Ex-ministro da Justiça japonês condenado a três anos de prisão

Tóquio - O ex-ministro da Justiça japonês, Katsuyuki Kawai, foi condenado hoje a três anos de prisão por comprar votos para que a sua esposa fosse eleita no Senado, informou a imprensa local.

Kawai, de 58 anos, foi declarado culpado por ter distribuído 29 milhões de yenes (263 mil dólares) a cerca de 100 personalidades políticas locais em 2019 para garantir à sua esposa, Anri, um cargo na câmara alta do Parlamento do país asiático.

Além da pena de prisão, Kawai também deverá pagar uma multa de 1,3 milhões de yenes, (12 mil dólares), segundo a imprensa japonesa.

Contactado pela AFP, o tribunal de Tóquio não quis fazer comentários sobre o assunto.

Na sequência de outro escândalo, Kawai demitiu-se em finais de Outubro de 2019 do cargo de ministro da Justiça, função que ocupou por poucas semanas no governo de Shinzo Abe, de quem era próximo.

Kawai foi preso e acusado há um ano juntamente com a esposa pelo caso da compra de votos.

Depois de negar os factos, o antigo dirigente admitiu as acusações durante o julgamento e acabou por renunciar ao seu cargo de deputado.

Apesar de ter reconhecido as acusações que recebeu, Kawai  vai recorrer da condenação, segundo o jornal Yomiuri Shimbun, enquanto os advogados defendem que não deverá cumprir prisão efectiva.

Kawai, de 58 anos, foi declarado culpado por ter distribuído 29 milhões de yenes (263 mil dólares) a cerca de 100 personalidades políticas locais em 2019 para garantir à sua esposa, Anri, um cargo na câmara alta do Parlamento do país asiático.

Além da pena de prisão, Kawai também deverá pagar uma multa de 1,3 milhões de yenes, (12 mil dólares), segundo a imprensa japonesa.

Contactado pela AFP, o tribunal de Tóquio não quis fazer comentários sobre o assunto.

Na sequência de outro escândalo, Kawai demitiu-se em finais de Outubro de 2019 do cargo de ministro da Justiça, função que ocupou por poucas semanas no governo de Shinzo Abe, de quem era próximo.

Kawai foi preso e acusado há um ano juntamente com a esposa pelo caso da compra de votos.

Depois de negar os factos, o antigo dirigente admitiu as acusações durante o julgamento e acabou por renunciar ao seu cargo de deputado.

Apesar de ter reconhecido as acusações que recebeu, Kawai  vai recorrer da condenação, segundo o jornal Yomiuri Shimbun, enquanto os advogados defendem que não deverá cumprir prisão efectiva.