Biden e Bolsonaro discursam na Assembleia Geral da ONU

  • Sede da ONU em Nova Iorque
Washington - O Presidente dos EUA, Joe Biden, vai discursar na Assembleia Geral das Nações Unidas, em 21 de Setembro, onde mais de 100 chefes de Estado e governo marcarão presença, como o brasileiro Jair Bolsonaro, foi hoje revelado.

De acordo com a lista de participantes mais recente, também vão estar presentes o rei da Jordânia, Abdullah II, e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Os primeiros-ministros do Japão, Índia e Reino Unido estarão também na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América (EUA), para discursar na assembleia - que tem 193 Estados-membros - junto com o novo primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, e o Presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas.

Vinte e três ministros também deverão discursar, segundo a lista obtida pela agência de notícias AP.

Por causa da pandemia da covid-19, os membros da ONU decidiram fazer a reunião híbrida este ano, dando aos países a possibilidade de enviar líderes a Nova Iorque pessoalmente ou fazer declarações pré-gravadas para serem reveladas na Assembleia, como fez em 2020.

Muitos líderes e diplomatas reclamaram publicamente que as reuniões virtuais não podem substituir os contactos pessoais ou em grupo para enfrentar os desafios e crises regionais e globais.

O grande número de líderes que planeiam comparecer pessoalmente - 73 chefes de Estado e 31 chefes de governo - reflecte a importância do encontro anual da ONU.

Embora todos os países falem publicamente na assembleia, muitos dos assuntos são discutidos em reuniões privadas, almoços e jantares paralelos.

Entre os que entregaram declarações pré-gravadas este ano vão estar os presidentes do Irão, Egipto, França, Indonésia, África do Sul e Zimbabwe.

A semana de alto nível da ONU começa em 20 de Setembro com uma reunião sobre as alterações climáticas convocada pelo secretário-geral, António Guterres.

António Guterres fará o seu discurso sobre o estado do mundo na abertura do encontro global no dia seguinte, oficialmente chamado de Debate Geral, seguindo-se os discursos do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e dos EUA, Joe Biden.

Os últimos participantes são das delegações da Coreia do Norte, Mianmar, Guiné e Afeganistão, que vão discursar em 27 de Setembro.

Durante a semana, haverá outros eventos sobre energia e segurança alimentar, que serão virtuais, e a comemoração do 20.º aniversário da polémica conferência das Nações Unidas sobre o racismo em Durban, na África do Sul, e sobre o desarmamento, ambos presencias.

Todos os outros eventos paralelos vão ser realizados fora do complexo da sede da ONU.

Face ao contexto pandémico, os Estados-membros concordaram em limitar as delegações que entrarão na sede da ONU, com um líder ou ministro, até seis pessoas, sendo que apenas quatro são permitidas no plenário da Assembleia Geral.

António Guterres determinou ainda que todos funcionários da ONU, que trabalharão durante a semana na sede, sejam vacinados.

De acordo com a lista de participantes mais recente, também vão estar presentes o rei da Jordânia, Abdullah II, e o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Os primeiros-ministros do Japão, Índia e Reino Unido estarão também na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América (EUA), para discursar na assembleia - que tem 193 Estados-membros - junto com o novo primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, e o Presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas.

Vinte e três ministros também deverão discursar, segundo a lista obtida pela agência de notícias AP.

Por causa da pandemia da covid-19, os membros da ONU decidiram fazer a reunião híbrida este ano, dando aos países a possibilidade de enviar líderes a Nova Iorque pessoalmente ou fazer declarações pré-gravadas para serem reveladas na Assembleia, como fez em 2020.

Muitos líderes e diplomatas reclamaram publicamente que as reuniões virtuais não podem substituir os contactos pessoais ou em grupo para enfrentar os desafios e crises regionais e globais.

O grande número de líderes que planeiam comparecer pessoalmente - 73 chefes de Estado e 31 chefes de governo - reflecte a importância do encontro anual da ONU.

Embora todos os países falem publicamente na assembleia, muitos dos assuntos são discutidos em reuniões privadas, almoços e jantares paralelos.

Entre os que entregaram declarações pré-gravadas este ano vão estar os presidentes do Irão, Egipto, França, Indonésia, África do Sul e Zimbabwe.

A semana de alto nível da ONU começa em 20 de Setembro com uma reunião sobre as alterações climáticas convocada pelo secretário-geral, António Guterres.

António Guterres fará o seu discurso sobre o estado do mundo na abertura do encontro global no dia seguinte, oficialmente chamado de Debate Geral, seguindo-se os discursos do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e dos EUA, Joe Biden.

Os últimos participantes são das delegações da Coreia do Norte, Mianmar, Guiné e Afeganistão, que vão discursar em 27 de Setembro.

Durante a semana, haverá outros eventos sobre energia e segurança alimentar, que serão virtuais, e a comemoração do 20.º aniversário da polémica conferência das Nações Unidas sobre o racismo em Durban, na África do Sul, e sobre o desarmamento, ambos presencias.

Todos os outros eventos paralelos vão ser realizados fora do complexo da sede da ONU.

Face ao contexto pandémico, os Estados-membros concordaram em limitar as delegações que entrarão na sede da ONU, com um líder ou ministro, até seis pessoas, sendo que apenas quatro são permitidas no plenário da Assembleia Geral.

António Guterres determinou ainda que todos funcionários da ONU, que trabalharão durante a semana na sede, sejam vacinados.