Facebook dá prazo de dois anos para suspensão de contas de Donald Trump

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São Francisco - A rede social Facecebook anunciou esta sexta-feira que vai banir o ex-Presidente dos Estados Unidos Donald Trump por dois anos, depois de o seu conselho consultivo ter pedido a revisão da proibição por tempo indeterminado.

As contas de Trump no Facebook e no Instagram permanecem encerradas desde o ataque ao Capitólio, a 06 de Janeiro, perpetrado por milhares de apoiantes do ex-Presidente, que foi julgado (e absolvido) no Senado dos EUA por “incitamento à insurreição”.

A empresa anunciou esta sexta-feira, em comunicado, que suspende as contas de Trump por dois anos, com efeito a partir de 07 de Janeiro, altura em que retirou o acesso do ex-Presidente às redes sociais Facebook e Instagram (ambas propriedade da organização).

“No final desse período, procuraremos especialistas para avaliar se o risco para a segurança pública diminuiu. Avaliaremos fatores externos, incluindo casos de violência, restrições a reuniões pacíficas e outros marcadores de agitação civil”, explicou Nick Clegg, vice-presidente de assuntos globais do Facebook.

Esta rede social também quer colocar fim a uma polémica estratégia, defendida pelo seu CEO [Director executivo], Mark Zuckerberg, segundo a qual os políticos ficam isentos de regras que proíbem o discurso de ódio.

Esta sexta-feira, a empresa esclareceu que, embora ainda aplique esta isenção de regras a certas mensagens que considera de interesse público, mesmo que violem as regras do Facebook, não tratará esses conteúdos divulgados por políticos de forma diferente.

Estes anúncios respondem às recomendações do conselho de supervisão, órgão semi-independente, que, em Maio, tinha pedido para a empresa rever a decisão de suspender "por tempo indeterminado" o acesso às contas das suas redes sociais por parte de Donald Trump.

O conselho tinha dado seis meses para a empresa tomar uma decisão sobre o assunto.

Trump não perdeu tempo a reagir à decisão. Num curto comunicado, replicado em vários órgãos de comunicação de direita nos EUA, o ex-Presidente disse que se trata de um insulto a milhões de americanos.

“A sentença do Facebook é um insulto para um recorde de 75 milhões de pessoas, e muitas outras, que votaram em nós na Eleição Presidencial Roubada de 2020”, começa o texto.

“Não deviam poder safar-se desta censura e silenciamento e, eventualmente, venceremos. O nosso país não aguenta mais estes abusos”, afirma Trump.

As contas de Trump no Facebook e no Instagram permanecem encerradas desde o ataque ao Capitólio, a 06 de Janeiro, perpetrado por milhares de apoiantes do ex-Presidente, que foi julgado (e absolvido) no Senado dos EUA por “incitamento à insurreição”.

A empresa anunciou esta sexta-feira, em comunicado, que suspende as contas de Trump por dois anos, com efeito a partir de 07 de Janeiro, altura em que retirou o acesso do ex-Presidente às redes sociais Facebook e Instagram (ambas propriedade da organização).

“No final desse período, procuraremos especialistas para avaliar se o risco para a segurança pública diminuiu. Avaliaremos fatores externos, incluindo casos de violência, restrições a reuniões pacíficas e outros marcadores de agitação civil”, explicou Nick Clegg, vice-presidente de assuntos globais do Facebook.

Esta rede social também quer colocar fim a uma polémica estratégia, defendida pelo seu CEO [Director executivo], Mark Zuckerberg, segundo a qual os políticos ficam isentos de regras que proíbem o discurso de ódio.

Esta sexta-feira, a empresa esclareceu que, embora ainda aplique esta isenção de regras a certas mensagens que considera de interesse público, mesmo que violem as regras do Facebook, não tratará esses conteúdos divulgados por políticos de forma diferente.

Estes anúncios respondem às recomendações do conselho de supervisão, órgão semi-independente, que, em Maio, tinha pedido para a empresa rever a decisão de suspender "por tempo indeterminado" o acesso às contas das suas redes sociais por parte de Donald Trump.

O conselho tinha dado seis meses para a empresa tomar uma decisão sobre o assunto.

Trump não perdeu tempo a reagir à decisão. Num curto comunicado, replicado em vários órgãos de comunicação de direita nos EUA, o ex-Presidente disse que se trata de um insulto a milhões de americanos.

“A sentença do Facebook é um insulto para um recorde de 75 milhões de pessoas, e muitas outras, que votaram em nós na Eleição Presidencial Roubada de 2020”, começa o texto.

“Não deviam poder safar-se desta censura e silenciamento e, eventualmente, venceremos. O nosso país não aguenta mais estes abusos”, afirma Trump.