COVID-19: ONU reúne uma centena de líderes para discutir resposta à pandemia

Nova Iorque - Mais de 50 chefes de Estado e 39 chefes de governo deverão participar numa sessão extraordinária da Assembleia-Geral da ONU, que decorre hoje e sexta-feira, para discutir a resposta à pandemia do novo coronavírus.

O presidente francês, Emmanuel Macron, a chanceler alemã, Angela Merkel, assim como os primeiros-ministros do Japão, Yoshihide Suga, e da Índia, Narendra Modi, entre outros, são esperados na reunião, onde muitos dos participantes intervirão através de mensagens vídeo.

A União Europeia, representada pelo presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, deverá insistir no seu apoio a uma resposta multilateral com a ONU no centro, em que as futuras vacinas sejam consideradas bens públicos e na promoção de um maior papel da Organização Mundial da Saúde (OMS) nas crises sanitárias.

Do continente americano, muito atingido pela pandemia, esperam-se os presidentes da Costa Rica, Honduras, Cuba, Peru, Chile, Bolívia, Equador, República Dominicana, Colômbia e Uruguai.

A reunião visa, segundo a ONU, unificar a resposta à pandemia, melhorando a cooperação entre todos os envolvidos, incluindo os países, organizações e também as farmacêuticas.

“A sessão extraordinária oferece um momento histórico para nos unirmos para derrotar a covid-19”, defendeu num comunicado o presidente da Assembleia-Geral, Volkan Bozkir.

A pandemia de covid-19, transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019 na China, provocou já pelo menos 1.482.240 mortos resultantes de mais de 63,8 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço da agência France Presse.

 

 

O presidente francês, Emmanuel Macron, a chanceler alemã, Angela Merkel, assim como os primeiros-ministros do Japão, Yoshihide Suga, e da Índia, Narendra Modi, entre outros, são esperados na reunião, onde muitos dos participantes intervirão através de mensagens vídeo.

A União Europeia, representada pelo presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, deverá insistir no seu apoio a uma resposta multilateral com a ONU no centro, em que as futuras vacinas sejam consideradas bens públicos e na promoção de um maior papel da Organização Mundial da Saúde (OMS) nas crises sanitárias.

Do continente americano, muito atingido pela pandemia, esperam-se os presidentes da Costa Rica, Honduras, Cuba, Peru, Chile, Bolívia, Equador, República Dominicana, Colômbia e Uruguai.

A reunião visa, segundo a ONU, unificar a resposta à pandemia, melhorando a cooperação entre todos os envolvidos, incluindo os países, organizações e também as farmacêuticas.

“A sessão extraordinária oferece um momento histórico para nos unirmos para derrotar a covid-19”, defendeu num comunicado o presidente da Assembleia-Geral, Volkan Bozkir.

A pandemia de covid-19, transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro de 2019 na China, provocou já pelo menos 1.482.240 mortos resultantes de mais de 63,8 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço da agência France Presse.