial Barack Obama avança após 4 anos de polémica

Washington - Após quatro anos de polémica com ambientalistas, comunidade local e de revisão pelas autoridades federais, a biblioteca presidencial Barack Obama, um projecto de 500 milhões de dólares, irá finalmente começar a ser construída na cidade de Chicago.

A informação foi avançada pelo próprio ex-presidente democrata através da rede social Twitter, que manifestou intenção de "realizar o potencial" da zona deprimida em que o conjunto de edifícios será erguido, o parque de South Side.

"Só foi possível chegar a este ponto com a gente da comunidade, que foi parte do processo em toda a sua extensão", disse Obama numa mensagem de vídeo.

As bibliotecas presidenciais são uma tradição dos ex-presidentes norte-americanos, geralmente erguidas na sua cidade de origem, oferecendo aos visitantes a possibilidade de consultar documentação oficial, além de acolherem eventos sociais e culturais da comunidade.

O projecto de 7,7 hectares, situado dentro do Parque Jackson (218 hectares) foi contestado judicialmente por ambientalistas e enfrentou protestos da comunidade, maioritariamente norte-americana, que temia ser desalojada.

Dado que o Parque Jackson faz parte do Registo Nacional de Sítios Históricos norte-americanos, foi ainda necessário um prolongado processo de autorização a nível federal.

O Conselho Municipal de Chicago, cidade no norte dos Estados Unidos, aprovou diversas medidas de compensação para a comunidade local.

Lançado em 2016, o projecto financiado por donativos privados começará a ser construído em Agosto, depois de trabalhos preparatórios que poderão estar no terreno já em Abril, de acordo com responsáveis da Fundação Obama.

Hoje uma das zonas mais pobres de Chicago, a zona escolhida é próxima de onde Obama começou a sua carreira política, deu aulas de direito e viveu com a sua família.

Além de criar o complexo, que contará com um museu e um centro desportivo, a Fundação Obama irá doar 3,5 milhões de dólares para uma pista de atletismo em South Side.

A presidente da câmara de Chicago regozijou-se com a aprovação do projecto, que permite à cidade receber "o centro presidencial do primeiro presidente negro do país".

O centro, disse Lori Lightfoot, vai "sem dúvida distinguir a histórica zona sul da cidade como um pólo económico e cultural de nível mundial".

A informação foi avançada pelo próprio ex-presidente democrata através da rede social Twitter, que manifestou intenção de "realizar o potencial" da zona deprimida em que o conjunto de edifícios será erguido, o parque de South Side.

"Só foi possível chegar a este ponto com a gente da comunidade, que foi parte do processo em toda a sua extensão", disse Obama numa mensagem de vídeo.

As bibliotecas presidenciais são uma tradição dos ex-presidentes norte-americanos, geralmente erguidas na sua cidade de origem, oferecendo aos visitantes a possibilidade de consultar documentação oficial, além de acolherem eventos sociais e culturais da comunidade.

O projecto de 7,7 hectares, situado dentro do Parque Jackson (218 hectares) foi contestado judicialmente por ambientalistas e enfrentou protestos da comunidade, maioritariamente norte-americana, que temia ser desalojada.

Dado que o Parque Jackson faz parte do Registo Nacional de Sítios Históricos norte-americanos, foi ainda necessário um prolongado processo de autorização a nível federal.

O Conselho Municipal de Chicago, cidade no norte dos Estados Unidos, aprovou diversas medidas de compensação para a comunidade local.

Lançado em 2016, o projecto financiado por donativos privados começará a ser construído em Agosto, depois de trabalhos preparatórios que poderão estar no terreno já em Abril, de acordo com responsáveis da Fundação Obama.

Hoje uma das zonas mais pobres de Chicago, a zona escolhida é próxima de onde Obama começou a sua carreira política, deu aulas de direito e viveu com a sua família.

Além de criar o complexo, que contará com um museu e um centro desportivo, a Fundação Obama irá doar 3,5 milhões de dólares para uma pista de atletismo em South Side.

A presidente da câmara de Chicago regozijou-se com a aprovação do projecto, que permite à cidade receber "o centro presidencial do primeiro presidente negro do país".

O centro, disse Lori Lightfoot, vai "sem dúvida distinguir a histórica zona sul da cidade como um pólo económico e cultural de nível mundial".