Famílias dos passageiros criam prémio para actos heróicos nos EUA

Nova Iorque - A meses do 20º aniversário dos atentados de 11 de Setembro, as famílias dos passageiros do voo 93, um dos aparelhos desviados no ataque perpetrado nos EUA, anunciaram hoje a criação de um prémio que visa distinguir actos heróicos.

A par da distinção de actos corajosos e dos respectivos protagonistas, o galardão promovido pela organização sem fins lucrativos Friends of Flight 93 National Memorial, que será anual, pretende sobretudo sensibilizar a opinião pública e manter viva a história dos 40 passageiros e membros da tripulação do voo 93 da companhia United Airlines.

No dia 11 de Setembro de 2001, o aparelho Boeing 757 levantou voo do aeroporto de Newark (New Jersey) com destino a São Francisco (Califórnia) com 33 passageiros a bordo e sete membros da tripulação.

A bordo seguiam igualmente quatro suicidas e, momentos após a descolagem, os terroristas assumiram o controlo do aparelho, com a intenção de atirar o avião contra o Capitólio (sede do Congresso norte-americano) ou a Casa Branca (sede da Presidência norte-americana), em Washington.

Devido à intervenção dos passageiros e dos tripulantes, que tentaram recuperar o controlo do avião e dominar os sequestradores, o Boeing 757 acabaria por se despenhar num campo em Shanksville, na Pensilvânia, naquele que foi classificado pelo então Presidente norte-americano, George W. Bush, como um dos actos mais corajosos da história dos Estados Unidos da América (EUA).

Todos aqueles que estavam a bordo do voo 93 morreram.

Um memorial foi erguido na Pensilvânia para recordar os passageiros e os tripulantes do voo 93, mas a organização Friends of Flight 93 National Memorial quer que a história destes "heróis" tenha uma maior projecção e chegue a mais pessoas, nomeadamente às salas de aulas norte-americanas.

"A esperança é utilizar o prémio para ligar os professores aos consideráveis materiais didáticos e registos históricos da organização e levá-los às salas de aula", afirmou a presidente da Friends of Flight 93 National Memorial, Donna Gibson, citada pela agência Associated Press (AP).

A 11 de Setembro de 2001, quatro aviões comerciais foram sequestrados por operacionais da organização terrorista Al-Qaeda, dois dos quais colidiram intencionalmente contra as Torres Gémeas do World Trade Centre, na cidade de Nova Iorque.

Outro aparelho atingiu o Pentágono, sede do Departamento de Defesa norte-americano.

No total, morreram quase 3.000 pessoas nos atentados de  daquele dia, o maior ataque terrorista da história dos EUA.

A par da distinção de actos corajosos e dos respectivos protagonistas, o galardão promovido pela organização sem fins lucrativos Friends of Flight 93 National Memorial, que será anual, pretende sobretudo sensibilizar a opinião pública e manter viva a história dos 40 passageiros e membros da tripulação do voo 93 da companhia United Airlines.

No dia 11 de Setembro de 2001, o aparelho Boeing 757 levantou voo do aeroporto de Newark (New Jersey) com destino a São Francisco (Califórnia) com 33 passageiros a bordo e sete membros da tripulação.

A bordo seguiam igualmente quatro suicidas e, momentos após a descolagem, os terroristas assumiram o controlo do aparelho, com a intenção de atirar o avião contra o Capitólio (sede do Congresso norte-americano) ou a Casa Branca (sede da Presidência norte-americana), em Washington.

Devido à intervenção dos passageiros e dos tripulantes, que tentaram recuperar o controlo do avião e dominar os sequestradores, o Boeing 757 acabaria por se despenhar num campo em Shanksville, na Pensilvânia, naquele que foi classificado pelo então Presidente norte-americano, George W. Bush, como um dos actos mais corajosos da história dos Estados Unidos da América (EUA).

Todos aqueles que estavam a bordo do voo 93 morreram.

Um memorial foi erguido na Pensilvânia para recordar os passageiros e os tripulantes do voo 93, mas a organização Friends of Flight 93 National Memorial quer que a história destes "heróis" tenha uma maior projecção e chegue a mais pessoas, nomeadamente às salas de aulas norte-americanas.

"A esperança é utilizar o prémio para ligar os professores aos consideráveis materiais didáticos e registos históricos da organização e levá-los às salas de aula", afirmou a presidente da Friends of Flight 93 National Memorial, Donna Gibson, citada pela agência Associated Press (AP).

A 11 de Setembro de 2001, quatro aviões comerciais foram sequestrados por operacionais da organização terrorista Al-Qaeda, dois dos quais colidiram intencionalmente contra as Torres Gémeas do World Trade Centre, na cidade de Nova Iorque.

Outro aparelho atingiu o Pentágono, sede do Departamento de Defesa norte-americano.

No total, morreram quase 3.000 pessoas nos atentados de  daquele dia, o maior ataque terrorista da história dos EUA.