Cimeira Biden/Putin demonstra que diálogo "é possível" – diz Gorbachev

Genebra - O ex-Presidente soviético Mikhail Gorbachev afirmou hoje que os líderes da Rússia e dos EUA, Vladimir Putin e Joe Biden, demonstraram na cimeira realizada em Genebra que o diálogo entre os dois países "é possível e necessário".

"Voltámos a convencer-nos que mesmo na situação mais difícil é possível e necessário dialogar. Os líderes, os Presidentes, deram o exemplo. E valorizo-o profundamente", disse o nonagenário estadista em declarações à agência noticiosa russa RIA Novosti.

O último Presidente soviético congratulou-se pelo "carácter construtivo" do encontro "atendendo às primeiras informações", e definiu-o como "uma resposta aos que afirmavam não se chegaria a qualquer acordo", mesmo que "tenha sido difícil o caminho para chegar a esta reunião".

Gorbachev recordou a sua primeira cimeira com o Presidente norte-americano Ronald Reagan, celebrada em 1985 também em Genebra, concluída com uma declaração conjunta.

"Agora vejo que os Presidentes da Rússia e dos EUA reafirmaram a nossa fórmula sobre a inadmissibilidade de uma guerra nuclear. Não é menos importante que sobre esta base se iniciarão consultas sobre a estabilidade estratégica e as armas nucleares. Desejo-lhes êxitos", concluiu.

"Voltámos a convencer-nos que mesmo na situação mais difícil é possível e necessário dialogar. Os líderes, os Presidentes, deram o exemplo. E valorizo-o profundamente", disse o nonagenário estadista em declarações à agência noticiosa russa RIA Novosti.

O último Presidente soviético congratulou-se pelo "carácter construtivo" do encontro "atendendo às primeiras informações", e definiu-o como "uma resposta aos que afirmavam não se chegaria a qualquer acordo", mesmo que "tenha sido difícil o caminho para chegar a esta reunião".

Gorbachev recordou a sua primeira cimeira com o Presidente norte-americano Ronald Reagan, celebrada em 1985 também em Genebra, concluída com uma declaração conjunta.

"Agora vejo que os Presidentes da Rússia e dos EUA reafirmaram a nossa fórmula sobre a inadmissibilidade de uma guerra nuclear. Não é menos importante que sobre esta base se iniciarão consultas sobre a estabilidade estratégica e as armas nucleares. Desejo-lhes êxitos", concluiu.