Covid-19: Itália registou 8.585 novos casos nas últimas 24 horas

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Roma – A Itália registou 8.585 infeções por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o número total de casos para 2.056.277 desde que começou a crise sanitária no país em Fevereiro, indicou hoje o Ministério da Saúde em comunicado.

Desde domingo, 445 pessoas morreram, elevando o total desde Fevereiro para 72.370 óbitos, e 14.675 pessoas foram consideradas curadas desde o dia anterior.


A região de Véneto, no norte, teve o maior número de casos, com 2.782, seguida por Lácio (cuja capital é Roma), que comunicou 966 contágios, por Emília-Romanha (750) e pela Lombardia (573), a mais afetada pela pandemia.


O governo italiano calculou hoje que até 01 de Abril vão ser vacinados 13 milhões pessoas no país contra o novo coronavírus, o que vai permitir chegar à primeira fase de erradicação do vírus.


Isto vai ser graças aos lotes de vacinas que o país espera receber no primeiro trimestre das farmacêuticas Pfizer-BioNTech, Moderna e AstraZeneca, sendo que estas duas aguardam aprovação para serem distribuídas o mais rapidamente possível.


O responsável pela gestão da emergência, Domenico Arcuri, confirmou que a partir de terça-feira vai chegar ao país o primeiro lote de quase 470.000 doses semanais da Pfizer-BioNTech conforme o planeado, ou seja, o país não vai ser um dos afectados pelos atrasos anunciados hoje pela farmacêutica norte-americana.


Paralelamente, esta segunda-feira, o governo mostrou publicamente as suas discrepâncias no que diz respeito a obrigar os funcionários da função pública a serem vacinados ou não.


A subsecretária da Saúde, do Partido Democrático (PD, centro-esquerda), Sandra Zampa, considerou que “a obrigatoriedade da vacina deve ser uma condição prévia para quem trabalha na administração pública” e que os funcionários que não a quiserem não devem manter o seu posto de trabalho.
No entanto, a ministra da Administração Pública, do Movimento 5 Estrelas, Fabiana Dadone, pronunciou-se momentos depois para rejeitar essas imposições.


A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 1.765.049 mortos resultantes de mais de 80,6 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

Desde domingo, 445 pessoas morreram, elevando o total desde Fevereiro para 72.370 óbitos, e 14.675 pessoas foram consideradas curadas desde o dia anterior.


A região de Véneto, no norte, teve o maior número de casos, com 2.782, seguida por Lácio (cuja capital é Roma), que comunicou 966 contágios, por Emília-Romanha (750) e pela Lombardia (573), a mais afetada pela pandemia.


O governo italiano calculou hoje que até 01 de Abril vão ser vacinados 13 milhões pessoas no país contra o novo coronavírus, o que vai permitir chegar à primeira fase de erradicação do vírus.


Isto vai ser graças aos lotes de vacinas que o país espera receber no primeiro trimestre das farmacêuticas Pfizer-BioNTech, Moderna e AstraZeneca, sendo que estas duas aguardam aprovação para serem distribuídas o mais rapidamente possível.


O responsável pela gestão da emergência, Domenico Arcuri, confirmou que a partir de terça-feira vai chegar ao país o primeiro lote de quase 470.000 doses semanais da Pfizer-BioNTech conforme o planeado, ou seja, o país não vai ser um dos afectados pelos atrasos anunciados hoje pela farmacêutica norte-americana.


Paralelamente, esta segunda-feira, o governo mostrou publicamente as suas discrepâncias no que diz respeito a obrigar os funcionários da função pública a serem vacinados ou não.


A subsecretária da Saúde, do Partido Democrático (PD, centro-esquerda), Sandra Zampa, considerou que “a obrigatoriedade da vacina deve ser uma condição prévia para quem trabalha na administração pública” e que os funcionários que não a quiserem não devem manter o seu posto de trabalho.
No entanto, a ministra da Administração Pública, do Movimento 5 Estrelas, Fabiana Dadone, pronunciou-se momentos depois para rejeitar essas imposições.


A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 1.765.049 mortos resultantes de mais de 80,6 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.