Covid-19: OMS pede vacinação mais rápida em contexto de melhoria global

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Genebra - A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou hoje que é fundamental acelerar a vacinação contra a covid-19, destacando a redução do número de novos casos, que se manifesta há seis semanas por todo mundo.

A directora do departamento de Saúde Pública da OMS, Maria Neira, considerou que a evolução é positiva, mas tem que ser olhada "com prudência".

O caminho, defendeu, é "continuar com as medidas (para travar os contágios), que são muitas, e aplicá-las de forma estratégica e inteligente".

"Vemos que a curva está a começar a baixar, o que acontece pela sexta semana. Quanto à mortalidade, também se vê que começa a baixar, embora tenha começado três semanas depois da redução de casos", indicou durante um congresso sobre segurança alimentar.

O próximo passo será "ver se se pode acelerar a vacinação e se as novas vacinas permitem vacinar em grande escala", destacou, ressalvando que é preciso analisar quais são os problemas estruturais a resolver para preparar a reacção a uma próxima pandemia.

A responsável da OMS defendeu que será preciso descobrir o que falhou para "não repetir os mesmos erros" e apontou a colaboração internacional como um dos aspectos a melhorar.

"Temos que reflectir sobre a nossa vulnerabilidade como sociedade. Acabámos de chegar a Marte mas, ao mesmo tempo, temos pés de barro em questões como o contágio por um vírus", declarou.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.466.453 mortos no mundo, resultantes de mais de 111 milhões de casos de infecção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.023 pessoas dos 798.074 casos de infecção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

A directora do departamento de Saúde Pública da OMS, Maria Neira, considerou que a evolução é positiva, mas tem que ser olhada "com prudência".

O caminho, defendeu, é "continuar com as medidas (para travar os contágios), que são muitas, e aplicá-las de forma estratégica e inteligente".

"Vemos que a curva está a começar a baixar, o que acontece pela sexta semana. Quanto à mortalidade, também se vê que começa a baixar, embora tenha começado três semanas depois da redução de casos", indicou durante um congresso sobre segurança alimentar.

O próximo passo será "ver se se pode acelerar a vacinação e se as novas vacinas permitem vacinar em grande escala", destacou, ressalvando que é preciso analisar quais são os problemas estruturais a resolver para preparar a reacção a uma próxima pandemia.

A responsável da OMS defendeu que será preciso descobrir o que falhou para "não repetir os mesmos erros" e apontou a colaboração internacional como um dos aspectos a melhorar.

"Temos que reflectir sobre a nossa vulnerabilidade como sociedade. Acabámos de chegar a Marte mas, ao mesmo tempo, temos pés de barro em questões como o contágio por um vírus", declarou.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.466.453 mortos no mundo, resultantes de mais de 111 milhões de casos de infecção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 16.023 pessoas dos 798.074 casos de infecção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.