Casa Branca recupera versão em espanhol da página na Internet

  • EUA: Vista Frontal do Edifício da Casa Branca
Washington - Minutos depois de Joe Biden tomar posse como Presidente dos EUA, a Casa Branca relançou a sua página na Internet, em que recupera uma versão em espanhol, que tinha sido eliminada por Donald Trump.

A partir de hoje, o portal da Casa Branca volta a oferecer o mesmo conteúdo em inglês e, também, em espanhol, idioma oficialmente esquecido há quatro anos, quando Donald Trump tomou posse como Presidente.

Embora semanas após a sua chegada à Casa Branca, a 20 de Janeiro de 2017, a então assessora do Presidente, Helen Aguirre Ferré, tivesse garantido à agência espanhola de notícias Efe que o portal teria uma versão em castelhano, explicando que o Governo Trump entendia "a importância e o interesse" em divulgar informações nesse idioma, a alteração não foi concretizada.

O Governo anterior, do ex-Presidente Barack Obama (2009-2017), também teve uma versão em espanhol do portal da residência presidencial.

O espanhol é falado por mais de 50 milhões de pessoas nos Estados Unidos, e a sua remoção da página oficial da Casa Branca foi assunto de muitas críticas na época, por amplos setores hispânicos nos Estados Unidos e até mesmo pelas autoridades de Espanha e do responsável pela Academia da Língua Espanhola.

A decisão foi vista como mais um ultraje demonstrado por Trump, que lançou a sua campanha com ataques à comunidade mexicana, a maior entre a população de origem latino-americana nos Estados Unidos.

No entanto, com Biden na Casa Branca, muita coisa parece mudar, tal como a introdução de uma conta oficial na rede social Twitter em espanhol e, embora ainda não tenha sido divulgada aí nenhuma mensagem, o número de seguidores começa a crescer.

Contudo, a Casa Branca ainda não tem uma conta em espanhol noutras grandes redes sociais, como Instagram ou Facebook, onde ainda é possível consultar a conta administrada pela Casa Branca durante a gestão de Obama e cuja última mensagem é datada precisamente de 20 de Janeiro de 2017 (o dia de tomada de posse de Trump).

Biden deve apresentar ainda hoje várias medidas de grande interesse para a comunidade latina nos Estados Unidos, como um projeto de lei para conseguir uma reforma da imigração que dê acesso à cidadania a cerca de 11 milhões de imigrantes indocumentados e quer paralisar as obras do muro de fronteira com o México, promovidas por Trump.

Ao mesmo tempo, as contas oficiais de Twitter do Presidente Biden e da vice-Presidente, Kamala Harris, bem como as dos seus cônjuges, foram ativadas hoje, após quatro anos marcados pelos 'tweets' diários de Donald Trump, agora banido desta rede social.

"Estou pronta para servir", escreveu Kamala Harris na sua nova conta oficial de Twitter, minutos depois de fazer o juramento de funções.

A primeira-dama, Jill Biden, também já assumiu o controlo da sua conta oficial ("FLOTUS -- sigla em inglês para primeira dama dos Estados Unidos), e foi criada uma outra para o marido de Kamala Harris, Douglas Emhoff (@SecondGentleman -- segundo homem).

"Não há tempo a perder para lidar com as crises que enfrentamos", escreveu Joe Biden, no seu primeiro 'tweet' presidencial.

A conta de Biden é já seguida por 2,4 milhões de utilizadores, um número em crescimento rápido, mas que permanece ainda muito atrás dos 88 milhões de seguidores do ex-Presidente Trump.

A partir de hoje, o portal da Casa Branca volta a oferecer o mesmo conteúdo em inglês e, também, em espanhol, idioma oficialmente esquecido há quatro anos, quando Donald Trump tomou posse como Presidente.

Embora semanas após a sua chegada à Casa Branca, a 20 de Janeiro de 2017, a então assessora do Presidente, Helen Aguirre Ferré, tivesse garantido à agência espanhola de notícias Efe que o portal teria uma versão em castelhano, explicando que o Governo Trump entendia "a importância e o interesse" em divulgar informações nesse idioma, a alteração não foi concretizada.

O Governo anterior, do ex-Presidente Barack Obama (2009-2017), também teve uma versão em espanhol do portal da residência presidencial.

O espanhol é falado por mais de 50 milhões de pessoas nos Estados Unidos, e a sua remoção da página oficial da Casa Branca foi assunto de muitas críticas na época, por amplos setores hispânicos nos Estados Unidos e até mesmo pelas autoridades de Espanha e do responsável pela Academia da Língua Espanhola.

A decisão foi vista como mais um ultraje demonstrado por Trump, que lançou a sua campanha com ataques à comunidade mexicana, a maior entre a população de origem latino-americana nos Estados Unidos.

No entanto, com Biden na Casa Branca, muita coisa parece mudar, tal como a introdução de uma conta oficial na rede social Twitter em espanhol e, embora ainda não tenha sido divulgada aí nenhuma mensagem, o número de seguidores começa a crescer.

Contudo, a Casa Branca ainda não tem uma conta em espanhol noutras grandes redes sociais, como Instagram ou Facebook, onde ainda é possível consultar a conta administrada pela Casa Branca durante a gestão de Obama e cuja última mensagem é datada precisamente de 20 de Janeiro de 2017 (o dia de tomada de posse de Trump).

Biden deve apresentar ainda hoje várias medidas de grande interesse para a comunidade latina nos Estados Unidos, como um projeto de lei para conseguir uma reforma da imigração que dê acesso à cidadania a cerca de 11 milhões de imigrantes indocumentados e quer paralisar as obras do muro de fronteira com o México, promovidas por Trump.

Ao mesmo tempo, as contas oficiais de Twitter do Presidente Biden e da vice-Presidente, Kamala Harris, bem como as dos seus cônjuges, foram ativadas hoje, após quatro anos marcados pelos 'tweets' diários de Donald Trump, agora banido desta rede social.

"Estou pronta para servir", escreveu Kamala Harris na sua nova conta oficial de Twitter, minutos depois de fazer o juramento de funções.

A primeira-dama, Jill Biden, também já assumiu o controlo da sua conta oficial ("FLOTUS -- sigla em inglês para primeira dama dos Estados Unidos), e foi criada uma outra para o marido de Kamala Harris, Douglas Emhoff (@SecondGentleman -- segundo homem).

"Não há tempo a perder para lidar com as crises que enfrentamos", escreveu Joe Biden, no seu primeiro 'tweet' presidencial.

A conta de Biden é já seguida por 2,4 milhões de utilizadores, um número em crescimento rápido, mas que permanece ainda muito atrás dos 88 milhões de seguidores do ex-Presidente Trump.