China diz ter interesses comuns com EUA e sugere relação saudável

  • Bandeira da República Popular da China
Pequim - A China e os Estados Unidos têm interesses comuns e muitas áreas para cooperação, e deveriam se empenhar num desenvolvimento saudável das relações, defendeu hoje o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang.

Os dois países discordam a respeito da influência na região do Indo-Pacífico, das práticas económicas de Pequim, Hong Kong, Taiwan e os direitos humanos na região chinesa de Xinjiang.

Falando em conferência de imprensa ao final da reunião anual do Parlamento da China, Li disse que Pequim espera que os laços possam se desenvolver de maneira saudável, com base no respeito pelos interesses centrais de cada um, uma cooperação mutuamente benéfica e a não-interferência em assuntos internos.

"É inevitável os dois terem diferenças, mas o essencial é como lidam com elas", acrescentou.

"Os povos da China e dos Estados Unidos são sábios e capazes, e os dois lados têm que ter diálogo e comunicação com respeito e igualdade", disse Li.

"A China e os Estados Unidos partilham interesses comuns e há muitas áreas nas quais podemos cooperar. Deveríamos continuar a nos concentrar no meio-termo e ampliar os nossos interesses comuns", salientou.

O governo do presidente norte-americano, Joe Biden, comprometeu-se a revisar elementos da política externa dos EUA referentes à China enquanto as duas maiores economias do mundo lidam com um esfriamento das relações que atingiu o seu pior nível em décadas durante a presidência de Donald Trump.

Os dois países discordam a respeito da influência na região do Indo-Pacífico, das práticas económicas de Pequim, Hong Kong, Taiwan e os direitos humanos na região chinesa de Xinjiang.

Falando em conferência de imprensa ao final da reunião anual do Parlamento da China, Li disse que Pequim espera que os laços possam se desenvolver de maneira saudável, com base no respeito pelos interesses centrais de cada um, uma cooperação mutuamente benéfica e a não-interferência em assuntos internos.

"É inevitável os dois terem diferenças, mas o essencial é como lidam com elas", acrescentou.

"Os povos da China e dos Estados Unidos são sábios e capazes, e os dois lados têm que ter diálogo e comunicação com respeito e igualdade", disse Li.

"A China e os Estados Unidos partilham interesses comuns e há muitas áreas nas quais podemos cooperar. Deveríamos continuar a nos concentrar no meio-termo e ampliar os nossos interesses comuns", salientou.

O governo do presidente norte-americano, Joe Biden, comprometeu-se a revisar elementos da política externa dos EUA referentes à China enquanto as duas maiores economias do mundo lidam com um esfriamento das relações que atingiu o seu pior nível em décadas durante a presidência de Donald Trump.