Covid-19: Itália com 5.948 casos num dia, registo mais baixo desde Outubro

  • Ilustração do  Covid-19
Roma – A Itália registou 5.948 contágios pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, o registo mais baixo desde Outubro, informou hoje o Ministério da Saúde italiano, uma semana depois do país ter iniciado um processo gradual de reabertura.

Trata-se do número mais baixo de novos casos da doença covid-19 registado no país desde 13 de outubro de 2020, dia em que foram contabilizados 5.901 novos contágios.


No entanto, e como é frequente durante o período de fim de semana, o país também realizou menos testes de diagnóstico, num total de 121.829.
Com o registo destes novos contágios, o país totaliza, até à data, 4.050.708 casos de pessoas que ficaram infectadas com o novo coronavírus (SARS-Cov-2), de acordo com o boletim informativo do ministério.


O país somou 256 óbitos nas últimas 24 horas, elevando para 121.433 o número total de mortes atribuídas à doença covid-19 no território italiano desde o início da crise pandémica, em fevereiro de 2020, de acordo com a mesma fonte.


No que diz respeito aos recuperados, o país ultrapassou hoje a barreira dos 3,5 milhões, ao alcançar um total de 3.505.717, um aumento de 13.038 recuperações face ao dia anterior.


Existem 423.558 casos positivos de covid-19 que estão atualmente activos em Itália, um decréscimo de 7.348 casos em relação à véspera.

Dos casos positivos actualmente activos em Itália (a grande maioria são doentes que estão nas respectivas casas com sintomas ligeiros da doença ou estão assintomáticos), 20.885 são pessoas que estão hospitalizadas (mais 16 em relação aos dados divulgados no domingo), existindo 2.490 doentes em unidades de cuidados intensivos (UCI), menos 34 pacientes em comparação aos indicadores do dia anterior.


A campanha de vacinação em Itália prossegue, com um ritmo de quase meio milhão de inoculações diárias, e foram administradas até à data 20.885.469 doses em todo o país.


Um total de 6.302.433 pessoas já têm o processo de imunização completo contra a covid-19.


Após ter vacinado 90% da sua população, a ilha de Prócida, na região da Campânia (sul), é a primeira área do território italiano a ser classificada como uma zona “livre de covid-19”, segundo indicam as agências internacionais.


Este resultado surge após uma campanha de quatro dias de vacinação com o fármaco unidose da Janssen, do grupo Johnson & Johnson, que abrangeu mais de 6.000 dos 7.500 habitantes da ilha.


O país iniciou há uma semana um processo gradual de reabertura em 14 regiões com baixo risco de contágio, denominadas como “zonas amarelas”, como foi o caso de Lazio e da Lombardia, onde ficam localizadas as cidades de Roma (capital) e de Milão, respetivamente.


Nessas zonas, as aulas presenciais foram retomadas para os alunos até ao ensino secundário e o setor da restauração teve autorização para abrir as esplanadas até ao recolher noturno, decretado a partir das 22:00 locais.


Museus, cinemas e teatros também reabriram com capacidade limitada.


A pandemia da doença covid-19 provocou pelo menos 3.203.937 mortos no mundo, resultantes de mais de 152,7 milhões de casos de infecção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


A doença é transmitida por um novo coronavírus (SARS-Cov-2) detectado em dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

Trata-se do número mais baixo de novos casos da doença covid-19 registado no país desde 13 de outubro de 2020, dia em que foram contabilizados 5.901 novos contágios.


No entanto, e como é frequente durante o período de fim de semana, o país também realizou menos testes de diagnóstico, num total de 121.829.
Com o registo destes novos contágios, o país totaliza, até à data, 4.050.708 casos de pessoas que ficaram infectadas com o novo coronavírus (SARS-Cov-2), de acordo com o boletim informativo do ministério.


O país somou 256 óbitos nas últimas 24 horas, elevando para 121.433 o número total de mortes atribuídas à doença covid-19 no território italiano desde o início da crise pandémica, em fevereiro de 2020, de acordo com a mesma fonte.


No que diz respeito aos recuperados, o país ultrapassou hoje a barreira dos 3,5 milhões, ao alcançar um total de 3.505.717, um aumento de 13.038 recuperações face ao dia anterior.


Existem 423.558 casos positivos de covid-19 que estão atualmente activos em Itália, um decréscimo de 7.348 casos em relação à véspera.

Dos casos positivos actualmente activos em Itália (a grande maioria são doentes que estão nas respectivas casas com sintomas ligeiros da doença ou estão assintomáticos), 20.885 são pessoas que estão hospitalizadas (mais 16 em relação aos dados divulgados no domingo), existindo 2.490 doentes em unidades de cuidados intensivos (UCI), menos 34 pacientes em comparação aos indicadores do dia anterior.


A campanha de vacinação em Itália prossegue, com um ritmo de quase meio milhão de inoculações diárias, e foram administradas até à data 20.885.469 doses em todo o país.


Um total de 6.302.433 pessoas já têm o processo de imunização completo contra a covid-19.


Após ter vacinado 90% da sua população, a ilha de Prócida, na região da Campânia (sul), é a primeira área do território italiano a ser classificada como uma zona “livre de covid-19”, segundo indicam as agências internacionais.


Este resultado surge após uma campanha de quatro dias de vacinação com o fármaco unidose da Janssen, do grupo Johnson & Johnson, que abrangeu mais de 6.000 dos 7.500 habitantes da ilha.


O país iniciou há uma semana um processo gradual de reabertura em 14 regiões com baixo risco de contágio, denominadas como “zonas amarelas”, como foi o caso de Lazio e da Lombardia, onde ficam localizadas as cidades de Roma (capital) e de Milão, respetivamente.


Nessas zonas, as aulas presenciais foram retomadas para os alunos até ao ensino secundário e o setor da restauração teve autorização para abrir as esplanadas até ao recolher noturno, decretado a partir das 22:00 locais.


Museus, cinemas e teatros também reabriram com capacidade limitada.


A pandemia da doença covid-19 provocou pelo menos 3.203.937 mortos no mundo, resultantes de mais de 152,7 milhões de casos de infecção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


A doença é transmitida por um novo coronavírus (SARS-Cov-2) detectado em dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.