Covid-19: China oferece 500 mil doses de vacina ao Paquistão

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Islamabad – A China vai oferecer 500 mil doses de uma das vacinas contra a doença covid-19 desenvolvidas naquele país ao Paquistão, anunciou hoje o chefe da diplomacia paquistanesa, Shah Mahmood Qureshi, noticiou a Lusa.

“O Paquistão manifesta grande apreço pelas 500 mil doses de vacina oferecidas pela China”, referiu o ministro dos Negócios Estrangeiros do Paquistão, numa mensagem publicada na rede social Twitter.


Já em declarações à imprensa, o ministro frisou que Pequim prometeu a Islamabad que esta primeira entrega de meio milhão de doses seria gratuita e que iria chegar ao Paquistão antes do final do corrente mês.


A China também prometeu enviar ao Paquistão outra entrega, desta vez de um milhão de doses, antes do final do mês de Fevereiro, acrescentou Shah Mahmood Qureshi, precisando que as autoridades paquistanesas já autorizaram o uso de emergência da vacina desenvolvida pela farmacêutica estatal chinesa Sinopharm.


Desde o diagnóstico do primeiro caso da doença covid-19 no país, em Fevereiro de 2020, o Paquistão totaliza 527.146 casos e mais de 11.000 vítimas mortais.


Outros países asiáticos, como Filipinas, Camboja ou Myanmar (antiga Birmânia), já anunciaram doações de vacinas por parte de Pequim, uma ofensiva diplomática da China que já foi apelidada como “a diplomacia das vacinas”.


Em Maio de 2020, durante a reunião anual da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Presidente chinês, Xi Jinping, anunciou que Pequim ia oferecer dois mil milhões de dólares (cerca de 1,64 mil milhões de euros) em assistência aos países afetados pela pandemia da covid-19, sobretudo aos mais pobres.


Na mesma altura, Xi Jinping disse ainda que as potenciais vacinas que a China previa desenvolver contra a doença iriam estar disponíveis “como um bem público global para que fossem acessíveis a todos os países em desenvolvimento”.


A pandemia da doença covid-19 já provocou pelo menos 2.075.698 mortos resultantes de mais de 96,8 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


A doença é transmitida por um novo coronavírus (SARS-Cov-2) detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

 

“O Paquistão manifesta grande apreço pelas 500 mil doses de vacina oferecidas pela China”, referiu o ministro dos Negócios Estrangeiros do Paquistão, numa mensagem publicada na rede social Twitter.


Já em declarações à imprensa, o ministro frisou que Pequim prometeu a Islamabad que esta primeira entrega de meio milhão de doses seria gratuita e que iria chegar ao Paquistão antes do final do corrente mês.


A China também prometeu enviar ao Paquistão outra entrega, desta vez de um milhão de doses, antes do final do mês de Fevereiro, acrescentou Shah Mahmood Qureshi, precisando que as autoridades paquistanesas já autorizaram o uso de emergência da vacina desenvolvida pela farmacêutica estatal chinesa Sinopharm.


Desde o diagnóstico do primeiro caso da doença covid-19 no país, em Fevereiro de 2020, o Paquistão totaliza 527.146 casos e mais de 11.000 vítimas mortais.


Outros países asiáticos, como Filipinas, Camboja ou Myanmar (antiga Birmânia), já anunciaram doações de vacinas por parte de Pequim, uma ofensiva diplomática da China que já foi apelidada como “a diplomacia das vacinas”.


Em Maio de 2020, durante a reunião anual da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Presidente chinês, Xi Jinping, anunciou que Pequim ia oferecer dois mil milhões de dólares (cerca de 1,64 mil milhões de euros) em assistência aos países afetados pela pandemia da covid-19, sobretudo aos mais pobres.


Na mesma altura, Xi Jinping disse ainda que as potenciais vacinas que a China previa desenvolver contra a doença iriam estar disponíveis “como um bem público global para que fossem acessíveis a todos os países em desenvolvimento”.


A pandemia da doença covid-19 já provocou pelo menos 2.075.698 mortos resultantes de mais de 96,8 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


A doença é transmitida por um novo coronavírus (SARS-Cov-2) detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.