EUA/Eleições: Afluência desigual e fortes medidas de segurança em diferentes áreas

  • Arte das fotos do Presidente Norte Americano, Donald Trump (Esq) e do Candidato Republicano, Joe Biden
Washington - A afluência de eleitores norte-americanos às urnas está hoje a ser desigual em diferentes partes dos Estados Unidos, onde, devido à pandemia, mais de 100 milhões de eleitores já votaram antecipadamente para as presidenciais.

No centro de Filadélfia, na Pensilvânia, um dos "estados-chave", havia poucos eleitores nas assembleias de voto, e as poucas filas eram pequenas mas no meio de alguma tensão, segundo reporta a agência noticiosa espanhola EFE.

Um importante dispositivo policial era visível, segundo os repórteres da agência espanhola, com as montras e entradas e acessos aos hotéis vedados com tábuas de madeira, a prevenir eventuais distúrbios para a noite de hoje, e a Câmara local fortemente guardada pelas forças de segurança.

Em Wilmington (Delaware), cidade onde reside o candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden, havia bastantes eleitores em filas para votar.

Já em Arlington (Virgínia), cerca de duas dezenas de pessoas faziam fila para votar às primeiras horas do dia à entrada de uma escola secundária, situada numa área residencial de classe média e predominantemente democrata, em que 63% da população votou antecipadamente ou pelo correio.

Após depositar o boletim de voto na urna, todos os eleitores recebiam um adesivo com a frase "já votei".

No sudeste dos Estados Unidos, no Texas, havia pouca afluência nos centros de voto habilitados no centro da capital do estado, Austin.

Apenas a Biblioteca Central de Austin apresentava algumas pequenas filas, com cerca de uma dezena de pessoas a aguardar e a seguir as regras de distanciamento social.

No oeste do país, em Los Angeles, o que chamou a atenção hoje foram as apertadas medidas de segurança para prevenir eventuais protestos e distúrbios pós-eleitorais, para que não se repitam os saques e actos de vandalismo registados em Junho durante as manifestações de protesto contra a violência policia, sobretudo contra afro-americanos.

No Centro Comercial Promenade, em Santa Mónica, grande parte das lojas estava tapada com placas de madeira, embora lá dentro estivessem alguns trabalhadores para reforçar a segurança.

Devido à pandemia de covid-19, mais de 100 milhões de eleitores votaram antecipadamente ou pelo correio nas presidenciais de hoje, que opõem o democrata Joe Biden ao Presidente cessante, Donald Trump, que se candidata pelo Partido Republicano a um segundo mandato.

No centro de Filadélfia, na Pensilvânia, um dos "estados-chave", havia poucos eleitores nas assembleias de voto, e as poucas filas eram pequenas mas no meio de alguma tensão, segundo reporta a agência noticiosa espanhola EFE.

Um importante dispositivo policial era visível, segundo os repórteres da agência espanhola, com as montras e entradas e acessos aos hotéis vedados com tábuas de madeira, a prevenir eventuais distúrbios para a noite de hoje, e a Câmara local fortemente guardada pelas forças de segurança.

Em Wilmington (Delaware), cidade onde reside o candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden, havia bastantes eleitores em filas para votar.

Já em Arlington (Virgínia), cerca de duas dezenas de pessoas faziam fila para votar às primeiras horas do dia à entrada de uma escola secundária, situada numa área residencial de classe média e predominantemente democrata, em que 63% da população votou antecipadamente ou pelo correio.

Após depositar o boletim de voto na urna, todos os eleitores recebiam um adesivo com a frase "já votei".

No sudeste dos Estados Unidos, no Texas, havia pouca afluência nos centros de voto habilitados no centro da capital do estado, Austin.

Apenas a Biblioteca Central de Austin apresentava algumas pequenas filas, com cerca de uma dezena de pessoas a aguardar e a seguir as regras de distanciamento social.

No oeste do país, em Los Angeles, o que chamou a atenção hoje foram as apertadas medidas de segurança para prevenir eventuais protestos e distúrbios pós-eleitorais, para que não se repitam os saques e actos de vandalismo registados em Junho durante as manifestações de protesto contra a violência policia, sobretudo contra afro-americanos.

No Centro Comercial Promenade, em Santa Mónica, grande parte das lojas estava tapada com placas de madeira, embora lá dentro estivessem alguns trabalhadores para reforçar a segurança.

Devido à pandemia de covid-19, mais de 100 milhões de eleitores votaram antecipadamente ou pelo correio nas presidenciais de hoje, que opõem o democrata Joe Biden ao Presidente cessante, Donald Trump, que se candidata pelo Partido Republicano a um segundo mandato.