COVID-19: Mesmo com teste negativo, passageiro infecta outras pessoas em voo para Nova Zelândia

Moscovo - Um surto de COVID-19 ocorreu num voo de 18 horas de Dubai para a Nova Zelândia. Um dos passageiros, que testou negativo para o coronavírus antes de embarcar, teria infectado vários outros, reporta o Ministério da Saúde neozelandês.

Após a aterragem, todos os passageiros submeteram-se à quarentena obrigatória de duas semanas, confirmando-se quatro casos positivos no final, apesar de os passageiros em questão terem tomado as devidas medidas de segurança.  

O indivíduo, suspeito de infectar outras pessoas, apresentou resultado negativo 48 horas antes da descolagem do avião e, posteriormente, não demonstrou sintomas. No entanto, quatro passageiros que viajavam com máscaras e luvas, e com distância de quatro fileiras entre si, testaram positivo durante a quarentena obrigatória de duas semanas após pousarem em território neozelandês.

Combinando informações entre a progressão da doença, a dinâmica da viagem e análise genômica, especialistas concluíram que "pelo menos quatro eventos de transmissão do SARS-CoV-2 provavelmente ocorreram durante o voo", conforme consta no relatório do Ministério da Saúde. 

Os profissionais de saúde ainda não podem confirmar se os passageiros infectaram-se pelo coronavírus antes de embarcarem no avião, durante o voo ou depois da viagem.

O jornal The New York Post comentou que o caso é uma prova viva sobre os riscos que as pessoas podem correr durante viagens aéreas. A possibilidade de serem infectadas pelo SARS-CoV-2 pode ser alta.

Após a aterragem, todos os passageiros submeteram-se à quarentena obrigatória de duas semanas, confirmando-se quatro casos positivos no final, apesar de os passageiros em questão terem tomado as devidas medidas de segurança.  

O indivíduo, suspeito de infectar outras pessoas, apresentou resultado negativo 48 horas antes da descolagem do avião e, posteriormente, não demonstrou sintomas. No entanto, quatro passageiros que viajavam com máscaras e luvas, e com distância de quatro fileiras entre si, testaram positivo durante a quarentena obrigatória de duas semanas após pousarem em território neozelandês.

Combinando informações entre a progressão da doença, a dinâmica da viagem e análise genômica, especialistas concluíram que "pelo menos quatro eventos de transmissão do SARS-CoV-2 provavelmente ocorreram durante o voo", conforme consta no relatório do Ministério da Saúde. 

Os profissionais de saúde ainda não podem confirmar se os passageiros infectaram-se pelo coronavírus antes de embarcarem no avião, durante o voo ou depois da viagem.

O jornal The New York Post comentou que o caso é uma prova viva sobre os riscos que as pessoas podem correr durante viagens aéreas. A possibilidade de serem infectadas pelo SARS-CoV-2 pode ser alta.