Corrupção trava progresso da América Central, diz Kamala Harris

  • Vice-Presidente dos EUA, Kamala Harris
Washington - A vice-Presidente norte-americana, Kamala Harris, alertou hoje que o desenvolvimento dos países do chamado "Triângulo Norte" da América Central (Guatemala, Honduras e El Salvador) estará comprometido caso a corrupção continue a persistir naquela região.

Kamala Harris falava na 51ª conferência anual da Americas Society/Council of the Americas, evento a decorrer em Washington e durante o qual vários membros da administração dos Estados Unidos da América (EUA) liderada pelo Presidente Joe Biden vão discursar.

Na intervenção, a vice-Presidente norte-americana defendeu a necessidade de melhorar as condições de vida nos chamados países do "Triângulo Norte", dos quais são procedentes a grande parte dos migrantes irregulares que tentam atravessar a fronteira dos EUA.

Em Março passado, e perante um número recorde de chegadas de imigrantes irregulares, sobretudo menores, à fronteira dos EUA com o México, Joe Biden encarregou a gestão deste difícil e sensível dossier a Kamala Harris.

A vice-Presidente norte-americana indicou, durante o discurso, que a administração Biden está centrada em abordar vários aspetos que afectam a região e potenciam o fluxo das pessoas em direcção ao norte, como os furacões, a pandemia da doença covid-19, a seca e a insegurança alimentar.

Mas também, segundo frisou Kamala Harris, "as causas profundas" da imigração, como a corrupção, a violência, a má governança e a pobreza.

No entanto, advertiu a representante, por muitos esforços que os EUA possam colocar em marcha "para travar a violência, para proporcionar ajuda face aos desastres (naturais), para enfrentar a insegurança alimentar (...) nenhum progresso significativo será alcançado se a corrupção persistir na região".

E salientou que a História tem mostrado que quando há corrupção um passo em frente implica dois passos atrás.

"Sabemos que a corrupção provoca o colapso das instituições governamentais a partir do interior, impede as pessoas de obterem uma educação para os seus filhos, impede o início de negócios e a existência de julgamentos justos", destacou a vice-Presidente dos EUA.

Kamala Harris concluiu que a corrupção impede igualmente a criação de condições para atrair investimento para a região do "Triângulo Norte".

Kamala Harris falava na 51ª conferência anual da Americas Society/Council of the Americas, evento a decorrer em Washington e durante o qual vários membros da administração dos Estados Unidos da América (EUA) liderada pelo Presidente Joe Biden vão discursar.

Na intervenção, a vice-Presidente norte-americana defendeu a necessidade de melhorar as condições de vida nos chamados países do "Triângulo Norte", dos quais são procedentes a grande parte dos migrantes irregulares que tentam atravessar a fronteira dos EUA.

Em Março passado, e perante um número recorde de chegadas de imigrantes irregulares, sobretudo menores, à fronteira dos EUA com o México, Joe Biden encarregou a gestão deste difícil e sensível dossier a Kamala Harris.

A vice-Presidente norte-americana indicou, durante o discurso, que a administração Biden está centrada em abordar vários aspetos que afectam a região e potenciam o fluxo das pessoas em direcção ao norte, como os furacões, a pandemia da doença covid-19, a seca e a insegurança alimentar.

Mas também, segundo frisou Kamala Harris, "as causas profundas" da imigração, como a corrupção, a violência, a má governança e a pobreza.

No entanto, advertiu a representante, por muitos esforços que os EUA possam colocar em marcha "para travar a violência, para proporcionar ajuda face aos desastres (naturais), para enfrentar a insegurança alimentar (...) nenhum progresso significativo será alcançado se a corrupção persistir na região".

E salientou que a História tem mostrado que quando há corrupção um passo em frente implica dois passos atrás.

"Sabemos que a corrupção provoca o colapso das instituições governamentais a partir do interior, impede as pessoas de obterem uma educação para os seus filhos, impede o início de negócios e a existência de julgamentos justos", destacou a vice-Presidente dos EUA.

Kamala Harris concluiu que a corrupção impede igualmente a criação de condições para atrair investimento para a região do "Triângulo Norte".