Covid-19: Pelo menos 1,397 milhões de mortos no mundo desde o início da pandemia

  • Dístico do Covid-19 Novo Coronavírus
Paris – A pandemia da covid-19 já causou pelo menos 1.397.322 mortos no mundo desde que o novo coronavírus foi descoberto em Dezembro na China, indica um balanço da agência France-Presse até às 11:00 TMG.

Mais de 59.256.310 infecções foram diagnosticadas no mesmo período, das quais pelo menos 37.691.800 foram consideradas curadas.
Nas últimas 24 horas, registaram-se mais 7.896 mortes e 593.934 casos em todo o mundo, segundo a AFP.


Os países que registaram mais mortes no último dia foram os Estados Unidos, com 835 mortos, a Itália, com 630, e a Polónia, com 540.
Os Estados Unidos são o país mais afetado, tanto em número de mortos como de casos, com um total de 257.707 mortos entre 12.421.216 casos, segundo o balanço da universidade Johns Hopkins. Pelo menos 4.633.600 pessoas foram declaradas curadas.


Depois dos Estados Unidos, os países mais atingidos são o Brasil com 169.485 mortos em 6.087.608 casos, a Índia com 134.218 mortos (9.177.840 casos), o México com 101.926 mortes (1.049.358 infectados) e o Reino Unido com 55.230 mortes (1.527.495 casos).


Entre os países mais afectados, a Bélgica é o que conta com mais mortos em relação à sua população, 136 por cada 100.000 habitantes, seguido do Peru (108), Espanha (92) e Itália (83).


A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau) declarou um total de 86.464 casos (22 nas últimas 24 horas), incluindo 4.634 mortos (0 no último dia), e 81.508 curas.


A América Latina e as Caraíbas totalizavam hoje às 11:00 TMG 435.916 mortos em 12.523.367 casos, a Europa 377.263 mortes (16.657.311 infectados), os Estados Unidos e o Canadá 269.201 mortos (12.755.021 casos), a Ásia 189.142 mortos (11.975.641 infectados), o Médio Oriente 74.880 mortes (3.160.744 casos), África 49.979 mortos (2.154.039 casos) e a Oceânia 941 mortos (30.196 infectados).


O número de casos diagnosticados só reflete, contudo, uma fracção do número real de infecções. Alguns países só testam os casos graves, outros utilizam os testes sobretudo para rastreamento e muitos países pobres dispõem de limitadas capacidades de despistagem.


O balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial de Saúde.

 

Mais de 59.256.310 infecções foram diagnosticadas no mesmo período, das quais pelo menos 37.691.800 foram consideradas curadas.
Nas últimas 24 horas, registaram-se mais 7.896 mortes e 593.934 casos em todo o mundo, segundo a AFP.


Os países que registaram mais mortes no último dia foram os Estados Unidos, com 835 mortos, a Itália, com 630, e a Polónia, com 540.
Os Estados Unidos são o país mais afetado, tanto em número de mortos como de casos, com um total de 257.707 mortos entre 12.421.216 casos, segundo o balanço da universidade Johns Hopkins. Pelo menos 4.633.600 pessoas foram declaradas curadas.


Depois dos Estados Unidos, os países mais atingidos são o Brasil com 169.485 mortos em 6.087.608 casos, a Índia com 134.218 mortos (9.177.840 casos), o México com 101.926 mortes (1.049.358 infectados) e o Reino Unido com 55.230 mortes (1.527.495 casos).


Entre os países mais afectados, a Bélgica é o que conta com mais mortos em relação à sua população, 136 por cada 100.000 habitantes, seguido do Peru (108), Espanha (92) e Itália (83).


A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau) declarou um total de 86.464 casos (22 nas últimas 24 horas), incluindo 4.634 mortos (0 no último dia), e 81.508 curas.


A América Latina e as Caraíbas totalizavam hoje às 11:00 TMG 435.916 mortos em 12.523.367 casos, a Europa 377.263 mortes (16.657.311 infectados), os Estados Unidos e o Canadá 269.201 mortos (12.755.021 casos), a Ásia 189.142 mortos (11.975.641 infectados), o Médio Oriente 74.880 mortes (3.160.744 casos), África 49.979 mortos (2.154.039 casos) e a Oceânia 941 mortos (30.196 infectados).


O número de casos diagnosticados só reflete, contudo, uma fracção do número real de infecções. Alguns países só testam os casos graves, outros utilizam os testes sobretudo para rastreamento e muitos países pobres dispõem de limitadas capacidades de despistagem.


O balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial de Saúde.