Biden designa defensor do Acordo de Paris para assessor económico

  • Joe Biden, Presidente eleito dos Estados Unidos da América
Washington - O Presidente eleito dos EUA, Joe Biden, designou hoje como principal assessor económico Brian Deese, que desempenhou um papel importante na negociação do Acordo de Paris no governo de Barack Obama (2009-2017).

Esta nomeação, que não requer confirmação do Senado, manifesta a intenção de Biden em utilizar a sua política económica para combater as alterações climáticas, indica a agência noticiosa Efe.

Em comunicado, o Presidente eleito afirmou que Deese é "uma voz em que se pode confiar" para ajudar os Estados Unidos a superar a atual situação económica e construir uma "melhor economia" que inclua todos, fomente empregos bem pagos e assuma a "ameaça existencial" suscitada pelas alterações climáticas.

"Brian é um dos funcionários públicos do país que superou mais provas e conseguiu grandes resultados", sublinhou Biden.

Deese, 42 anos, trabalha há quase duas décadas para políticos democratas: foi assessor de John Kerry durante a campanha presidencial de 2004 contra o ex-presidente George W. Bush (2001-2009) e mais tarde trabalhou para Hillary Clinton e de seguida para Obama (2209-2017) durante as eleições presidenciais de 2008.

Após a vitória de Obama, Deese integrou a equipa económica da Casa Branca, e em 2015 converteu-se no seu principal assessor em temas de alterações climáticas e energia.

Nesse período, desempenhou uma função relevante nas negociações do Acordo de Paris de 2015 e impulsionou uma série de regulamentos destinados a reduzir a quantidade de emissões provocadas pelo setor elétrico e de transportes.

No entanto, Deese foi criticado por grupos ecologistas, pelo facto de nos últimos anos ter ocupado o cargo de diretor de sustentabilidade do fundo de investimentos norte-americano BlackRock, que possui importantes ativos em Espanha e no México.

A designação de Deese oferece uma imagem mais nítida sobre a futura equipa económica de Biden, na qual Janet Yellen também desempenhará lugar de destaque como secretária do Tesouro.

Biden designou ainda Wally Adeyemo para o cargo de secretário-adjunto do Tesouro, enquanto Neera Tanden exercerá o posto de diretora do Gabinete de Administração e Orçamento (OMB na sigla em inglês).

Cecilia Rouse será a presidente do Conselho de assessores económicos, e Jared Bernstein e Heather Boushey membros do Conselho de assessores económicos.

Esta nomeação, que não requer confirmação do Senado, manifesta a intenção de Biden em utilizar a sua política económica para combater as alterações climáticas, indica a agência noticiosa Efe.

Em comunicado, o Presidente eleito afirmou que Deese é "uma voz em que se pode confiar" para ajudar os Estados Unidos a superar a atual situação económica e construir uma "melhor economia" que inclua todos, fomente empregos bem pagos e assuma a "ameaça existencial" suscitada pelas alterações climáticas.

"Brian é um dos funcionários públicos do país que superou mais provas e conseguiu grandes resultados", sublinhou Biden.

Deese, 42 anos, trabalha há quase duas décadas para políticos democratas: foi assessor de John Kerry durante a campanha presidencial de 2004 contra o ex-presidente George W. Bush (2001-2009) e mais tarde trabalhou para Hillary Clinton e de seguida para Obama (2209-2017) durante as eleições presidenciais de 2008.

Após a vitória de Obama, Deese integrou a equipa económica da Casa Branca, e em 2015 converteu-se no seu principal assessor em temas de alterações climáticas e energia.

Nesse período, desempenhou uma função relevante nas negociações do Acordo de Paris de 2015 e impulsionou uma série de regulamentos destinados a reduzir a quantidade de emissões provocadas pelo setor elétrico e de transportes.

No entanto, Deese foi criticado por grupos ecologistas, pelo facto de nos últimos anos ter ocupado o cargo de diretor de sustentabilidade do fundo de investimentos norte-americano BlackRock, que possui importantes ativos em Espanha e no México.

A designação de Deese oferece uma imagem mais nítida sobre a futura equipa económica de Biden, na qual Janet Yellen também desempenhará lugar de destaque como secretária do Tesouro.

Biden designou ainda Wally Adeyemo para o cargo de secretário-adjunto do Tesouro, enquanto Neera Tanden exercerá o posto de diretora do Gabinete de Administração e Orçamento (OMB na sigla em inglês).

Cecilia Rouse será a presidente do Conselho de assessores económicos, e Jared Bernstein e Heather Boushey membros do Conselho de assessores económicos.