Coreia do Sul anuncia produção massiva de mísseis tácticos avançados e tanques K2

A Coreia do Sul aprovou, nesta quarta-feira, o plano de produção em massa de um novo tipo de míssil táctico terra-terra, destinado a destruir bases subterrâneas da Coreia do Norte.

De acordo com a agência de notícias Yonhap, citando a Administração do Programa de Aquisições de Defesa (DAPA, na sigla em inglês), o ministro da Defesa, Suh Wook aprovou o plano para produção de mais de 200 unidades dos mísseis tácticos terra-terra KTSSM até 2025.

"Este projecto é destinado a destruir equipamentos de artilharia de longo alcance escondidos em túneis subterrâneos, com o objectivo de neutralizar ataques inimigos no período de tempo mais curto possível", informou a agência responsável pela compra das armas.

O míssil tem um alcance de aproximadamente 120 quilómetros, sendo capaz de atacar múltiplos alvos ao mesmo tempo, segundo oficiais sul-coreanos.

Disparado a partir de um lançador TEL (transportador eretor lançador), tem algumas semelhanças com o Sistema de Mísseis Tácticos do Exército dos Estados Unidos (ATACMS), dizem especialistas.

Além dos mísseis, foi aprovada a terceira etapa de produção em massa do principal tanque de guerra do país, o K2. Até 2023, devem ser fabricadas mais 50 unidades deste modelo.

De acordo com a agência de notícias Yonhap, citando a Administração do Programa de Aquisições de Defesa (DAPA, na sigla em inglês), o ministro da Defesa, Suh Wook aprovou o plano para produção de mais de 200 unidades dos mísseis tácticos terra-terra KTSSM até 2025.

"Este projecto é destinado a destruir equipamentos de artilharia de longo alcance escondidos em túneis subterrâneos, com o objectivo de neutralizar ataques inimigos no período de tempo mais curto possível", informou a agência responsável pela compra das armas.

O míssil tem um alcance de aproximadamente 120 quilómetros, sendo capaz de atacar múltiplos alvos ao mesmo tempo, segundo oficiais sul-coreanos.

Disparado a partir de um lançador TEL (transportador eretor lançador), tem algumas semelhanças com o Sistema de Mísseis Tácticos do Exército dos Estados Unidos (ATACMS), dizem especialistas.

Além dos mísseis, foi aprovada a terceira etapa de produção em massa do principal tanque de guerra do país, o K2. Até 2023, devem ser fabricadas mais 50 unidades deste modelo.