Covid-19: Rússia regista 186.000 mortes desde Janeiro

  • Ilustração do  Covid-19
Moscovo – O governo russo admitiu hoje que se registaram no país cerca de 186.000 mortes causadas pela covid-19 este ano, um número bem acima da contagem oficial e que torna a Rússia um dos países mais afectadas pela pandemia.

O escritório nacional de estatística Rosstat relatou um excesso de mortalidade entre Janeiro e Novembro de 229.700 pessoas, um aumento de 13,8% em relação ao mesmo período em 2019.


“Mais de 81% do aumento da mortalidade nesse período deve-se à covid-19 e às consequências da doença”, ou seja, pouco mais de 186.000 mortes, indicou a vice-primeira-ministra com a pasta da Saúde, Tatiana Golikova, citada pelas agências de notícias russas.


Estes dados colocam a Rússia em terceiro lugar no mundo com mais mortes atribuídas a covid-19, atrás dos Estados Unidos (mais de 330.00) e do Brasil (mais de 190.000).


Esse número é também três vezes superior às 55.265 mortes oficiais registadas desde o início da pandemia pelo sítio na internet do governo dedicado à luta contra a pandemia.


No entanto, este último conta apenas diariamente as mortes por covid-19 confirmadas por autópsia e é com base nesses números que a Rússia se orgulha de ter respondido, na avaliação do Presidente Vladimir Putin, aos desafios do novo coronavírus melhor do que a maioria dos países ocidentais.
Porém, de acordo com o Rosstat, só no mês de Novembro, 25.788 pessoas morreram depois de contaminadas pelo SARS-CoV-2, na primeira vez que o escritório publica dados mensais detalhados, sem oferecer dados dos meses anteriores.


A Rússia, como o resto do mundo, foi atingida desde o outono pela segunda vaga epidémica.


As autoridades russas rejeitaram a ideia de qualquer novo confinamento nacional, depois do da primavera, para preservar a economia, considerando-se bem preparadas e contando com a eficácia da sua vacina, Sputnik-V, que tem sido distribuída desde o início de Dezembro.


A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.765.049 mortos resultantes de mais de 80,6 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

 

O escritório nacional de estatística Rosstat relatou um excesso de mortalidade entre Janeiro e Novembro de 229.700 pessoas, um aumento de 13,8% em relação ao mesmo período em 2019.


“Mais de 81% do aumento da mortalidade nesse período deve-se à covid-19 e às consequências da doença”, ou seja, pouco mais de 186.000 mortes, indicou a vice-primeira-ministra com a pasta da Saúde, Tatiana Golikova, citada pelas agências de notícias russas.


Estes dados colocam a Rússia em terceiro lugar no mundo com mais mortes atribuídas a covid-19, atrás dos Estados Unidos (mais de 330.00) e do Brasil (mais de 190.000).


Esse número é também três vezes superior às 55.265 mortes oficiais registadas desde o início da pandemia pelo sítio na internet do governo dedicado à luta contra a pandemia.


No entanto, este último conta apenas diariamente as mortes por covid-19 confirmadas por autópsia e é com base nesses números que a Rússia se orgulha de ter respondido, na avaliação do Presidente Vladimir Putin, aos desafios do novo coronavírus melhor do que a maioria dos países ocidentais.
Porém, de acordo com o Rosstat, só no mês de Novembro, 25.788 pessoas morreram depois de contaminadas pelo SARS-CoV-2, na primeira vez que o escritório publica dados mensais detalhados, sem oferecer dados dos meses anteriores.


A Rússia, como o resto do mundo, foi atingida desde o outono pela segunda vaga epidémica.


As autoridades russas rejeitaram a ideia de qualquer novo confinamento nacional, depois do da primavera, para preservar a economia, considerando-se bem preparadas e contando com a eficácia da sua vacina, Sputnik-V, que tem sido distribuída desde o início de Dezembro.


A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.765.049 mortos resultantes de mais de 80,6 milhões de casos de infecção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.


A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.