Covid-19: EUA repõe restrições a viagens a partir de espaço Schengen, Reino Unido, Irlanda e Brasil

  • Joe Biden, Presidente eleito dos Estados Unidos da América
Washington – O Presidente dos EUA, Joe Biden, vai repor as restrições às viagens a partir de países do espaço Schengen, Reino Unido, Irlanda e Brasil para travar a expansão da pandemia de covid-19, anunciou hoje a Casa Branca.

À lista, Joe Biden acrescenta ainda a África do Sul, que não fazia parte, anteriormente, do conjunto de países com restrições de entrada nos EUA que o ex-presidente Donald Trump levantou antes de abandonar o cargo, em 20 de Janeiro.

“O Presidente decidiu manter as restrições que existiam anteriormente para o espaço Schengen, Reino Unido, República da Irlanda, e Brasil”, anunciou a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaku, através de um comunicado.

O anúncio confirma as notícias avançadas nas primeiras horas de hoje pela televisão CNN e pela publicação Político, que citavam fontes da Casa Branca.

As restrições deveriam ser levantadas a partir de terça-feira.

A proibição de passageiros provenientes da União Europeia e do Reino Unido foi imposta por Donald Trump em Março e a do Brasil em Maio.

Em 18 de Janeiro, dois dias antes de deixar a Casa Branca, Donald Trump decidiu manter em vigor apenas as restrições de viagem a passageiros procedentes da China e do Irão.

Quando a ordem de Donald Trump foi conhecida, a actual porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, disse na sua conta na rede social Twitter que, com o agravamento da pandemia e o surgimento de variantes mais contagiosas em todo o mundo, "este não é o melhor momento para levantar restrições a viagens internacionais".

"A administração não pretende levantar estas restrições em 26 de Janeiro", antecipou a actual porta-voz.

Além disso, os Estados Unidos exigirão a partir de terça-feira um teste covid-19 negativo para todos os passageiros aéreos antes de voarem para o país, incluindo os norte-americanos.

A medida, anunciada pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) em 12 de Janeiro, também estabelece a recomendação de submissão a um novo teste três a cinco dias após a chegada ao país e permanecer em quarentena em casa durante sete dias após a viagem.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.129.368 mortos resultantes de mais de 99,1 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 10.721 pessoas dos 643.113 casos de infecção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

À lista, Joe Biden acrescenta ainda a África do Sul, que não fazia parte, anteriormente, do conjunto de países com restrições de entrada nos EUA que o ex-presidente Donald Trump levantou antes de abandonar o cargo, em 20 de Janeiro.

“O Presidente decidiu manter as restrições que existiam anteriormente para o espaço Schengen, Reino Unido, República da Irlanda, e Brasil”, anunciou a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaku, através de um comunicado.

O anúncio confirma as notícias avançadas nas primeiras horas de hoje pela televisão CNN e pela publicação Político, que citavam fontes da Casa Branca.

As restrições deveriam ser levantadas a partir de terça-feira.

A proibição de passageiros provenientes da União Europeia e do Reino Unido foi imposta por Donald Trump em Março e a do Brasil em Maio.

Em 18 de Janeiro, dois dias antes de deixar a Casa Branca, Donald Trump decidiu manter em vigor apenas as restrições de viagem a passageiros procedentes da China e do Irão.

Quando a ordem de Donald Trump foi conhecida, a actual porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, disse na sua conta na rede social Twitter que, com o agravamento da pandemia e o surgimento de variantes mais contagiosas em todo o mundo, "este não é o melhor momento para levantar restrições a viagens internacionais".

"A administração não pretende levantar estas restrições em 26 de Janeiro", antecipou a actual porta-voz.

Além disso, os Estados Unidos exigirão a partir de terça-feira um teste covid-19 negativo para todos os passageiros aéreos antes de voarem para o país, incluindo os norte-americanos.

A medida, anunciada pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) em 12 de Janeiro, também estabelece a recomendação de submissão a um novo teste três a cinco dias após a chegada ao país e permanecer em quarentena em casa durante sete dias após a viagem.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.129.368 mortos resultantes de mais de 99,1 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 10.721 pessoas dos 643.113 casos de infecção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.