Partilha de vacinas vai pôr UE "do lado certo da história"

  • Bandeira da União Europeia
Bruxelas - A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, defendeu hoje a partilha pela União Europeia (UE) dos 2,3 mil milhões de doses de vacinas para a covid-19, o que colocará o bloco "do lado certo da história".

O mecanismo de partilha de vacinas da UE é uma demonstração de solidariedade e "os que mostram apoio a os seus parceiros com doses e ações não serão esquecidos, mas os que não auxiliam serão lembrados por razões muito diferentes e estou determinada a que a Europa fique do lado certo da história e da humanidade".

Através do mecanismo, a UE -- que tem já asseguradas 2,3 mil milhões de doses - irá canalizar vacinas para a covid-19 ou directamente ou através do consórcio Covax para países vizinhos dos Balcãs Ocidentais e os parceiros orientais e do Norte de África.

A líder do executivo comunitário, intervindo num debate no Parlamento Europeu sobre as prioridades da presidência portuguesa do Conselho da UE, juntamente com o primeiro-ministro, António Costa, reconheceu que "alguns perguntarão como é que podemos estar a falar de partilhar as vacinas com outros quando ainda não estamos todos vacinados".

"A estes eu respondo: esta não é apenas uma questão de solidariedade, mas também de interesse próprio, só juntos conseguiremos sair desta pandemia. Isto é válido para a nossa saúde, para as nossas economias, para as nossas cadeias de abastecimento e também para a nossa credibilidade e influência geopolítica", disse.

O primeiro-ministro, António Costa, na condição de presidente em exercício do Conselho da UE, debateu hoje as prioridades da presidência portuguesa para o primeiro semestre do ano.

O mecanismo de partilha de vacinas da UE é uma demonstração de solidariedade e "os que mostram apoio a os seus parceiros com doses e ações não serão esquecidos, mas os que não auxiliam serão lembrados por razões muito diferentes e estou determinada a que a Europa fique do lado certo da história e da humanidade".

Através do mecanismo, a UE -- que tem já asseguradas 2,3 mil milhões de doses - irá canalizar vacinas para a covid-19 ou directamente ou através do consórcio Covax para países vizinhos dos Balcãs Ocidentais e os parceiros orientais e do Norte de África.

A líder do executivo comunitário, intervindo num debate no Parlamento Europeu sobre as prioridades da presidência portuguesa do Conselho da UE, juntamente com o primeiro-ministro, António Costa, reconheceu que "alguns perguntarão como é que podemos estar a falar de partilhar as vacinas com outros quando ainda não estamos todos vacinados".

"A estes eu respondo: esta não é apenas uma questão de solidariedade, mas também de interesse próprio, só juntos conseguiremos sair desta pandemia. Isto é válido para a nossa saúde, para as nossas economias, para as nossas cadeias de abastecimento e também para a nossa credibilidade e influência geopolítica", disse.

O primeiro-ministro, António Costa, na condição de presidente em exercício do Conselho da UE, debateu hoje as prioridades da presidência portuguesa para o primeiro semestre do ano.